Nelson de Sá

Toda Mídia

 

Inovação e o Estado

Na edição de hoje, publico reportagem sobre o plano de ampliação e internacionalização do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), que busca retomar e avançar sobre seu projeto original, de 1950, espelhado no MIT (Massachusetts Institute of Technology), priorizando parcerias com grandes empresas como Telebras, Vale e Petrobras.

Na versão para assinantes da Folha e do UOL, "ITA busca voltar às origens e prioriza pesquisa e inovação", ouvindo o novo reitor e estudantes. Na Folha.com, a íntegra da entrevista com o reitor Carlos Américo Pacheco, em que ele detalha sua visão de inovação, área em que é especialista, e defende pesquisa e desenvolvimento na agenda pública e privada.

Também na edição, Silvio Meira repercute a defesa de inovação pela presidente Dilma Rousseff, dias atrás na Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e defende que o governo lidere "um grande projeto nacional".

Antes, na série sobre inovação, entrevistei o brasileiro Tony Knopp, que faz a ponte entre o MIT e as empresas, e o ministro Aloizio Mercadante.

O blog volta a ser atualizado na próxima segunda.

Escrito por Nelson de Sá às 12h00

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Justiça solta suspeito de receber dinheiro do tráfico

Escalada do "Jornal da Record":

Natal em casa: Justiça solta comandante suspeito de receber dinheiro de traficantes. Revelações de uma pesquisa inédita: mais de 11 milhões de pessoas vivem em favelas. A maior comunidade é no Rio e a segunda no Distrito Federal. Novo horário de pico em São Paulo: trânsito para de madrugada por causa das luzes de Natal. Lágrimas e sorrisos no maior aeroporto do país: encontros e despedidas nas viagens de fim de ano. 

Mais "Jornal Nacional", "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 22h59

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Mercosul se fecha contra a crise

"Wall Street Journal" e "New York Times" noticiam que o Mercosul elevou tarifas de importação "para blindar a região da economia global em desaceleração" ou, no dizer da presidente Dilma Rousseff, da "avalanche predatória que ameaça o crescimento e os empregos".

O bloco apoiou maior esforço para a entrada plena da Venezuela, impedida pelo Senado paraguaio, e proibiu o acesso aos portos do Mercosul de navios com bandeira das Malvinas, ocupadas pelo Reino Unido.

No especial Commodities, tabloide com oito páginas e anúncio da Vale na contracapa, além de anúncio do banco JP Morgan na página 3, o "Financial Times" ressalta a "incerteza" do setor para 2012, com os fundos financeiros "pessimistas" e as empresas exportadoras "muito mais confiantes".

Sobre o Brasil, destaca que "não deveria se fiar apenas nos recursos naturais". As commodities "trouxeram benefícios substanciais, mas muitos desafios". Por exemplo, pergunta, "e se os preços caírem?".

No "WSJ", "Brasileiros, os verdadeiros gastadores", em trocadilho com "os gastadores de real". Ouve de uma brasileira que "viajou 5 mil milhas para se aglomerar na Black Friday da Macy's", parte de uma "farra de compras de dez dias" em Nova York. "It was a bagunça!", diz ela.

Os brasileiros "tomaram os EUA nesta temporada de festas, num impulso bem-vindo às lojas que enfrentam uma economia que se arrasta". A invasão "reflete a ascensão da maior economia da América Latina, mas a grande razão é que tudo, de iPads a camisetas, custa metade do que no Brasil".

Escrito por Nelson de Sá às 09h26

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Os fantasmas militares começam a se mexer

Abrindo foto de Victória Grabois, que teve "marido, irmão e pai mortos pelos militares", o "New York Times" publica em alto de página que o Brasil vive "Uma tensa busca pela verdade, enquanto os fantasmas do domínio militar começam a se mexer". Também em destaque, "Uma potência em ascensão fica para trás no processo de oficiais militares por crimes", entre os quais "assassinato, desaparecimento e tortura". Da organização National Security Archive, de Washington:

Os militares brasileiros estão entre os mais recalcitrantes no mundo quando se trata de reconhecer sua responsabilidade por abusos.

