Nelson de Sá

Toda Mídia

 

Justiça tira Camargo Correa da inspeção veicular

Escalada do "Jornal Nacional":

Um novo direito para os brasileiros: manter o plano de saúde corporativo, mesmo depois da demissão. Nossos repórteres mostram as condições desse benefício. Um hospital usa uma nova tecnologia para aumentar o número de beneficiados por doação de sangue. O Exército reforça o policiamento em São Luis durante a greve de PMs e bombeiros. A mancha de óleo na bacia de Campos diminui e se afasta do litoral. Em São Paulo, a Justiça bloqueia os bens do prefeito Gilberto Kassab, do PSD. Absolvido o ex-reitor da Universidade de Brasília. A Síria desafia o ultimato da Liga Árabe. Multidões mantêm protestos contra os militares que governam o Egito. Você vai ver como foi o primeiro dia de treinos da Fórmula 1 para o GP do Brasil e o centenário de um artista múltiplo: o ator, poeta, escritor e compositor Mário Lago.  

E do "Jornal da Record":

Dois em um: Justiça bloqueia bens de Gilberto Kassab por irregularidades na inspeção veicular e obriga a Prefeitura a fazer nova licitação para o programa de controle da poluição. Três em um: a polícia do Rio prende PMs corruptos, encontra a namorada do traficante Nem e manda o braço direito do ex-chefão da Rocinha para a cadeia. Ministro da Educação desrespeita ordem da presidente Dilma e insiste na distribuição do chamado kit gay. A cabeça por dentro e por fora: o resultado de um mês de dieta só com alimentos que estimulam o cérebro. As boas notícias da medicina para os carecas.  

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 22h57

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A batalha da neutralidade, entre teles e Globo

Para 2012, Samuel Possebon, do site Teletime, prevê "um novo embate entre teles e grupos de comunicação", melhor dizendo, a Globo:

A Globo defende a neutralidade plena da rede, sem acordos comerciais que possam gerar discriminação do fluxo de conteúdos. Segundo dirigente, a internet é uma rede de caráter aberto e público e assim deve permanecer. A posição é oposta à de empresas de telecomunicação, que defendem acordos para assegurar níveis diferenciados de qualidade. Permitir que as teles cobrem dos produtores de conteúdo para assegurar a qualidade seria "privatizar a internet".

Do executivo da Globo: 

Os pacotes de dados têm que sair e chegar com a mesma qualidade e isonomia de tratamento.

Escrito por Nelson de Sá às 12h06

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"Indústria Brasileira"

Apple Insider, Cult of Mac e 9to5Mac destacam que "fotos vazadas mostram iPhone 4 feito no Brasil com número de modelo", ou seja, "os primeiros iPhones brasileiros saem da fábrica da Foxconn" de Jundiaí. Ou ainda:

Designed in California, Made in Brazil

As primeiras imagens do iPhone 4 de 8GB já haviam vazado há dois meses, via Gizmodo Brasil, e o modelo foi logo depois confirmado pela Apple. As novas imagens saíram no MacMagazine, de um leitor:

Segundo o Ubergizmo, deve chegar às lojas brasileiras em uma semana.

Também em dezembro, deve chegar ao país o escritório do iTunes

PS - Mais Computerworld e MacRumors.

Escrito por Nelson de Sá às 09h30

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Obama contra a China, agora no clima

Na manchete do "Financial Times", "já se temia que as condições econômicas e a eleição presidencial americana tornariam difíceis os avanços para um novo acordo sobre o clima", mas agora os EUA discordam até do Green Climate Fund, o fundo que era uma das poucas medidas que haviam sido acordadas em sete anos de negociações.

O argumento americano é o mesmo usado contra o protocolo de Kyoto: quais países devem contribuir e em qual proporção. Ou seja, quer que os emergentes _China sobretudo, mas também o Brasil_ paguem, não apenas os países ricos.

