Nelson de Sá

Toda Mídia

 

Novos direitos para quem trabalha em casa

Escalada do "Jornal Nacional":

Um disparo, duas versões: o jogador Adriano fica frente a frente com a mulher baleada dentro do carro dele. Mudanças na lei dão novos direitos a quem trabalha em casa. A presidente da Argentina volta ao trabalho um dia depois do diagnóstico de câncer. Gregos e armênios brigam na terra onde Jesus nasceu. Na série de reportagens sobre Cuba, as regras para negociar verdadeiros museus sobre rodas. Dia de luto na Coreia do Norte: TV estatal mostra novas cenas de choro e desespero no funeral do ex-ditador. A festa da virada em Copacabana: a preocupação ambiental é prioridade no maior Réveillon do mundo.  

Mais "Jornal da Record", "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

O blog volta a ser atualizado regularmente na segunda, dia 9.

Escrito por Nelson de Sá às 22h17

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Fim de ano no "New York Times"

O "New York Times" fechou a venda de 16 jornais regionais para o grupo Halifax Media por US$ 143 milhões. Segundo o publisher Arthur Sulzberger, o negócio "permitirá à NYT Co. prosseguir na nossa transformação em uma empresa de mídia digitalmente focada e multiplataforma".

O blog de Jim Romenesko, que já havia noticiado a venda, acrescenta agora que, em mensagem enviada aos funcionários dos 16 jornais, a NYT Co. informa que a "Halifax decidiu quem vai empregar" e "você será notificado nas próximas 48 horas se o comprador oferecerá emprego".

Ao noticiar o negócio, o blog Media Decoder, do "NYT", registra que ele vem depois da demissão de Janet Robinson, presidente da empresa, e que o jornal "está também sob escrutínio do sindicato dos jornalistas por ter congelado benefícios de pensão dos funcionários estrangeiros, nas sucursais no exterior, e por propor congelar para outros funcionários no jornal".

É referência a uma carta aberta a Sulzberger, assinada até o momento por 358 funcionários, entre eles o correspondente no Brasil, Simon Romero, e seus antecessores Alexei Barrionuevo e Larry Rohter. Foi noticiada um dia antes pelo Huffington Post, dizendo que "havia jornalistas que queriam ações mais dramáticas, queriam abandonar coletivamente a redação", walk-out. Escrita na redação, a carta refletiria conflito crescente, incluindo falta de contrato coletivo desde março, demissões e terceirizações, além do "pacote generoso" concedido a Janet Robinson, de US$ 15 milhões.

Antes aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 11h10

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"Star Wars", o retorno

Na manchete do "China Daily" e no "Wall Street Journal", Pequim lançou ontem seu sistema de navegação por satélite, Beidou, "versão doméstica do Global Positioning System (GPS) dos EUA", por enquanto para China e Austrália, Japão, Coreia, Taiwan, Sudeste Asiático e parte da Índia. Hoje com dez satélites, deve alcançar o mundo todo em 2020, com 35.

Além do Beidou e do GPS, este com 24 satélites, o outro único sistema é o Glonass, da Rússia, que retomou serviços no início do mês, também com 24. União Europeia, Índia e Japão planejam sistemas próprios. Pequim diz que "é importante para o desenvolvimento econômico e para a segurança nacional". Segundo o "CD", "há muito que preocupa a possibilidade de os EUA tirarem do ar seu GPS em certas emergências internacionais".

Segundo o "WSJ", citando "especialistas do setor de defesa", o Beidou "poderia ajudar os militares chineses a atacar navios americanos na região":

O sistema dá ao exército chinês uma alternativa ao GPS desenvolvido pelo Pentágono e ainda controlado pelo governo americano. Os EUA podem, em teoria, desabilitar ou negar acesso ao sistema para terceiros em caso de conflito, embora afirmem nunca ter feito. Os planos chineses de um sistema de posicionamento por satélite começaram em 1983, quando Ronald Reagan anunciou sistemas de mísseis no espaço, no que ficou conhecido como seu discurso "Star Wars".

Escrito por Nelson de Sá às 09h48

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EUA & Brasil

No "Financial Times", Ian Bremmer, da consultoria Eurasia, escreve que "é cedo para descartar os EUA". O país está em declínio, mas mantém força na economia, que supera "China, Índia, Rússia e Brasil somados", e nos gastos militares, que superam os 17 países seguintes somados. Seus valores "perderam o brilho", no século que abriu com eleição contestada, tortura em Abu Ghraib e Guantánamo e as mortes por "drones". Mas, sem alternativa real na China, "o mundo ainda precisa dos ideais americanos".

