Nelson de Sá

Toda Mídia

 

Dilma tem aprovação maior que Lula e FHC

Escalada do "Jornal Nacional":

Tumulto na hora de ir para o trabalho: a quebra de um trem deixa milhares de pessoas sem transporte no Rio de Janeiro. Os passageiros protestam numa terça-feira de caos pela cidade. A chuva prejudica plantações e vinícolas do Rio Grande do Sul e atinge casarões históricos de Minas Gerais. A Justiça libera as obras para a construção da usina de Belo Monte. O Ibope afirma que Dilma Rousseff tem a maior aprovação de um presidente no primeiro ano de mandato. A liberdade de imprensa sofre uma nova ameaça na Argentina. Trabalhadores entram em greve contra o pacote que corta a aposentadoria e aumenta os impostos na Itália. Estado de saúde do carnavalesco Joãozinho Trinta piora. Médicos se recusam a trabalhar em paraísos naturais do Nordeste. E o Mundial de Clubes da Fifa: o que têm em comum Messi e Neymar. 

E do "Jornal da Record":

Nossos repórteres revelam o esconderijo de um dos homens mais procurados pela polícia. As lembranças de quem sobreviveu ao incêndio que matou 500 pessoas. A covardia que provoca revolta: polícia procura mulher que matou cachorro a pancadas. O Brasil dos políticos: prefeito que pagou propina a vereador agora aparece cercado de milhares de reais. Presidente Dilma Rousseff tem aprovação maior que a de Lula e Fernando Henrique. Brasil olímpico: depois de um rei das piscinas, podemos ter agora uma rainha. Dicas de Natal: cardápio energético para quem vai trabalhar e hospedagens boas e baratas para quem vai viajar. 

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 21h24

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Hitchens

A morte do jornalista inglês Christopher Hitchens foi anunciada ontem à noite pela "Vanity Fair", onde escrevia regularmente. Também na revista, uma página com links para seus textos e galeria de imagens.

Christopher Buckley escreve sobre o amigo na "New Yorker" e recorda sua trajetória do "bolchevique" que conheceu há 30 anos até o defensor da invasão do Iraque, encerrada também ontem.

E o "New York Times" parou as máquinas, ontem de madrugada, para chamar na primeira página o obituário de Hitchens, "polemista que bateu em todos, livremente, com humor". Na home, ele "escreveu na tradição de Thomas Paine e George Orwell e atacou alvos tão variados quanto Henry Kissinger, a realeza britânica e Madre Teresa".

Escrito por Nelson de Sá às 11h15

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A fome dos emergentes por internet

O "China Daily" destaca que "os mais ávidos usuários de internet são encontrados nos Brics", com base no estudo global Digital Life, da consultoria TNS. Anota que a audiência de TV "começa a cair" em países como China e Brasil. Mais aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 10h40

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Brics & União Europeia

O presidente russo, em encontro com líderes da União Europeia, "ofereceu US$ 20 bilhões via FMI para ajudar a estabilizar o euro", informa o "New York Times". Dmitri Medvedev diz que seu país "está interessado na preservação da UE como força econômica e política".

A UE está "cortejando outros países, como China e Brasil", anota o jornal. Ontem, ao receber o primeiro-ministro da França, François Fillon, a presidente Dilma Rousseff confirmou um aporte do Brasil à UE "desde que tenhamos garantias de que a reforma do FMI será implementada", com ampliação do poder dos emergentes no Fundo, informa o "Valor".

Na visita ao Brasil, Fillon se somou a outras autoridades francesas na crítica às agências de classificação de risco. Disse que a Europa enfrenta um "desafio, mas não somos os únicos, nossos amigos britânicos têm um deficit maior e mais dívida, e eu diria que as agências de classificação ainda não notaram isso". Do presidente do banco central francês, Christian Noyer:

Uma redução da nota [da França] não se justifica pelos fundamentos econômicos, ou então a redução teria de vir antes para o Reino Unido, que tem um deficit maior, assim como mais dívida, mais inflação, menos crescimento do que nós e crédito em colapso

O "China Daily" publica longa reportagem sobre o "frio de Natal" na indústria chinesa de produtos de fim de ano, como árvores de Natal e brinquedos, devido à desaceleração na Europa e nos EUA.