O "New York Times", com AP, diz que "o Ocidente" quer redefinir "ricos e pobres" na discussão sobre quem paga pelas ações contra a mudança no clima, embora "todos concordem que as poucas nações ricas têm a responsabilidade principal na redução das emissões, já que foram suas indústrias que soltaram dióxido de carbono na atmosfera por 200 anos".

Entre os países ricos, os europeus são os únicos que aceitam a extensão do protocolo de Kyoto, mas eles também pressionam por maior participação dos emergentes, como detalha a comissária europeia para o tema, Connie Hedegaard, em artigo no "China Daily". Argumenta que "as mudanças no mundo estão borrando a distinção" entre desenvolvidos e em desenvolvimento, sublinhando "a dinâmica economia emergente do Brasil". Lembra também a maior poluição hoje proveniente da China.

Os argumentos são questionados por Yu Hongyuan, do Instituto para Estudos Internacionais de Xangai, também no "CD", dizendo que "os países em desenvolvimento consideram um direito inalienável avançar suas economias e alcançar o mesmo padrão de vida dos países desenvolvidos".

Com a ilustração ao lado, para outro artigo contrário às demandas dos países ricos, também publicado hoje, o "CD" deixa claro que vê as pressões como uma tentativa de conter o crescimento da China.

O encontro da ONU sobre clima começa na próxima segunda-feira, em Durban, na África do Sul.

  

Escrito por Nelson de Sá às 09h15

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EUA bloqueiam fundo chave no acordo sobre clima

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h40

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Dilma vai anunciar mais estímulo à economia

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h16

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Vazamento continua por mais 20 dias

Escalada do "Jornal Nacional":

Os cidadãos reclamam e o "Jornal Nacional" comprova: ladrões atacam pedestres à luz do dia no centro do Rio de Janeiro. Cidadãos vão à Justiça e conseguem matricular filhos com 6 anos incompletos. Ambientalistas denunciam a aceleração do desmatamento em Mato Grosso. O selamento completo do poço onde vazou óleo vai levar mais 20 dias na bacia de Campos. PMs e bombeiros em greve invadem a Assembleia Legislativa e o governo do Maranhão recorre à Força Nacional de Segurança. França e Alemanha querem mudar tratados da União Europeia por causa da crise. A Síria recebe ultimato para permitir a entrada de observadores internacionais. Grupos palestinos rivais anunciam acordo para eleições. Veja também os finalistas do prêmio Craque do Brasileirão; as histórias que põem a seleção masculina no topo da copa do Vôlei; e, no fim de uma temporada difícil, o desafio de Felipe Massa no Grande Prêmio do Brasil. 

Mais "Jornal da Record", "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 22h21

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Estourou a bolha social?

"Os investidores estão deixando de ser amigos da mídia social", proclama o "Wall Street Journal". Os recentes lançamentos de Groupon, LinkedIn e Pandora foram limitados a 6% ou 9% das ações, o que garante "avaliações borbulhantes", altas como bolhas, de início. Mas "em pouco tempo" elas caem para 30% ou 40% do valor:

O IPO do Groupon parece particularmente desastroso. Três semanas depois de vender apenas 6%, o preço por ação está em queda livre. A US$ 16,96, já está muito abaixo dos US$ do lançamento.

Diante do que chama de "fuga" dos investidores do Groupon, o "New York Times" lista outras quedas pós-lançamento e alerta:

A retirada geral sugere que os investidores não têm estômago para segurar as ofertas mais recentes. Essa será uma grande preocupação para as start-ups de maior perfil, como Facebook e Zynga, com lançamentos aguardados para os próximos meses.

Escrito por Nelson de Sá às 15h22

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Duas vezes Bolsa Família

Com foto do Complexo do Alemão, o "Financial Times" publica reportagem de Vincent Bevins sobre como a "migração reduzida ajuda favelas do Rio", efeito "em parte das políticas introduzidas por Lula, o ex-presidente de esquerda que, ele próprio, fez a viagem ao Sudeste quando criança".