Escrito por Nelson de Sá às 08h48

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Moody's ameaça nota de risco do Reino Unido

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h04

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Ex-desembargador do TJ-SP barra investigação

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 07h53

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Uma fortuna no esgoto da mansão de um bicheiro

Escalada do "Jornal Nacional":

Mais de R$ 3,5 milhões escondidos até no esgoto: dinheiro apreendido na mansão do tio de um bicheiro procurado pela polícia. Minas Gerais tem 21 municípios em situação de emergência por causa das chuvas. Um posto de combustíveis vira escombros na explosão de uma van. Ministro do Supremo, Joaquim Barbosa, compõe o relatório do processo do mensalão. Pela primeira vez na história, cientistas encontram um planeta do tamanho da Terra. A TV do governo volta a exibir norte-coreanos em pranto pelo ditador morto. Militares argentinos invadem uma operadora de TV a cabo. A criação de empregos com carteira assinada tem o pior novembro em três anos. Países do Mercosul e palestinos assinam acordo comercial. Uma festa para a elite do nosso esporte: prêmios e lágrimas para os melhores atletas de 2011.  

E do "Jornal da Record":

Traído pelo ralo: polícia encontra fortuna em esgoto da mansão de bicheiro. Dinheiro encheu um carrinho de supermercado. Economia esfria e cai a oferta de emprego. Comércio esquenta e vendas sobem no Nordeste. Aprovada emenda que libera gastos do governo. O depoimento da mulher que espancou um cachorro até a morte. E a coragem do operário que arriscou a vida para salvar um gato.  

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 21h55

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Fim de ano no "New York Times"

O "New York Times" fechou o ano com a demissão da presidente executiva da NYT Co., Janet Robinson, e saiu em busca de alguém do "setor de tecnologia" para a vaga, a exemplo do que fez a divisão de revistas da Time Warner, informam o próprio "NYT" e o "Financial Times". O "Wall Street Journal" diz que Robinson caiu por sua "estratégia digital" _ou falta dela, por exemplo, ao "subinvestir" no About.com, que cresceu menos que o Answers.com.

Também fechando o ano, a NYT Co. teria acertado a venda de sua cadeia de 16 jornais regionais, como noticiou o blog de Jim Romenesko e ecoou no próprio "NYT". Por fim, abriu rodada de terceirização e cortes, segundo "New York Observer" e outros, apontando o contraste com sua cobertura.

Escrito por Nelson de Sá às 12h25

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Apple não consegue destruir o Android

Com a submanchete "EUA apoiam Apple em decisão sobre patente que atinge Google", o "New York Times" relatou a "vitória parcial" contra algumas funções dos smartphones da HTC, que usa o sistema Android, do Google. Por exemplo, "a tecnologia que permite acionar com o dedo a ligação para um número citado num e-mail". Steve Jobs, na biografia autorizada que leva seu nome, prometeu "destruir o Android", o que a Apple vem tentando com ações judiciais ao redor do mundo.

Já o "Financial Times" destacou que a taiwanesa HTC qualificou a decisão da ITC, a comissão internacional de comércio dos EUA, como uma "vitória" sua sobre a Apple, por ter sido aceita apenas uma das dez ações propostas pela empresa americana. Para analistas, foi um "êxito menor" no esforço da Apple de "desacelerar o avanço dos fabricantes de smartphones Android, como HTC e Samsung, através de medidas judiciais".

E o taiwanês Digitimes ouviu de "fontes industriais" que "não será difícil para a HTC criar projetos alternativos para minimizar o impacto e os riscos antes da data de início do veto" às funções, abril de 2012.

Escrito por Nelson de Sá às 11h16

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Mais sobre a fábrica de telas

Saiu ontem no "Diário de Notícias Econômicas", principal jornal de economia da China, e ecoou no Digitimes, principal site de tecnologia de Taiwan, que a taiwanesa CMI (Chimei Innolux) avalia vender suas linhas de produção de telas para uma nova fábrica a ser estabelecida no Brasil.