O presidente da fabricante de brinquedos Big Tree, Lin Wei, diz que as saídas são "buscar novos mecados com enorme potencial, como Brasil, México e Cuba, onde estamos agora e fazemos quase todos os brinquedos lá", e "investir mais no mercado interno" chinês.

O "Financial Times", por outro lado, entrevista um executivo da SinoLatin Capital, "que foca fusões e aquisições entre China e América Latina". Ele detalha o avanço chinês sobre os setores de soja brasileira, pescado peruano e vinho chileno, entre outros, e diz que "são flexíveis, criam joint ventures, adquirem participações minoritárias, fornecem empréstimos", para não ferir "sensibilidades políticas".

"WSJ" e "NYT" noticiam que a Chevron se diz "comprometida com o Brasil apesar do vazamento de petróleo" ou "apesar do processo" de US$ 11 bilhões aberto pelo Ministério Público. Do executivo Ali Moshiri, em Houston, Texas, sede da companhia de petróleo:

Este é um incidente lamentável, e nós vamos trabalhar juntos com as agências federais do Brasil e resolver o problema e seguir em frente.

Escrito por Nelson de Sá às 09h49

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A mais sangrenta campanha militar desde o Vietnã

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h22

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Em nove anos, invasão matou ao menos 119 mil

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h06

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Temporais provocam inundações em Minas e SP

Escalada do "Jornal Nacional":

Fim da Primavera: temporais atingem Sul e Sudeste, provocam inundações em Minas Gerais e São Paulo e enchem de gelo as plantações do Rio Grande do Sul. Policiais prendem 42 suspeitos de ligação com jogo do bicho em quatro Estados. Operação procura contraventores até em cobertura de luxo em Copacabana. Fumar em ambientes fechados está proibido em todo o Brasil. O governo divulga regras da privatização dos aeroportos. História: cerimônia em Bagdá marca o fim da ocupação dos EUA no Iraque. No Mundial de Clubes da Fifa, o Barcelona goleia e faz a final com o Santos. Depois de dois anos, chega ao fim a reforma de palácio histórico do Rio de Janeiro.  

E do "Jornal da Record":

Deu polícia na cabeça: operação contra jogo do bicho prende mais de 40 pessoas e chega de helicóptero em cobertura de luxo. Em São Paulo, depois de denúncia, Prefeitura cancela contrato suspeito. O nosso dinheiro: em Minas Gerais, empresa não paga imposto, mas é escolhida para fazer obra da Copa. O vereador que nem sabe onde guarda tanta propina. Temporais inundam cidades: chove muito no Sul e no Sudeste. Amigos do Papai Noel: o vaivém dos taxistas nos grandes centros de compra. E os voluntários que não deixam um pedido sem resposta. 

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 22h07

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Stálin ou Trótski, app ou web?

O presidente da Forrester Research, George Colony, entra na discussão sobre "a morte da web" e prevê sua substituição pelos aplicativos, pelo que chama de "app internet". Em suma:

Nós teremos serviços muito poderosos na nuvem (dados etc.) conectados e interpolando com aplicações muito poderosas nesses aparelhos locais (PCs, iPads e servidores).

Até o Google, diz ele, está diante de um "momento Stálin-Trótski", em que terá de se decidir entre os dois caminhos em que está dividido, hoje. E chama a atenção para o Amazon Silk, o browser do Kindle Fire, que também caminha na direção de uma "app internet".

Mathew Ingram já responde, no GigaOM, imaginando se haverá na verdade uma integração entre os dois modelos, app & web.

Ao fundo, o SOPA (Stop Online Piracy Act) tem hoje mais round no Congresso americano, opondo os dois lados, Stálin e Trótski. O "New York Times", que mal consegue esconder seu apoio à nova legislação, sublinha o confronto dos lobbies bilionários que estão em campo.