Ouve de Marcelo Neri, da FGV-RJ, que a economia do Nordeste cresceu 42% na última década, levando à "estagnação" da migração. E cita, entre outros fatores, o Bolsa Família e o aumento nas aposentadorias.

O ex-ministro das finanças da Indonésia, Sri Mulyani Indrawati, hoje diretor-executivo do Banco Mundial, publica artigo no "China Daily" saudando a contribuição dos emergentes para o desenvolvimento dos países pobres.

Defende, para o encontro mundial na Coreia do Sul sobre o assunto, a busca de "coordenação" com os novos doadores, citando o modelo que levou Brasil e Colômbia ao Haiti depois do terremoto; e a adoção do conhecimento que trazem, citando "um dos mais conhecidos e bem-sucedidos exemplos, o Bolsa Família",  replicado no Peru, na Índia, na China.

Escrito por Nelson de Sá às 10h09

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A resposta severa ao vazamento

"Wall Street Journal" e "Financial Times" noticiam que o "Brasil suspende prospecção da Chevron por causa do vazamento de petróleo" na bacia de Campos, na "resposta mais severa" até agora.

O primeiro ouve analistas que dizem que o país representa pouco nos ativos da Chevron, mas "você tem de estar aonde os recursos estão, e os recursos estão lá". O segundo cita analistas anônimos para os quais o governo brasileiro quer usar a Chevron para um "aviso às companhias estrangeiras de petróleo" de olho no pré-sal.

O "China Daily" destaca que Hu Junlie, presidente de "uma das maiores corporações estatais de grãos da China", a CGC, anunciou que vai investir US$ 500 milhões em uma fábrica na Bahia, fornecendo ainda armazenamento e logística. A fábrica fica pronta até o fim do ano que vem, para produção de óleo de cozinha. Outra estatal agrícola que já investe no Brasil é a Zhejiang, no Nordeste e no Sul. E estão "em busca de oportunidades" a Chinatex e a Cofco.

De sua parte, a empresa de equipamentos agrícolas Deere divulgou crescimento de 46% nos lucros no terceiro trimestre, publica o "New York Times". E, "para ajudar a responder à demanda crescente, anunciou planos para novas fábricas no Brasil, na China e na Índia".

O "WSJ" dá longa entrevista com o presidente do Itaú, Roberto Setúbal, destacando que, para ele, a redução nos juros pelo governo brasileiro "vai reduzir os empréstimos ruins" no ano que vem. "Empréstimos de baixo desempenho" cresceram em 2011, depois que o Banco Central elevou os juros na primeira metade do ano.

Ele afirma que a crise financeira na Europa tem impacto "zero" no Itaú, que não detém nenhuma dívida soberana europeia.

Em análise, o "FT" publica que o "progresso econômico não é universal no mundo em desenvolvimento" e que, "enquanto alguns emergentes bem-sucedidos, liderados pelo Brasil, estão cortando juros para estimular crescimento, outros, mais vulneráveis, estão elevando ou adiando cortes", como Quênia, Vietnã e Argentina.

Escrito por Nelson de Sá às 09h25

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Escalada de caos nas ruas do Cairo

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ Asia/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

O WSJ não circula hoje nos EUA.

Escrito por Nelson de Sá às 08h52

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Senado aprova e Dilma apoia proibir cigarro

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h29

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ANP suspende atuação da Chevron após vazamento

Escalada do "Jornal Nacional":

A Agência Nacional do Petróleo proíbe a Chevron de fazer perfurações no Brasil: é uma consequência do vazamento de óleo na Bacia de Campos. A Comissão do Meio Ambiente do Senado aprova o relatório sobre o Código Florestal. Sob suspeita de envolvimento em desvio de verbas, o reitor da Universidade Federal de Rondônia entrega o cargo. O Conselho de Ética da Câmara decide que deputados poderão ser processados mesmo se o crime tiver sido cometido antes da posse. A Comissão Europeia propõe o lançamento de títulos da dívida comuns aos países da zona do euro. Presidente do Iêmen, Ali Abudallah Saleh, se compromete a deixar o poder. Surge uma novidade para ajudar o consumidor a economizar na conta de luz. 