A nova fábrica "seria erguida em conjunto por Foxconn, BNDES e Eike Batista, o empresário mais rico do Brasil". Novamente, "a Foxconn pretende fornecer tecnologia de fabricação sem contribuir com quaisquer fundos". O BNDES entraria com US$ 1,2 bilhão e Eike com US$ 500 milhões.

Já o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, declarou que "a Foxconn também deverá entrar com investimentos e não apenas transferência de tecnologia", segundo a Agência Brasil. E que "a negociação depende agora de acertos privados".

Entre os candidatos a sócio industrial no projeto estariam Positivo, Itautec e Semp, segundo a "CartaCapital". E o propósito, segundo Virgílio Almeida, secretário de Política de Informa do ministério, é "que a joint venture seja uma empresa de capital majoritariamente brasileiro".

Mais aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 10h16

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Cresce o poder de persuasão dos Brics

Em artigo no "Financial Times", pesquisadores do Instituto de Estudos dos Mercados Emergentes da faculdade russa Skolkovo retratam o "soft power" dos Brics, a partir de um ranking que criaram. Veem "ascensão dramática" na última década, em "hard power" (poder econômico e militar), seguida agora pelo "soft power" (capacidade de influenciar por persuasão e atração).

Escrevem que o "soft power" chinês é o maior entre os emergentes, devido a seu crescimento, multinacionais e o ranking de suas universidades; que a Índia leva vantagem pela "fluência em inglês" e "liberdade"; que a Rússia tem em seu favor a presença de 35 milhões de "russos étnicos" nos países da antiga União Soviética e:

O Brasil é um país que parece estar a caminho. Junto com seu "hard power" ascendente, pelo crescimento econômico, sua imagem global parece estar subindo, com seu "soft power" saltando de 16º para 4º entre os emergentes. O Brasil está bem acima da média  emergente em participação eleitoral, liberdade, royalties e competição olímplica. As categorias mais fracas são universidades (em três dos últimos seis anos, não teve uma sequer entre as 200 maiores) e sua falta de fluência em inglês, que "isolou" o Brasil do resto do mundo. 

O "China Daily" entrevista analistas da Academia Russa de Ciências, para os quais a entrada na OMC ajuda no comércio com China e os outros Brics. Gennady Chufrin, do Instituto de Assuntos Internacionais e Economia Mundial da academia, cita o interesse russo em estimular negócios dentro no bloco. A ministra de Desenvolvimento e Comércio, Elvira Nabiullina, diz que "o acesso russo à Organização Mundial de Comércio será um catalizador para desenvolver a cooperação entre os Brics".

Em artigo no "CD", Zu Mingqi, do Instituto de Economia Global da Academia de Ciências Sociais de Xangai, escreve que "os Brics querem garantias para fazerem qualquer investimento" na União Europeia, inclusive que "a Alemanha e o Banco Central Europeu deem garantia de que os investimentos dos Brics não será alvo de moratória".

O "FT" noticia que a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, "ameaça União Europeia contra imposto ambiental sobre companhias aéreas". As empresas americanas entraram com ação contra a medida, que taxa aviões por poluição, e a Corte Europeia de Justiça decide sobre o tema amanhã. Hillary, dizendo ter o apoio de China, Rússia e Brasil, afirma em carta que a UE está "cada vez mais isolada" na questão.

O mesmo "FT" destaca, desde Paragominas, no Pará, que um fazendeiro, Mauro Lúcio, supostamente "está provando que a Amazônia pode ser uma das áreas mais produtivas no mundo para gado, sem precisar desmatar", apenas com aumento de produtividade.

Escrito por Nelson de Sá às 09h08

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Da China aos EUA, temor pela estabilidade da Coreia

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h02

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Marco Aurélio Mello dificulta investigar seus colegas

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 07h48

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Liminar do Supremo esvazia poderes do CNJ

Escalada do "Jornal Nacional":

Governos europeus concordam em destinar 150 bilhões de euros ao FMI. É para o caso das maiores economias do continente precisarem de ajuda do fundo. Uma tempestade tropical deixa mais de 200 mortos nas Filipinas. Uma liminar do Supremo esvazia poderes do Conselho Nacional de Justiça. A suspeita de envolvimento com traficantes leva para a cadeia o comandante de um batalhão da PM no Rio. Como o Barcelona entrou para a história jogando um futebol de encher os olhos. Uma série especial de reportagens: um Brasil bonito de ser ver; um país que multiplica os dispostos a ajudar. 