Escrito por Nelson de Sá às 11h29

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E chegou também a Amazon, primeiro via nuvem

Na edição de hoje, publico análise sobre a entrada da Amazon no Brasil, na mesma semana em que a Apple abre a loja do iTunes e lança o iPhone nacional.

Ainda sem avanços nas negociações com as editoras brasileiras, para lançar sua loja no país, a gigante de Seattle entra com os serviços de cloud, nuvem, e realiza hoje um seminário/feira, para atrair os eventuais clientes.

Escrito por Nelson de Sá às 10h47

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Brasil vs. EUA vs. China

"Wall Street Journal" e "Financial Times" noticiam que o Ministério Público Federal entrou com ação cobrando US$ 11 bilhões da companhia de petróleo Chevron, por prejuízos causados pelo vazamento na costa do Rio, ainda não estancado. O "New York Times", com Reuters, registra queda nas ações da empresa em Wall Street, por causa do processo.

O "WSJ" reporta sobre a reunião de ministros da Organização Mundial do Comércio, hoje, destacando que a OMC "muda de objetivos em meio à estagnação da Rodada Doha". Destaca que o representante dos EUA quer "explorar novas maneiras de negociação", como dividir as conversas por áreas, e questiona a agenda de Doha, que seria um "legado dos anos 90".

Já o ministro do Desenvolvimento do Brasil, Fernando Pimentel, defende abordar os "fatores cambiais que estão devastando a estrutura produtiva dos países latino-americanos", tendo como alvo EUA e China.

Também no "WSJ", a associações de navios cargueiros da China cobrou do governo chinês que "monitore os padrões de segurança" dos navios gigantes da Vale, citando o cargueiro avariado no Brasil, construído na Coreia do Sul. Segundo o jornal, as siderúrgicas chinesas "temem que os grandes navios deem mais poder de mercado às mineradoras", como a Vale.

De sua parte, o estatal "China Daily" volta a publicar, em longa análise da agência Xinhua, que a "China continua sendo um caso de sucesso na economia mundial", anotando que tem dado "um grande impulso para países ricos em recursos como a Austrália e o Brasil" e para exportadores de eletrônicos como Japão e Coreia do Sul.

Na manchete, o "CD" destaca a taxação de importados dos EUA, em decisão "anti dumping baseada em leis e fatos", segundo o Ministério do Comércio.

Escrito por Nelson de Sá às 10h01

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China taxa veículos importados dos EUA

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h43

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Projeto prevê proteção contra castigo que gere lesão

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h58

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Cinco cidades concentram riqueza do país

Escalada do "Jornal Nacional":

IBGE mostra que cinco municípios concentram 25% de toda a nossa riqueza. Repórteres visitam as cidades do maior e do menor PIB per capita do país. Você vai saber se existe diferença na vida dos moradores. O Ministério Público decide investigar denúncias de enriquecimento ilícito da família do governador do Distrito Federal. Supremo autoriza a posse do senador Jáder Barbalho, que havia sido barrado pela lei da Ficha Limpa. Aprovada a fusão entre a brasileira TAM e a companhia LAN, do Chile. A crise econômica provoca o maior desemprego em 17 anos no Reino Unido. O descaso na saúde: mais de 600 ambulâncias preparadas para uso estão paradas em garagens de prefeituras. Cientistas desenvolvem um exame de sangue capaz de detectar o risco de uma pessoa desenvolver mal de Alzheimer. Descoberto um fóssil de mais de 220 milhões de anos no Sul. Jóias de Elizabeth Taylor atingem valor milionário em leilão. O resultado positivo da lei que tornou obrigatório o uso de cadeirinhas para crianças. O show de Neymar no Japão: o Santos vence e está na final do Mundial de Clubes da Fifa.  