E do "Jornal da Record":

Na contramão da lei: blitz do Detran no Rio de Janeiro manda 40 pessoas para a cadeia. A prisão de um bandido milionário: contrabandista de cigarros é dono de dez fazendas. Mureta de proteção despenca, interdita ponte e para São Paulo. Empresa responsável pelo vazamento de óleo no mar pede desculpas, mas fica proibida de procurar petróleo no Brasil. Jornalismo da Record conquista mais um importante prêmio. Amigo da memória: como o peixe garante a saúde do cérebro. 

Mais "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 21h42

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"Black Friday" ou a China

Nos EUA, Apple e Amazon estão em guerra aberta pela "Black Friday", a grande sexta-feira de descontos nas compras para o Natal, depois de amanhã. O site 9to5Mac detalha os descontos nos aparelhos da Apple. O Digital Trends faz o mesmo com a loja da Amazon.

Mas não tem jeito, está do outro lado do mundo o futuro do crescimento nas vendas de tecnologia. O GigaOm informa que no terceiro trimestre, segundo pesquisa da Strategy Analytics, foram despachados mais smartphones na China, 23,9 milhões, do que nos EUA, 23,3 milhões:

Os dados sugerem que, com 1,3 bilhão de pessoas, é na China que o crescimento nas vendas de smartphones vai avançar. No momento, é boa notícia para Nokia e Samsung, que respondem por 46,1% do mercado, em contraste com os EUA, onde os maiores são HTC e Apple. 

Segundo a Strategy Analytics, o que fez crescer o mercado chinês foram novos modelos, ultrabaratos, de marcas como a chinesa ZTE.

Escrito por Nelson de Sá às 11h32

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A busca por um novo modelo de negócios

Também na edição de hoje, entrevisto Stephen Engelberg, editor-executivo do ProPublica, organização jornalística sem fins lucrativos que busca estabelecer um novo modelo de negócios, "filantrópico", com financiamento de fundações e indivíduos. Abaixo, um dos trechos que deixei de fora:

A internet é integral ao que fazemos, é base do modelo de negócios. Num jornal nos Estados Unidos, para cada dólar de receita, você gasta 85 cents em papel, caminhões, produção, distribuição, todos custos não-jornalísticos. Você tem que fazer muito dinheiro para poder gastar um pouco com jornalismo. No ProPublica, podemos pegar um dólar e gastar talvez 80 cents em jornalismo. É o inverso. Uma vez que você só publique na internet, seu dinheiro vai mais longe. E você tem distribuição instantânea, de várias maneiras, para uma redação pequena. Nós só temos 18 repórteres, mas é bastante para uma equipe investigativa. No total, temos cerca de 32, que cuidam do site, que desenvolvem os bancos de dados, que combinam informações.

Escrito por Nelson de Sá às 10h30

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O racha tecnológico e o futuro da internet

Na edição de hoje do Tec, publico uma análise da divisão entre as empresas de tecnologia nos EUA, em torno da nova legislação antipirataria, com Google contra e Apple a favor. Também contra, entidades como Human Rights Watch. Também a favor, produtores de conteúdo, como estúdios e gravadoras, e os sindicatos.

Quem vencer deve estabelecer como será a internet daqui para a frente, se ainda "free", aberta e grátis, ou comercial, paga.

Publico também um relato sobre o debate no Brasil, com os projetos conflitantes do Marco Civil e da chamada Lei Azeredo.

Escrito por Nelson de Sá às 10h13

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Justiça suíça, corrupção brasileira

Rob Hughes, colunista do "New York Times", diz que o maior problema de Sepp Blatter, presidente da Fifa, não é o racismo agora denunciado. Em poucas semanas, o comando da Fifa deve sofrer novas baixas, com a divulgação das revelações de uma investigação judicial na Suíça sobre o colapso da empresa de marketing da Fifa, ISL:

João Havelange, predecessor de Blatter, e seu ex-genro Ricardo Teixeira devem ser identificados com a abertura dos papéis judiciais. Teixeira se esquiva há anos de acusações de jornalistas brasileiros e estrangeiros. Mas a mudança de presidente no Brasil e acusações à comissão executiva da Fifa, por causa de evidências de que membros enriqueceram às custas do esporte, parecem não deixar lugar para Teixeira se esconder. 