E do "Jornal da Record",

A segunda baixa no batalhão da sujeira: depois da saída do comandante acusado de mandar matar uma juíza no Rio, o sucessor é preso por receber dinheiro do tráfico. 21 anos de prisão: padres de Alagoas são condenados por pedofilia. Tempestade nas Filipinas mata mais de 900 pessoas. Em Minas Gerais, quase uma semana de chuva e as ruas estão afundando. A Coreia do Norte em choque e o mundo em alerta com a morte do líder comunista. Presentes de fim de ano: os brasileiros que vão receber o décimo terceiro salário pela primeira vez na vida. 

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 20h50

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Uma disputa encarniçada de mercado

Do presidente da Fox International Channels, Hernan Lopez, ao anunciar o Fox Sports para fevereiro, como informou Ricardo Feltrin, do F5:

Não viemos aqui para prejudicar concorrentes. Não temos o menor interesse em chegar ao Brasil para destruir ou criar uma disputa encarniçada de mercado. A Globo é nossa amiga

Além de Libertadores e Copa Sul-Americana, torneios tirados dos canais SporTV, da Globo, o Fox Sports acaba de tirar o Campeonato Inglês dos canais ESPN, da Disney Corp., como informou Daniel Castro, do R7, da Record. E pode tirar ainda o UFC, anota Feltrin.

Mais no "Variety" e no "Hollywood Reporter".

Escrito por Nelson de Sá às 12h20

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Tablets, a decepção

O "Valor" destaca a decepção do "Natal dos tablets", que "contraria as previsões otimistas do governo". Segundo a Motorola Mobility, os aparelhos "devem encerrar 2011 com participação de 1,5% nas vendas de computadores, o que é praticamente nada, mas a tendência é de aceleração em 2012, com os novos projetos de fabricação local".

Um dos problemas neste ano "foi a indefinição sobre a fábrica da Foxconn, projeto postergado". Outro foi que, "após o anúncio de redução tributária para tablets, criou-se a expectativa de que os preços baixariam mais", o que não aconteceu. E "a dificuldade de criar um ecossistema de desenvolvimento de aplicativos e a aposta em modelos baseados em sistemas operacionais próprios para smartphones -e não para tablets- também foram obstáculos". Em suma, diz a Itautec, em 2012...

O consumidor percebeu que a experiência do tablet não era tão boa como o esperado, o que inibiu as vendas. 

O problema do preço não se restringe a tablets e ao iPad em particular. Até o Blog do iPhone fez uma lista com alternativas ao iPhone 4S, explicando:

Mesmo que sejamos um blog sobre iPhone e dependamos de que haja mais usuários do aparelho, não há como indicar o 4S por esse preço.

Escrito por Nelson de Sá às 11h35

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"Going nuts about Brazil"

O "Wall Street Journal" noticia de Pequim que a estatal China Three Gorges disse ter feito a melhor oferta na disputa por 21% da Energias de Portugal (EDP), em concorrência com a alemã E.ON e a Eletrobras, e cobrou "princípios de mercado" no negócio. A empresa "disse que quer a participação para ter acesso aos amplos recursos naturais do Brasil", onde a EDP "detém extensos ativos na área de energia, inclusive usinas hidreléticas".

O "China Daily" noticiou que Pequim "reduziu suas aplicações no Tesouro dos EUA em outubro, para o nível mais baixo no ano". E anota que Gao Xiqing, vice-presidente do fundo soberano do país, CIC, disse estar "buscando ativamente oportunidades de investimento em projetos de infraestrutura em países como Reino Unido, EUA e Brasil".

O jornal estatal saudou a entrada da Rússia na Organização Mundial de Comércio, "após 18 anos de esforço", sublinhando que "agora todos os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) estão representados na OMC".