E do "Jornal da Record":

Orgulho de farda: policial de folga enfrenta bandidos e salva vítimas de sequestro. Vergonha da tropa: soldados são expulsos por assassinato de jovem. 1 milhão de vítimas: número de homicídios mais do que dobrou em 30 anos. Lei da Palmada: Câmara aprova projeto que proíbe pais de baterem nos filhos. A 11 dias do Natal, o presente de Neymar para a torcida brasileira. A maratona do Papai Noel.  

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 21h55

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Mohamed Bouazizi

No destaque da "Time" para a pessoa do ano, "O manifestante", "Um ano depois de um vendedor de frutas tunisiano pôr fogo em si mesmo, a dissidência se espalhou pelo Oriente Médio, atingindo a Europa e os EUA, remodelando a política global e redefinindo o poder do povo". E da mãe de Mohamed Bouazizi, que se matou aos 26 anos:

Meu filho pôs fogo em si mesmo por dignidade. Na Tunísia, a dignidade é mais importante do que o pão. 

 

Escrito por Nelson de Sá às 13h12

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A internet ainda é o futuro?

A loja do iTunes chegou ontem, o iPhone 4S e o iPhone 4 de 8GB chegam depois de amanhã, mas o blog Scripting de Dave Winer vai contra a corrente e escreve "por que os apps não são o futuro". Lembra que cinco anos atrás a "Wired" já proclamava a morte da web, substituída pelos aplicativos. O motivo para a sobrevivência da web serão os links:

Visualize cada um dos apps que eles querem que você use no seu iPad ou iPhone como um silo. Um edifício alto, vertical. A sensação pode ser grande, dentro, mas nada entra ou sai que não seja bem controlado pelas pessoas que criaram o app... A grande coisa da internet são os links. Não importa o quanto é bonito seu app, se não linka com seu mundo, não é nem de longe um substituto para a web. Seria quase tão bobo quando dizer que você não precisa de oceanos porque tem uma banheira. 

Michael Arrington, o criador do TechCrunch, já ecoou:

Exatamente.

Abaixo, uma edição da "mãe de todas as demonstrações" de Douglas Engelbart em San Francisco, 1968, que introduziu o link, o mouse etc. No vídeo, ele ensina como "jump on a link", como linkar, a partir de 2min30s:

Escrito por Nelson de Sá às 11h46

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Antes não tinha tanto trânsito. Agora tem

Na edição de hoje, publico análise sobre a campanha antecipada de Gilberto Kassab em São Paulo com o bordão "antes não tinha, agora tem", que se contrapõe à avaliação generalizada dos paulistanos de que a cidade piorou, levantada pelo Datafolha.

Escrito por Nelson de Sá às 10h17

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iTunes corre atrás da concorrência no Brasil

O "New York Times", sobre a abertura da loja do iTunes no Brasil, anota que "o movimento da Apple segue anúncios recentes feitos por Spotify, Deezer, Rdio e o novo serviço Rara.com para abrir serviços de música em vários países".

Na Folha, Fernanda Mena ressalta o atraso na chegada ao Brasil:

Nos oito anos entre a estreia americana e o lançamento da iTunes Store no país, a prática de baixar música de graça se consolidou entre brasileiros. A pirataria ocupa 65% do mercado fonográfico, e parece difícil que a loja se imponha como alternativa aos clandestinos. Na esfera legal, com a proliferação de serviços de música em streaming, como o Sonora e Rdio, a Apple pode ter perdido o bonde da música digital do Brasil. 

Sobre o acervo oferecido:

De medalhões a alternativos, a iTunes Store Brasil traz discografias completas e novidades independentes. Alguns nomes, no entanto, estão de fora do lançamento. Quem buscar pelo hino "Não Existe Amor em SP", do celebrado rapper Criolo, não vai encontrá-lo na estreia da loja virtual. Tulipa Ruiz, Mundo Livre S/A e Racionais MC's também estão de fora. "Ninguém entrou em contato com a gente. Não sei o motivo", afirmou KLJay, dos Racionais, cujo álbum "Sobrevivendo no Inferno" vendeu cerca de 1 milhão de cópias no país desde 1998.