E o "Financial Times" informa que o grupo francês Alstom foi ordenado na Suíça a pagar 31 milhões de euros "por não interromper o pagamento de propina de alguns empregados". Em países como a Malásia, a empresa recorreu a "consultores que usaram parte do dinheiro para pagar propina".

"O Brasil também está investigando alguns dos contratos da Alstom", anota o correspondente do "FT" em Paris.

Escrito por Nelson de Sá às 09h37

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China também quer tecnologia e inovação

O "China Daily" destaca a "dura realidade" que as empresas exportadoras chinesas começam a enfrentar. Diz que "mudar é vital", defendendo investir mais em "tecnologia e inovação para tornar nossos produtos mais competitivos no mercado global.

Relata que, "para evitar a queda nos pedidos das regiões desenvolvidas", parte dos fabricantes se voltou aos emergentes. "Mas isso não elimina a necessidade de inovar e melhorar." Ouve de André Saboya Martins, da embaixada brasileira em Pequim, que o consumidor brasileiro está exigindo produtos melhores e, "infelizmente, alguns made-in-China ainda são associados a baixa qualidade".

O "Financial Times" entrevista em Londres um gerente brasileiro de fundos, anônimo, e destaca que que toda a América do Sul, Brasil à frente, está mais preocupada com o que acontece na China, sob risco de desaceleração, do que com a crise europeia.

O mesmo "FT" informa de Miami, por outro lado, que os "Brasileiros lideram boom imobiliário na Flórida". Ouve, de um analista local, que "agora tudo é Brasil, os brasileiros são estrelas de rock em Miami".

Na manchete e por outras reportagens, o "CD" destaca que, nas negociações sobre meio ambiente que começam na segunda em Durban, na África do Sul, o financiamento do combate à mudança climática pelas nações ocidentais está "sob risco", pelas dificuldades econômicas na Europa e nos EUA. Mas que a China vai "manter firmemente seu compromisso" e vem aprofundando cooperação com outros Brics.

Sublinha que Pequim e outros defendem prorrogar o protocolo de Kyoto, mas que Washington resiste.

E segue no "Wall Street Journal", sob o título "Brasil intensifica pressão sobre Chevron", a cobertura do vazamento de petróleo provocado pela empresa americana. Mas analistas de mercado, também americanos, dizem ser improvável a perda da licença para operar no país, pois "não estabeleceria precedente muito bom para o Brasil atrair outras empresas".

Escrito por Nelson de Sá às 09h09

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Praça Tahrir recusa proposta generais egípcios

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h35

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Trabalho quer aumentar rendimento do FGTS

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h16

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Câmara deixa governo livre para gastar R$ 62 bi

Escalada do "Jornal Nacional":

A Câmara aprova o texto principal do projeto que permite ao governo remanejar parte do Orçamento. Novas imagens mostram que o vazamento de óleo na bacia de Campos diminuiu, mas não foi interrompido. Anunciadas as punições a 70 instituições de ensino superior com desempenho ruim no Enade. Protestos obrigam os militares a antecipar as eleições no Egito. A Rússia critica as sanções impostas ao Irã por causa do programa nuclear. Um deputado tumultua a sessão no parlamento da Coreia do Sul. O Fundo Monetário Internacional cria uma linha de crédito para ajuda imediata a países endividados. Você vai conhecer o lado descontraído do campeão da Fórmula 1, Sebastian Vettel. Um estudo compara a qualidade de vida em mais de 20 cidades do planeta; a que representa o Brasil é São Paulo. 