Atrás de outros ideais americanos, "os brasileiros estão visitando o Sul da Flórida em manadas", relata o "New York Times" na longa reportagem "Miami dá um caloroso oi (hello) para os brasileiros gastadores":

Cheios de dinheiro da economia em "boom" e enamorados pelo luxo, gastam milhões em condomínios, roupas, joias, móveis, carros e arte, todos muito mais baratos aqui. A economia brasileira galopa, apoiada por exportações, pela base industrial crescente e pelos recursos naturais abundantes. O desemprego está em 5,8% e nesta semana o país passou a Grã-Bretanha para ser a sexta economia no mundo. 

O "Wall Street Journal" noticia que a Hawker acionou a força aérea dos EUA por ter sido excluída da concorrência de 20 aviões para as bases de Kandahar e Shindand, no Afeganistão. Na disputa, sobrou só a Embraer, cuja seleção já estava para ser anunciada. A Hawker, que é apoiada pelos parlamentares de Kansas, diz que a exclusão ameaça "1.400 empregos americanos". Se confirmada, a produção da Embraer será na Flórida.

O "NYT" noticia o câncer de Cristina Kirchner, a mais recente dos "vários líderes atingidos" na América do Sul, casos de Lula "e sua sucessora, presidente Dilma Rousseff". Do correspondente Simon Romero:

Mrs. Kirchner, como Mr. da Silva, foi rápida em anunciar seu diagnóstico e fornecer detalhes de suas condições. Mr. da Silva já estava fora do cargo, mas a notícia veio como um choque, pois ele permanece talvez a figura mais elevada na política brasileira.

Escrito por Nelson de Sá às 08h21

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Irã ameaça bloquear saída de petróleo do Golfo

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 07h31

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Universidades privadas querem meio bilhão do MEC

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 07h15

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A especulação imobiliária chegou a Cuba

Escalada do "Jornal Nacional":

Golpistas de fim de ano: agências de fachada vendem pacotes que não existem e frustram os sonhos dos turistas. Um adolescente é morto num tiroteio dentro de uma favela pacificada do Rio. Os moradores acusam soldados do Exército; militares dizem que foram recebidos à bala. O programa do governo para casa própria terá cota para idosos e pessoas com deficiência. Um novo mercado na ilha comunista: você vai saber como a especulação imobiliária chegou a Havana. Um ciclone arranca dos trilhos uma composição de trens na Austrália. E as cinzas de um vulcão chileno espantam os turistas de cidades na Argentina. Bailarinos do Theatro Municipal sobem o morro e se apresentam na favela da Rocinha, no Rio.  

E do "Jornal da Record":

Dia de guerra no trânsito: terça-feira de acidentes e mortes no país. Na rodovia, ônibus e caminhão batem de frente. Na esquina, moto é atingida e voa longe. Na rua, policial é atropelado. No Rio, militares são acusados de matar adolescente. Em São Paulo, desabrigados enfrentam a polícia. Justiça manda Fifa abrir dossiê que pode incriminar Ricardo Teixeira. Surpresas de cidade grande: a escada rolante que sobe a favela e o pomar que brota no meio do asfalto.  

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 22h22

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Googlepólio

A guerra dos lobbies em torno do projeto americano que abre caminho para comercializar a web, Stop Online Piracy Act (SOPA), entra em 2012 com as duas partes bem definidas e dinheiro abundante, como relatou o "New York Times": Google de um lado, Hollywood de outro, mais seus aliados.

E o Google está sob fogo, com o "Wall Street Journal" publicando na manchete que a indústria de turismo reage à sua entrada na cotação de preços, denunciando favorecimento nas buscas feitas pelo próprio Google. Também no Brasil, segundo o "Estado", o site de cotação de preços Buscapé entrou com representação no Ministério da Justiça contra o favorecimento ao recém-lançado Google Shopping nas buscas. Contra o "Googlepólio".

Escrito por Nelson de Sá às 09h51

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Dos Brics aos EUA, incerteza e algum otimismo

A notícia de que o Brasil fecha o ano como a sexta economia ecoa, além dos jornais londrinos, pelo indiano "Economic Times", o "The Australian", a qatari Al Jazeera e a iraniana PressTV, mais agências como Bloomberg. E também pelo "China Daily", citando a reação do ministro Guido Mantega.

O "CD" também traz artigo de John Ross, que comandou a economia de Londres na gestão Ken Livingstone e agora é professor na Universidade Jiao Tong, de Xangai, apontando o papel essencial da China para a economia global em 2012, diante da "incerteza" sobre o tamanho da desaceleração nos EUA e em grandes emergentes "como Brasil, Índia e Rússia".