Escrito por Nelson de Sá às 10h11

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O futuro ainda está na China

O "Financial Times" avalia o anúncio feito na China por Paulo Valle, subsecretário do Tesouro, em entrevista à Bloomberg, de que o Brasil poderá pela primeira vez vender títulos em yuan ou renmibi, a moeda chinesa, no ano que vem. Valle afirma que não seria para levantar dinheiro, mas para abrir o mercado para títulos de empresas brasileiras. Diz o "FT":

Quando você tem as reservas externas do Brasil, que em US$ 533 bilhões estão entre as maiores do mundo, é bom variar sua dieta um pouco... As autoridades brasileiras, tipicamente, estão cautelosas, e a maior parte das empresas está longe de soltar seus primeiros títulos em yuan. Mas, como muitos em seu primeiro encontro com o [estilo chinês de comida] dim sum, é tão saboroso que você quer continuar comendo. E é preciso tomar cuidado, do contrário pode vir uma indigestão.  

A manchete do "China Daily" ecoa declarações do vice-presidente do Banco Mundial, Lin Yifu, de que, se a economia não reagir nos EUA e na Europa, "os gastos do governo, não crédito bancário, devem ser usados para estimular os setores de infraestrutura e indústria e assegurar a expansão" chinesa.

Também no "CD", o Ministério do Comércio chinês anunciou medidas, como "apoiar o esforço dos exportadores para entrar nos emergentes e aprovar 59 bases de exportação", para evitar desaceleração maior nas exportações em 2012. Sobre os outros Brics, embora eles "respondam por meros 7% das vendas chinesas ao exterior", contra 36% de EUA, União Europeia e outros, "o crescimento de suas economias é mais rápido".

Em longa reportagem voltada para as perspectivas das commodites produzidas pelos EUA, o "Wall Street Journal" destaca que, se "você quer saber para onde o mercado global de commodities vai nos próximos anos, é melhor você lembrar de uma única palavra: China".

Em petróleo, soja e cobre, é a demanda chinesa que vai definir o mercado. O jornal ouve diversos analistas sobre as perspectivas da China e anota no final que "o cenário mais provável é uma economia que continua em forte expansão, mas a um ritmo menos borbulhante, com taxas anuais de crescimento do PIB em um dígito", porém, "elevado".

Escrito por Nelson de Sá às 09h41

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China estuda elevar gastos do governo contra crise

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h44

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Lewandowski prevê julgar mensalão só em 2013

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h20

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Indústria vai reduzir sódio nos alimentos

Escalada do "Jornal Nacional":

Ações para a saúde: a indústria e o governo anunciam um acordo para reduzir a quantidade de sódio nos alimentos. A equipe do JN no Ar chega ao Acre e mostra as diferenças no resultado do combate à dengue em duas cidades ameaçadas pela doença. Temporal em Minas Gerais: cinco pessoas são resgatadas de um carro arrastado pela chuva em Belo Horizonte. Cientistas anunciam um avanço nos estudos sobre a origem do Universo. Um atirador mata cinco pessoas e fere dezenas na Bélgica. Irã exige que os EUA peçam desculpas pela invasão do seu espaço aéreo. E no Mundial de Clubes da Fifa o Santos vai encontrar um conhecido na estreia.  

E do "Jornal da Record":

O depoimento do cunhado acusado de matar a estudante Bianca. E como uma mancha de sangue pode ter esclarecido o caso. Dupla função: como policiais, eles participavam de operações contra o tráfico; como bandidos, revendiam armas e drogas para os criminosos. Barbárie em Goiás: ônibus são destruídos e incendiados. Terror na Bélgica: homem abre fogo e joga granadas contra multidão. Bom de venda: livro sobre privatizações do governo Fernando Henrique desaparece das lojas. Bom de compra: as sacoleiras e a maratona do fim de ano.  

