Nelson de Sá

Toda Mídia

 

23 horas para liberar a rodovia dos Imigrantes

Escalada do "Jornal Nacional" de 16.9:

23 horas de interdição e 270 veículos engavetados. Nossos repórteres acompanharam o trabalho para a liberação da rodovia dos Imigrantes. A polícia do Rio identifica uma quadrilha especializada em roubo de relógios de luxo. Seca prolongada deixa cidades do sertão do Piauí em situação de emergência. O aumento do imposto já afeta a venda de carros importados nas concessionárias. Parte de uma das maiores safras de laranja da história pode acabar no lixo. A ONU reconhece oficialmente o conselho rebelde da Líbia. A mil dias da Copa do Mundo no Brasil, como está a seleção para a campanha do hexa.  

Do "Jornal da Record":

A primeira prisão do assalto milionário ao banco da avenida Paulista. Pedreiro é surpreendido com dinheiro, joias e pedras preciosas. 23 horas: foi o tempo para liberar a rodovia do mega engavetamento. Mil dias: é quanto falta para a Copa do Mundo. Dois mil presos: é o resultado de operação da polícia chinesa contra o crime organizado. Dois pra lá, um pra cá: na série especial, a dança que aproxima e diverte os solitários.  

E do "SBT Brasil":

Essa vem de Maceió: o jegue Robinho foi dar suas pedaladas na praia mais famosa da capital alagoana. Por que esse tal de Bob Esponja apanhou no meio da rua? [vídeo de pessoa fantasiada de Bob Esponja] Depois que as fotos da atriz Scarlet Johansson nua vazaram na internet, como fazer para limpar o nome na rede. O "SBT Brasil" também vai tirar as dúvidas sobre antibióticos: o que é mito ou realidade sobre esses remédios. Xô estresse: com a chegada do dalai lama a São Paulo, uma monge budista ensina o paulistano a pôr o pé no freio. A contagem regressiva dos mil dias para a Copa.

Escrito por Nelson de Sá às 00h06

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Orkut, 37,1 milhões. Facebook, 28,5 milhões

Segundo a comScore, em agosto o Orkut registrou 37,1 milhões de visitantes únicos contra 28,5 milhões do Facebook.

Segundo o Ibope, dias antes, em agosto o Facebook registrou 30,9 milhões de usuários únicos contra 29 milhões do Orkut.

Comenta Julio Hungria, do Blue Bus:

Diferença de metodologia? Muuita diferença pra ser só isso, não parece?

Escrito por Nelson de Sá às 18h42

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iPhone 5, o hype

"Sony vai desafiar iPad com Tablet S", destaca o "Financial Times", desafeto da Apple, sobre o aparelho que chega às lojas no fim de semana.

Mas é do iPhone que todos estão falando, de novo. Já estão no ar no "New York Times", hoje próximo da Apple, as supostas primeiras fotos do iPhone 5. Ou pelo menos daquilo que o site da empresa Case-Mate apresentou ontem por algumas horas como iPhone 5, com sua própria capa, indo parar no blog BGR. O "NYT" anota que pode ser "tática de relações públicas" da Case-Mate, mas checou na Apple e as imagens seriam "potencialmente autênticas".

O lançamento é "em semanas" ou daqui a um mês, 15 de outubro. Entre as novidades, seria mais leve e fino, com uma câmera de oito megapixels, contra os atuais seis, e um processador mais rápido. Possivelmente, também estrearia pagamento móvel, funcionando "como passar um cartão de crédito num terminal", só para clientes com conta no iTunes.

Escrito por Nelson de Sá às 13h10

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Uma mudança drástica no consumo de mídia

O Google vai lançar um concorrente para o Flipboard, o aplicativo para leitura do conteúdo de redes sociais e de notícias via iPad, informam o blogueiro Robert Scoble e o site AllThingsD. O nome é Propeller e ainda não há data de lançamento. Está sendo desenvolvido para iPad e Android.

Em 2010, o Google tentou comprar o Flipboard, que recusou. O mercado para aplicativos de leitura, além do Flipboard, escolhido "aplicativo do ano" pela Apple, já amontoa Pulse, ZiteEditions e Livestand.