No "Financial Times", "diante de um cenário de destruição e trevas no resto do mundo, a indústria de fundos está ficando louca pelo Brasil". O Morgan Stanley "acaba de lançar um fundo focado na nação sul-americana". Por outro lado, a Financial Risk Management "mira investidores brasileiros 'superqualificados' com seu FRM Global Hedge Fund", com base "offshore".

O "FT" noticia também que o "Rio está estabelecendo o que é provavelmente o primeiro mercado para ativos ambientais da América Latina", a BVRio, agora que o encontro de Durban manteve o apoio ao mercado de créditos de carbono. O Rio busca se firmar "como centro financeiro alternativo" a São Paulo e já atraiu a Direct Edge, "quarto maior operador de bolsa dos EUA, para lançar uma plataforma de ações na cidade".

No "FT", fechando a semana, "Dilma é feita de Teflon". O correspondente Joe Leahy analisa a pesquisa CNI, com taxas positivas de aprovação "apesar de ou talvez por causa da perda de seis ministros por corrupção neste ano":

Os brasileiros já acreditam que a corrupção é disseminada na política, então sua mera existência não é surpresa. Mais importante é que a presidente está querendo que os malfeitores em seu governo sejam punidos por seus delitos, em contraste com presidentes anteriores.

Escrito por Nelson de Sá às 10h36

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Homem contra menino

Rob Hughes, colunista do "New York Times", com uma foto de Messi cumprimentando Neymar, publica na contracapa que o argentino "não está pronto para passar a tocha". Diz que "é tentador descrever a final como de homens contra meninos", mas que "a tentação é errada", pois Messi "e a própria essência da meninice". Aos 24, com três anos no Barcelona, ele já é um "produto pronto e o melhor jogador desta geração", enquanto "Neymar tem 19 e ainda está crescendo em suas habilidades sem dúvida maravilhosas", mas por enquanto "é um menino no Brasil". A diferença é o Barcelona, que fez quatro, mas "poderia ter feito oito".

Gabrielli Marcotti, que é colunista do "Times" de Londres, escreve no "Wall Street Journal" sobre o "brilho" do Barcelona e se pergunta: "Alguém pode parar esse time?". Diz que foi um "teste de realidade" para o estágio do futebol europeu, que não foi afetado pelo "declínio econômico enquanto o Brasil vive um boom". O Barcelona "destruiu o Santos", levado por Messi, mas "não há vergonha" para o clube brasileiro, diante de um dos maiores times da história, "talvez o maior", e ele deve tomar o clube espanhol "como modelo e não desistir". Sobre Neymar:

Não, ele não é um igual diante de Messi, neste momento. Não está nem na conversa. Mas ele tem 19 anos. De certa maneira, já está à frente de onde Messi estava na mesma idade. Sua hora vai chegar.

Escrito por Nelson de Sá às 09h43

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Morre Kim Jong-il, que tornou a Coreia nuclear

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h22

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Múltis aplicam US$ 65 bi no Brasil em 2011

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h06

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Globo e os negócios da fé

Na Ilustrada de hoje, publico análise sobre a crescente presença de padres e agora pastores na programação da Globo, com religiosos contratados via outras empresas do grupo, como Som Livre e Editora Globo, para eventos como o Festival Promessas.

Três semanas atrás, a empresa de eventos do grupo, Geo, realizou o 1º Trófeu Promessas. Do pastor Silas Malafaia, sobre a Globo:

Ela está investindo numa área, os evangélicos, um grupo social grande. A música é comercial, no sentido de venda, como livros também. É um mercado que tem menos pirataria. Um mercado em crescimento. Então a Globo está reconhecendo a grandeza da igreja evangélica, do movimento evangélico. Essa é a verdade nua e crua. 

Na "Época", também do grupo, "Os megatemplos que renovam a fé", com o padre Marcelo na capa e destaque para o Santuário Mãe de Deus (100 mil lugares) e a Cidade de Deus, da Igreja Mundial do Reino de Deus (150 mil).

Escrito por Nelson de Sá às 11h53

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Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
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