Mais "Jornal da Record", "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 22h49

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A grande corrida ao smartphone

O site AllThingsD, ligado ao "Wall Street Journal", noticia que o Facebook fechou parceria com a taiwanesa HTC para produzir um smartphone no sistema Android, do Google, e com HTML5 como plataforma para aplicativos. O nome, por enquanto: Buffy, como na série de TV.

Na semana passada, o mesmo AllThingsD noticiou, com base em análise do Citigroup, que a Amazon vai lançar seu smartphone no quarto trimestre do ano que vem, em parceria com a FIH e a TMS, ambas também de Taiwan. Ele também seria baseado no Android.

Ao fundo, o site Launch informa, sob o título "Jeff Bezos ficou louco!", que a Amazon decidiu vender "qualquer smartphone que não seja iPhone por US$ 0,01", até segunda que vem, nos EUA. Entre outros modelos, Motorola Droid Razr, Samsung Galaxy S II e BlackBerry Torch 4G.

A Amazon parece estar indo diretamente contra a Apple nesta temporada de Natal. Bezos tem estratégia similar com o Kindle Fire, que a Amazon vende por US$ 199 _contra US$ 499 do iPad_ e analistas preveem que vai atingir 5 milhões em vendas no quarto trimestre.

Escrito por Nelson de Sá às 11h13

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Chevron sob risco, no país do futuro

"Wall Street Journal" e "New York Times" noticiam as multas impostas à Chevron, pelo vazamento de petróleo. Em coluna e vídeo, o "WSJ" diz que tanto as autoridades brasileiras como o mercado financeiro estão tendo uma "reação exagerada".
 
Já o "Financial Times" destaca que a Chevron "enfrenta possível banimento por causa de vazamento no Brasil", o que "envia sinal de aviso às empresas estrangeiras" envolvidas no pré-sal.

Ao fundo, o "FT" publica que a Arábia Saudita paralisou seu programa de US$ 100 bilhões, para expansão da produção. Agora, a Agência Internacional de Energia, que reúne os países compradores, prevê que o Iraque lidere o aumento na produção nos próximos anos, com Arábia Saudita em segundo, mas empatada com a produção de biocombustíveis e "com os suprimentos de petróleo de Brasil, Canadá e Cazaquistão".

O "WSJ" dá longa reportagem e vídeo sobre as multinacionais americanas, que na última década "acrescentaram empregos no exterior" (1,5 milhão na Ásia/Pacífico, 477 mil na América Latina) e "cortaram em casa" (864 mil), segundo dados do Departamento de Comércio:

O crescimento mais rápido no exterior se concentrou nos emergentes, como China, Brasil, Índia e Europa Oriental. 

"WSJ" e "FT" noticiam que a Direct Edge "se tornou a segunda grande bolsa americana", depois da BATS Global Markets, "a revelar planos para uma bolsa brasileira, em novo desafio potencial à dominante BM&F Bovespa". O projeto é se estabelecer no Rio.

O correspondente do "NYT", Simon Romero, escreve de Petrópolis sobre a redescoberta de Stefan Zweig, o escritor austríaco que cunhou a definição do Brasil como "país do futuro", derivado do título de seu livro de 1941, "Terra do Futuro". Cita, de Alcino Leite Neto, editor do Publifolha, que a importância de Zweig para o Brasil é comparável à de Alexis de Tocqueville para os EUA.

Escrito por Nelson de Sá às 10h22

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Cai esperança de que militares trarão democracia

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h29

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Protestos exigem saída de militares do poder

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h17

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ANP e Ibama punem Chevron por vazamento

Escalada do "Jornal Nacional":

Punição para o vazamento de óleo na bacia de Campos: a Agência Nacional de Petróleo e o Ibama anunciam multa para a empresa Chevron. Em uma série especial de reportagens, o que muda no Código Florestal brasileiro: as leis que regulamentam a convivência de atividades econômicas com a proteção do meio ambiente. O país em números: o Censo 2010 retrata avanços e falhas da Educação, o crescimento da presença da tecnologia na vida das pessoas e a realidade dos cidadãos brasileiros com deficiência. Aumenta a previsão do valor do salário mínimo do ano que vem. Nervosismo nos mercados internacionais: os Estados Unidos não conseguem fechar um acordo político sobre como cortar gastos e uma agência de classificação de risco ameaça rebaixar a nota da França. O acusado de tramar atentados em Nova York vai ao tribunal. Integrantes do conselho de transição do Egito pedem demissão em mais um dia de protestos e violência no Cairo.  