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 22h07

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E chegou o iTunes

MacMagazine e Blog do iPhone já noticiavam ontem à noite e hoje ecoa por Apple Insider, Cult of Mac e outros que a loja iTunes chegou ao Brasil, com oferta de "leasing" do iPhone e o iTunes Match, e também a outros 15 países latino-americanos. No adjetivado "press release" da Apple, hoje:

A Apple anuncia hoje o lançamento da iTunes Store no Brasil com uma incrível seleção de músicas brasileiras e internacionais de todas as maiores gravadoras e milhares de selos independentes. Com um catálogo de mais de 20 milhões de canções já em seu lançamento, a iTunes Store do Brasil terá artistas locais como Ivete Sangalo e Marisa Monte, além da estreia digital do catálogo de Roberto Carlos. Também oferecerá uma enorme variedade de artistas internacionais, incluindo The Beatles, Rihanna, Coldplay e milhares de outros. Com a maioria das canções custando US$ 0,99 e a maioria dos álbuns a US$ 9,99, a iTunes Store do Brasil é a melhor maneira para usuários de iPad, iPhone, iPod, Mac e PC descobrirem, comprarem e baixarem músicas online.

A iTunes Store do Brasil oferecerá para alugar ou comprar mais de mil filmes dos maiores estúdios, muitos em impressionante alta definição (HD), incluindo títulos da 20th Century Fox, Paramount Pictures, Sony Pictures Home Entertainment, Universal Pictures, The Walt Disney Studios e Warner Bros. Pictures. A iTunes Store do Brasil agora se une à revolucionária App Store, que oferece mais de 500 mil aplicativos para consumidores em 123 países, alcançando centenas de milhões de usuários de iPad, iPhone e iPod touch em todo o mundo. Clientes da App Store já fizeram mais de 18 bilhões de downloads de apps.

A iTunes Store do Brasil e da América Latina oferece músicas das maiores gravadoras, tais como EMI Music, Sony Music Entertainment, Universal Music Group e Warner Music, além de milhares de selos independentes. Todas as músicas do iTunes vem em iTunes Plus, formato livre de DRM (gestão de direitos digitais) de alta qualidade de codificação 256 kbps AAC para uma qualidade de áudio praticamente indistinguível em relação às gravações originais.

iTunes in the Cloud permite que você faça o download de suas músicas compradas anteriormente para qualquer aparelho com iOS sem nenhum custo adicional, e novas músicas serão automaticamente baixadas em todos os seus aparelhos. Além disso, músicas não compradas no iTunes podem ter o mesmo tratamento com o uso do iTunes Match, serviço que atualiza suas músicas para iTunes Plus quando emparelhadas com as mais de 20 milhões do catálogo da iTunes Store. iTunes in the Cloud está disponível hoje gratuitamente no Brasil e América Latina. O iTunes Match está disponível por uma taxa anual de US$ 24,99 no Brasil.

Como observa o Gizmodo Brasil, nada sobre game, "por enquanto".

game, como informou o próprio iTunes, é o aplicativo que interessa.

Escrito por Nelson de Sá às 10h14

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EUA em alta, China em queda, Brasil incerto

O "Wall Street Journal" publica que, nos EUA, a "economia está pronta para um arranque de crescimento, mas há muitos riscos". Toma por base a elevação das estimativas para o crescimento americano no terceiro trimestre, feitas "nos últimos dias" por Goldman Sachs e Nomura.

Mas a "maioria dos economistas vê mais razões para cautela do que para otimismo" e "relatos recentes sugerem que o crescimento diminuiu em economias como China e Brasil", no setor industrial. No caso da China, também no mercado imobiliário. E nos EUA "muitos duvidam que os consumidores possam manter o ritmo de gastos em que estão agora".

Sob o título "Nuvens mais escuras sobre o comércio global", o "China Daily" questiona o "crescente protecionismo", sobretudo dos EUA. Diz que, com a desculpa de que a China não é "economia de mercado", o que Pequim aceitou há dez anos para poder entrar na OMC, alguns permitem a compra de produtos similares "muitas vezes mais caros" de "economias de mercado".

Avisa que a redução no crescimento chinês, resultante do protecionismo, pode "reduzir o crescimento de outros _as economias avançadas, inclusive".