Já o "New York Times", no editorial "Lidando com os problemas da China", aponta "queda na produção de aço e na demanda por construção" para alertar que "um pouso forçado chinês teria impacto imediato do Brasil à Rússia", cujas exportações dependem do "boom imobiliário na China". Aproveita para sugerir que, em vez de ações unilaterais contra Pequim, os EUA devem "reunir outros países para se somarem à pressão".

Em reportagem, o "Wall Street Journal" destaca a inflação em queda nos EUA, que "alegra o Fed", o banco central americano que assim pode "manobrar em 2012 para estimular a economia". Diz ser efeito da redução nos preços globais de algumas commodities, como cobre, algodão e gás, e que a inflação vive desaceleração "em todo o mundo", citando China, Brasil e Índia.

Por outro lado, "as vendas de carros, máquinas agrícolas e equipamentos de prospecção de petróleo" estão em alta nos EUA, o que já leva à expansão da produção. O "WSJ" dá como exemplo a Gerdau, "baseada no Brasil", que vai aumentar a produção de sua siderúrgica em Michigan _o que o presidente da empresa, André Gerdau Johannpeter, justifica dizendo ser "resultado de nossa confiança na recuperação do mercado americano".

Escrito por Nelson de Sá às 08h47

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EUA abrem caminho para exílio de ditador do Iêmen

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e Guardian/índice/Nm. Para sites, NYT, CD, WSJ e Guardian. O FT não circula hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 07h57

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Assassinatos voltam a diminuir, diz governo paulista

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 07h31

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Brasil em sexto na lista das maiores economias

Escalada do "Jornal Nacional":

Disparo acidental: o jogador Adriano volta a dar explicações na delegacia e reafirma que não deu o tiro que atingiu uma jovem dentro do carro dele. Uma surpresa para os turistas de fim de ano: agências de turismo oferecem preços de promoção para os pacotes de Réveillon. Os direitos dos consumidores na hora de trocar presentes recebidos no Natal. Um estudo de uma consultoria britânica põe o Brasil em sexto lugar na lista das maiores economias do mundo. O ministro da Fazenda diz que o país pode demorar 20 anos para ter o padrão de vida europeu. Líderes mundiais reagem à violência contra católicos na Nigéria. O "JN" vai a Cuba e mostra a vida do país comunista que enfrenta cinco décadas de isolamento econômico. O dia em que a maior cidade brasileira ficou livre de engarrafamentos. 

E do "Jornal da Record":

O Brasil da fortuna: nosso país supera o Reino Unido e já é o sexto mais rico do mundo. O Brasil da miséria: viciados em crack agora montam acampamentos no meio da rua. A encrenca de Adriano: jogador vai à delegacia, nega tiro e diz que só ia dar carona à moça baleada. Imagens que chocam: amor bandido em Minas, acidente com morte no Distrito Federal e a casa que o mar levou em Sergipe. Nem tablet, muito menos celular: a venda de cosméticos foi a que teve mais crescimento neste Natal. Os shoppings faturaram mais este ano do que em 2010. 

Mais "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 22h04

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Ainda a fábrica de iPad, agora no Rio

Segundo "O Globo", "Campo Grande, na zona oeste do Rio, pode sediar fábrica de iPad". Os taiwaneses da Foxconn "gostaram muito do espaço", diz o governo estadual. Mas "só irão abrir a unidade se os recursos financeiros vierem do Brasil, o que está atrasando o início do projeto".

Escrito por Nelson de Sá às 11h26

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Sexto e subindo

Como informa a BBC Brasil, a economia brasileira deve passar a britânica e se tornar a sexta do mundo em 2011, segundo a consultoria londrina Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR). Saiu por "Guardian", acima, "Telegraph" e os tabloides "Daily Mail" e "Sun", todos britânicos, além da própria BBC, cuja Radio 4 entrevistou o presidente do CEBR, Douglas McWilliams. No "Guardian", McWilliams ironizou:

O Brasil venceu os europeus em futebol há muito tempo, mas vencê-los na economia é um fenômeno novo.

Por aqui, "FMI confirma Brasil como sexto maior PIB do mundo em 2011, passando o Reino Unido", posta Guilherme Barros no portal iG. Mais, a projeção para 2015 é que "supere a França e se torne a quinta economia". Para 2019, "passará a ser quarta, superando a Alemanha".

PS 15h - No britânico "Financial Times", "é mais um marco". Também em jornais franceses como "Le Figaro" e indianos como "Financial Express".

Escrito por Nelson de Sá às 10h30

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China avança sobre o Brasil, em energia

O "China Daily" publica artigo do chinês Justin Yifu Lin, economista-chefe do Banco Mundial, que prevê "uma segunda idade de ouro da industrialização", agora que "a idade de ouro das finanças acabou".