Mais "Jornal da Record", "SBT Brasil" e "Jornal da Band".

Escrito por Nelson de Sá às 21h38

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Bradley Manning, dia 16

569 dias ou "um ano, seis meses e três semanas depois de ser preso", Bradley Manning, acusado de ser a fonte dos segredos americanos vazados via WikiLeaks, terá finalmente sua primeira audiência na Justiça, no próximo dia 16, em Fort Meade, Maryland.

De Daniel Ellsberg, lendário "whistle-blower" dos Papéis do Pentágono, que vazou para o "New York Times" e aceleraram o fim da guerra do Vietnã, no site da rede de apoio a Manning:

As acusações contra Bradley Manning são um indiciamento da obsessão do nosso governo com o segredo. Manning é acusado de revelar atividades ilegais de nosso governo e de seus parceiros corporativos que precisam ser trazidas ao conhecimento do povo americano. O governo Obama não tem coragem de enfrentar os crimes e injustiças que agora estão expostos.

Escrito por Nelson de Sá às 16h49

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"FT" vence aposta contra o iTunes

O MediaPost informa que "a grande aposta do 'Financial Times' contra o modelo de assinatura de aplicativos da Apple deu certo, a ponto de alcançar 1 milhão de usuários desde junho" com seu web app, "aproveitando a funcionalidade do HTML5".

Em estratégia oposta à do "New York Times", tirou seu aplicativo do iTunes para não pagar os 30%, entre outras exigências, da Apple. E agora o FT Web app responde por 20% do tráfego no site do "FT" e por 15% das novas assinaturas.

Por outro lado, ainda não saíram os números de venda do Kindle Fire, concorrente do iPad, mas a Amazon já contratou um segundo fabricante taiwanês para produzir o aparelho, informou o site Digitimes. Além da Quanta, entra agora também a Foxconn.

Foxconn que já estaria preparando a produção de um Kindle Fire de 8,9 polegadas, para lançamento no segundo trimestre do ano que vem. O Kindle Fire foi lançado com 7 polegadas. O iPad tem 9,7 polegadas.

Escrito por Nelson de Sá às 13h28

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News Corp. e Disney entre nós

Apesar da resistência da Globo, acionista das operadoras Net e Sky, "está marcada para fevereiro a estreia do Fox Sports no Brasil", informa o "Meio & Mensagem" desta semana.

Em versão "100% nacional" e com os direitos de transmissão da liga inglesa e também da Libertadores, que tirou do SporTV, da Globosat, o canal da News Corp. terá sede no Rio e entrará no lugar do canal Speed:

O presidente da Globosat, Alberto Pecegueiro, afirmou que tentaria negociações diretas com os clubes da América do Sul para ter alguns dos principais jogos da Libertadores. No entanto, na visão do Fox Sports, ainda que o SporTV tenha força junto aos brasileiros, com os adversários estrangeiros não é a mesma coisa. Na América Latina, o peso da Fox Sports junto aos times e à Conmebol, que organiza o campeonato, dá segurança de que seguem valendo seus contratos.  

E a revista "IstoÉ" desta semana publica que "Paulo Henrique Cardoso, filho do ex-presidente FHC, pode ser testa de ferro do grupo americano Disney" na rádio Itapema de São Paulo, rebatizada como rádio Disney.

Ele "se apresenta para os órgãos públicos como o acionista majoritário" da rádio, mas "na Junta Comercial quem aparece na posição de sócia majoritária é a ABC Venture", cujo "endereço na Califórnia é o mesmo de outras empresas da Disney, como a rede ABC", e cuja "responsável legal é Marsha Reed", executiva da Disney.