O "Financial Times" acrescenta, com pesquisa da consultoria de recrutamento Manpower, feita em 41 países com 65 mil empregadores, que a criação mundial de empregos deve desacelerar no primeiro trimestre de 2012, "em resposta à incerteza econômica global".

As empresas com os "maiores planos positivos de contratação" foram de "Índia, Brasil, Taiwan, Panamá e Turquia", com recuperação também nos EUA, mas "forte queda" na China. Mesmo no Brasil, diz a Manpower, o "otimismo dos empregadores no setor industrial está menor", com queda na compra de maquinário devido à "pressão das importações".

O "New York Times" informa, com Reuters, que "Lula, do Brasil, está derrotando o câncer, dizem médicos".

Escrito por Nelson de Sá às 09h41

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Marinha chinesa estuda base nas ilhas Seychelles

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h54

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Câmara vota mudança no ano letivo de 2014

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h39

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Exames mostram redução de 75% no tumor de Lula

Escalada do "Jornal Nacional":

A Receita Federal anuncia mudanças no Imposto de Renda. Novidades vão facilitar a vida dos contribuintes nos próximos anos. Pessimismo e queda nos mercados financeiros: investidores reagem com desconfiança ao pacote de crise na Europa. Um remédio preparado em uma farmácia de manipulação mata oito pessoas em Minas Gerais. Exames mostram redução de 75% no tumor do ex-presidente Lula. Ciência para a saúde: um paciente recebe parte do fígado de dois doadores vivos. Barack Obama anuncia que tropas norte-americanas saem do Iraque no final do ano. O novo destino do JN no Ar. A inspiração santista numa escolinha de futebol no Japão.  

E do "Jornal da Record":

Boa notícia: exames apontam que tumor do ex-presidente Lula diminui 75%. Imagens de violência: motorista revoltado destrói 29 carros. Reportagens especiais: as dificuldades de quem sofre de transtorno bipolar. O esforço para vencer a maratona das compras de fim de ano. 

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 23h14

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As listas de fim de ano

Começou com o iTunes, que soltou seus "aplicativos do ano" para iPhone e iPad, respectivamente Instagram e Snapseed, ambos voltados para fotos. Foram as escolhas da Apple. O app mais baixado pelos usuários foi disparado o game Angry Birds, inclusive a versão Rio, lançada em março e que incorpora personagens do filme de Carlos Saldanha.

A grande onda de listas de fim de ano prosseguiu com a nova edição da "Ad Age", "o livro dos 10", voltado sobretudo para campanhas publicitárias, mas também com as dez maiores "brigas" de mídia, por exemplo, entre "New York Times" e "Huffington Post" ou entre Facebook e Google.

E já estão no ar também "os 20 produtos de tecnologia mais aguardados para 2012". Começa pelo iPad 3 e pelo Windows 8.

Escrito por Nelson de Sá às 11h47

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Criolo lá

O "New York Times" entrevistou o rapper Criolo, pouco antes de se apresentar no Nublu, no East Village, na foto acima, de Pinar Karpuzoglu. Disse esperar que Nova York "sinta o que eu sinto, sinta meu coração e alma". Ele "nasceu Kleber Gomes e cresceu (e ainda vive) num dos bairros mais pobres de São Paulo, a mal-afamada favela de Grajaú", onde, nas suas palavras, "um milhão de pessoas luta pela vida todo dia".

O site do "NYT" reproduz em áudio cinco músicas de Criolo, inclusive "Grajauex" e "Não Existe Amor em SP".

Também no "NYT", na seção de casamentos, Marcio Hamerschlak (abaixo, à esq.), executivo do braço de investimentos do banco Barclays e filho de Ana e Nelson Hamescklack, este médico do hospital Albert Einstein, de São Paulo, se casou ontem com Andrew Scott Koerner, do escritório de advocacia Tarter Krinsky & Drogin, em Nova York.