Diz que é "iminente" e tem a China como líder, com "Índia, Brasil, Rússia e Coreia do Sul não muito atrás". E sugere  que, "para os países em desenvolvimento se beneficiarem inteiramente da elevação do nível industrial da China e de outras economias emergentes, seus governos devem identificar indústrias que sejam consistentes com suas vantagens comparativas latentes" e também "ajudar empresas privadas a solucionarem questões de informação, coordenação e externalidade".

O jornal estatal noticiou a compra de participação na portuguesa EDP pela estatal chinesa Three Gorges. "Do elevado ponto de partida da EDP, vamos entrar nos mercados europeu, americano e brasileiro", disse seu presidente, Cao Guangjing. Segundo o jornal, "é a principal geradora de energia no Brasil, tornando-se alvo atraente para a Three Gorges".

Para o "Wall Street Journal", "o grande chamariz da EDP é deter recursos hidrelétricos no Brasil", que é "o verdadeiro interesse da Three Gorges". Anota que a também estatal Sinopec investiu nas operações brasileiras da espanhola Repsol e da portuguesa Galp, em petróleo, e que a State Grid aplicou US$ 1 bilhão em 2010 para operar linhas de energia no país.

O "CD" perfilou o presidente da Câmara de Indústria e Comércio Brasil-China, sob o título "Charles Tang: ponte entre China e Brasil". Abre dizendo que, "quando líderes empresariais e políticos se reuniram no fórum da 'Economist' sobre mercados de crescimento, em Londres, um chinês elegante e carismático ganhou a plateia com seu insight". Desde 1986, quando criou a CCBC, ele recebeu "centenas de delegações chinesas em busca de oportunidades no Brasil" e guiou empresas como Embraer e Itaú na China. É consultor de diversos bancos, como Safra.

O "New York Times" publica que, embora se apresente como "o banco global da América Latina", o Itaú "ainda não é, mas isso pode mudar no ano que vem" devido à sua "robusta valorização de mercado" e à "riqueza de oportunidades oferecidas pelos azares dos rivais globais". Ainda "não é certo para onde vão suas ambições globais", mas, "é claro, a área de maior crescimento nos serviços financeiros globais são os fluxos de capital entre mercados emergentes, especialmente Ásia e América Latina".

Escrito por Nelson de Sá às 09h30

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Dilma e a reafirmação imperial

A foto de Dilma Rousseff no livro “A Vida Quer Coragem”, que criou "ondas de choque no Brasil", chegou ao site do "New York Times" pela coluna que Matias Spektor, da FGV-RJ, escreve a cada três semanas.

Sob o título "A Primavera Árabe, vista do Brasil", compara a jovem Dilma com os jovens que lutam contra o regime sírio, diz que a visão da presidente contra a intervenção "também me deixa pouco à vontade", mas sublinha que, "no fundo, ela está resistindo ao esforço de Paris, Londres e Washington de coagir governos" _como na Líbia, onde a França "cobrou contratos de petróleo como pagamento". Cita conversas com diplomatas americanos que reagem à proposta de Dilma de "regular intervenções" e avisa que "seria uma vergonha se a causa dos direitos humanos fosse manchada pelas cores da reafirmação imperial".

Por falar em reafirmação imperial, o inglês "Financial Times" publicou cinco reportagens sobre a decisão dos países do Mercosul, Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, de "banir navios com bandeira das Falklands [Malvinas] de seus portos". Diz que "a exploração de petróleo nas Falklands ameaça abrir velhas feridas", com o anúncio de descobertas na semana passada, e que o primeiro-ministro David Cameron "usou sua mensagem de Natal" para prometer "nunca renunciar à soberania das Falklands".

Também no "NYT", o correspondente Simon Romero foi até Nova Iguaçu para um longo perfil do músico Alex Cutler, sob o título "Funk carioca, estilo americano". Natural de Los Angeles, ele "deixou para trás uma vida de abundância americana em troca de seu sonho na cena musical funk das favelas do Rio", como Don Blanquito. Está comprando casa nova, na favela Tabajaras, e diz que o funk está mudando, com as UPPs.

Por outro lado, o caderno de imóveis de luxo do "NYT", "Great Homes and Destinations", destaca a "Caça por casas no... Rio de Janeiro", com foco na Barra da Tijuca, "conhecida por suas mansões e condomínios sofisticados".

Escrito por Nelson de Sá às 08h04

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EUA compram ativos de bancos europeus

Para edições, NYT/índice/NmCD/Nm. Para sites, NYTCD. WSJ e FT não circulam.

Escrito por Nelson de Sá às 07h28

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Promessômetro mostra planos empacados de Dilma

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 07h16

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Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
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