A Disney é também dona da ESPN _dos canais esportivos, da rádio Estadão/ESPN e da revista "ESPN".

Escrito por Nelson de Sá às 12h00

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Vazamento ameaça Chevron no pré-sal

No alto da página 8, o "New York Times" destacou no sábado que as autoridades brasileiras criticam a Chevron pelo vazamento de petrólo na bacia de Campos, "ameaçando multa e prisão". Diz que o episódio "representa um desafio para a Chevron na América Latina". Também no "China Daily".

Já o "Wall Street Journal", sob o título "Mea culpa da Chevron em vazamento", destaca hoje que a segunda maior companhia de petróleo dos EUA admitiu "total responsabilidade". Para o jornal, o caso "pode complicar a prospecção da Chevron" no pré-sal.

A Polícia Federal "investiga se a Chevron tentou atingir o pré-sal ao perfurar o poço", informa o "Estado".

A Folha informou no ano passado, com base nos despachos diplomáticos dos EUA revelados via WikiLeaks, que o então candidato José Serra prometeu a Patricia Pradal, diretora da Chevron, sobre o pré-sal: "Deixa esses caras [do PT] fazerem o que quiserem. Nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava. E nós mudaremos de volta".

Por outro lado, informa o "WSJ" em entrevista em vídeo com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a estatal brasileira "recebeu dezenas de ofertas pelos US$ 13,6 bilhões em ativos que colocou à venda".

Em longa reportagem, o "CD" destaca hoje que a "política para frango não vai fazer voar penas", dizendo que o Brasil quer "diversificar suas exportações para a China", para semi-manufaturados, e o setor "é um microcosmo do comércio entre" os dois países e seus desafios.

Abre o texto dizendo que Adriano Zerbini, da Associação Brasileira dos Exportadores de Frangos, "tem recebido um número cada vez maior de ligações de chineses", mas não pode atender às encomendas, pois muitos produtores ainda não foram liberados pela China. Para os jornal, os dois países precisam de maior conhecimento mútuo para avançar no setor e nos demais.

O "Financial Times" noticia que o China Construction Bank, o segundo maior do mundo em empréstimos, negocia a compra de um pequeno banco brasileiro para abrir uma subsidiária. Bancos chineses buscam entrar no Brasil para "servir ao comércio crescente com a região e para encorajar exportadores sul-americanos a comercializar na moeda chinesa, em vez do dólar".

Em caderno especial, o "FT" diz que os bancos ocidentais, "em meio a regras mais rígidas e preocupações com a economia, estão se expandindo em novos mercados" e até facilitando os negócios diretos entre emergentes, como Índia e Brasil, sem passar mais por EUA e Europa.

Sobre o Brasil, os dois correspondentes destacam que a compra de parte dos ativos brasileiros no pré-sal da portuguesa Galp, pela chinesa Sinopec, foi "um alívio para os bancos de investimento", que enfrentam "uma seca" no serviço de compras e aquisições no país.

No artigo "A década perdida do turismo da América", o presidente da Associação de Viagens dos EUA, Roger Dow, diz que seu país "perdeu o boom da última década por causa de atrasos de vistos". Exemplifica com as atribulações burocráticas que uma família de Manaus enfrenta nas representações diplomáticas para viajar aos EUA, em contraste com a facilidade para a Europa.

Elogia a secretário de Estado, Hillary Clinton, por tentar muda o quadro na China e no Brasil. E lembra que "turistas da China, da Índia e do Brasil estão em primeiro, segundo e quarto lugares nos gastos totais, quando conseguem entrar nos EUA".

Escrito por Nelson de Sá às 10h34

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China teme longa recessão global

 

Para edições, NYT/índice/Nm, CD/Nm, WSJ/Nm e FT. Para sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 10h10

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CNJ apura enriquecimento por venda de sentenças

Para edições, FSP/índice/Nm, VE, OG/Nm e ESP/Nm. Para sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 09h47

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Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
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