Escrito por Nelson de Sá às 10h19

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China, Brasil e os ventos adversos

O "Financial Times" detalha o acordo europeu, dizendo que uma de suas "poucas medidas quase concretas" foi transferir 200 bilhões de euros para o FMI. Para o jornal, EUA e aliados vão seguir pressionando contra a ajuda do Fundo à zona do euro e também "China e Brasil serão prudentes quanto a um empréstimo do Fundo".

Já o "China Daily" diz que a decisão europeia "abre caminho para a ajuda de nações como Brasil e Coreia do Sul", via FMI, mas não dos EUA.

Em editorial, o "CD" sugere à conferência de economia do governo chinês, que começa hoje, "não ignorar os ventos adversos, especialmente na Europa, maior parceiro comercial", mas também nos EUA, com sua "recuperação frágil", e na Índia e no Brasil, ambos com "desempenho desapontador no terceiro trimestre" _o que "reduz a possibilidade de transferir as exportações da Europa para os emergentes".

Destacando que a "narrativa chinesa se torna negativa", o "Wall Street Journal" diz que os investidores não estão apostando contra o yuan, "cujo valor é controlado pelo governo", mas contra "as moedas de Austrália, Brasil, Coreia do Sul e outros que dependem da demanda chinesa". Vêm comprando, por exemplo, "posições que se beneficiariam de um enfraquecimento do dólar australiano ou do real brasileiro".

Por outro lado, maior fundo americano e mundial voltado a títulos públicos, o "Pimco está chegando a Copacabana", informou o "FT". Do diretor executivo, Curtis Mewbourne, sobre seu primeiro escritório em país emergente, que deve abrir em janeiro no Rio:

Essas economias terão ganhos maiores. No contexto histórico, os últimos cem anos (de domínio ocidental) foram extraordinariamente atípicos. A renda per capita nos mercados emergentes ainda não está nem perto da renda nos mercados desenvolvidos. Os emergentes podem, literalmente, crescer dez vezes. 

Em sua coluna de "estratégia" de investimento, o "New York Times" vai pela mesma linha, ecoando o livro de Jim O'Neill, do Goldman Sachs, sobre o décimo aniversário do relatório Bric, e dizendo que um caminho para investir é através das próprias multinacionais americanas. Sublinha que, no longo prazo, os "EUA deveriam aprender a amar os Brics".

Paralelamente, Jorge Castañeda, ex-chanceler mexicano, hoje professor da New York University, publicou no sábado no "NYT" "O que a América Latina pode nos ensinar", sobre as lições da ascensão da classe média no México e até no Brasil _cujo poder no hemisfério ele costuma questionar.

Também no "NYT", a edição de domingo reproduziu um depoimento da executiva carioca Ana Dutra, presidente da consultoria americana Korn/Ferry, que relata sua formação e ensinamentos, em recursos humanos.

Escrito por Nelson de Sá às 09h47

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Em Durban, EUA, China e Índia cedem um pouco

"China Daily" e "Financial Times" destacam o acordo sobre a mudança no clima em Durban, na África do Sul. O primeiro diz que o encontro respondeu à "maior preocupação dos países em desenvolvimento", mantendo o Protocolo de Kyoto. O segundo anuncia que o acordo serve de "Viagra" para o "combalido mercado de carbono", que estava ameaçado e no qual fundos europeus e americanos investem.

Em artigo, o "CD" diz que é "um pequeno raio de esperança para o futuro". Já o "New York Times" fala em "acordo limitado", com resultado "modesto", e ouve de Michael Levi, do "think tank" Council on Foreign Relations, que "no fim das contas os europeus piscaram", daí a extensão de Kyoto até 2017 ou 2020, com promessas vagas de EUA, China e Índia. Uma primeira versão do texto do "NYT" havia avaliado o acordo como "importante".

O "Wall Street Journal" enfatiza que EUA, China e Índia "deram passos" para um acordo e anota que, para o negociador do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, "ele é legalmente obrigatório e, na verdade, é muito forte".

Escrito por Nelson de Sá às 08h46

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Acordo sobre clima na ONU é resgatado em Durban

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h09

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Durban tem maior avanço desde Protocolo de Kyoto

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 07h49

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Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
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