O AllThingsD, que é ligado ao "Wall Street Journal", comenta que "todos esses aplicativos são parte de uma mudança drástica nos hábitos dos consumidores de mídia, ajudando-os a navegar pelas muitas fontes sociais e de mídia _como Facebook, Twitter e sites de notícias_ usando interface vistosa e tecnologia de toque". E o site Poynter já pergunta:

O Flipboard trabalha duro para formar parcerias com publicações, e várias já estão compartilhando conteúdo e receita publicitária. O Google também vai estender a mão às publicações para licenciar conteúdo e parcerias publicitárias para o Propeller?

Escrito por Nelson de Sá às 11h52

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Contra a onda de importações

No "Wall Street Journal", o correspondente Gerald Jeffris publica que o "Brasil se move para proteger montadoras locais", contra "uma onda crescente de importações causada em grande parte pela valorização do real e pelo enfraquecimento dos países desenvolvidos, que levou montadoras a dirigir seus carros para economias mais saudáveis como o Brasil".

Ouve, do ministro Guido Mantega, que a elevação do IPI "vão permitir que as fábricas que investiments e criam empregos se mantenham crescendo". E cita elogios da associação dos fabricantes, Anfavea, e críticas da associação dos importadores, que representa Suzuki, Jac, Kia etc.

A "Economist" publica e o "Financial Times" ecoa que o "Brasil toma pequenos passos [baby steps] na direção de impostos menos complicados",  dizendo que "Dilma Rousseff tenta racionalizar os impostos inter-estaduais e tem recusado as solicitações dos governadores de reintroduzir um imposto sobre transações financeiras", a CPMF, além de preparar "a extensão do Super Simples para empresas de tamanho médio".

"WSJ" e "FT" noticiam pesquisa da britânica Czarnikow, que prevê aumento nos custos da produção de açúcar e etanol no Brasil.

O "FT" reporta que as "descobertas brasileiras da BG está tentando grupos de petróleo chineses" como CNPC e Sinopec, que "cercam" a companhia britânica e já iniciaram negociações para obter participação minoritária.

O "FT" também informa que o maior banco de investimentos do Brasil, BTG Pactual, espera realizar abertura de capital no ano que vem, "como uma das opções para financiar uma expansão ambiciosa na América Latina". Também planeja fortalecer sua presença na Ásia, com uma aliança estratégica com a chinesa Citic, segundo o jornal.

O "China Daily" volta a destacar "Uma grande ideia que merece crédito": a criação de uma nova agência de classificação de risco "liderada pelos Brics, para rivalizar com S&P, Moody's e Fitch". O autor, Ahmed Sule, sublinha que ela teria que ser reconhecida pela SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA, e por outros países asiáticos e do Oriente Médio.

O "FT" relata que o mercado de ações da Índia está em "modo de espera" após a elevação de 0,25 no juro pelo banco central e da expectativa de que a inflação estará "sob controle nos próximos dois meses". O jornal anota que "Brasil, Turquia e Coreia do Sul cortaram ou mantiveram as taxas, apesar da inflação, sinalizando mudança no foco, dos preços para a desaceleração global. Diz Vaibhav Agarwal, da corretora indiana Agarwal:

Há três meses, a inflação era a maior preocupação. Agora os mercados estão olhando os sinais globais, que vão determinar o caminho.

Escrito por Nelson de Sá às 10h24

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Fazendo a tirania pagar

Em artigo com a ilustração acima, hoje no "New York Times", a cientista política americana Kathryn Sikkink defende o processo contra ditadores derrubados no Oriente Médio, na América Latina e na África. E cita um estudo para questionar o argumento recorrente de que tais ações ameaçam a "estabilidade" dos países democratizados:

Comparando países como Argentina e Chile, que realizaram julgamentos sobre direitos humanos, com aqueles como o Brasil, que não o fizeram, levantei que não tendem a minar a democracia ou causar violência. 

Pelo contrário:

Na América Latina, os jovens oficiais militares só têm de olhar para Argentina e Chile, onde 81 e 66 indivíduos foram condenados por crimes durante suas ditaduras, para absorver a lição de que a possibilidade de punição é muito maior do que foi no passado. Isso pode ajudar a explicar por que os golpes militares são agora tão raros na região. 

Sob o título "Dilma pode se permitir perder alguns ministros", o "Financial Times" ouve, do cientista político Cláudio Couto, da FGV:

Todos os escândalos são de certa forma bons para ela, não só porque reforçam sua imagem pública de estar preocupada com a corrupção, mas também porque ela pode realmente melhorar a capacidade administrativa pública de fornecer serviços públicos.

Em longo perfil, o "NYT" relata como o brasileiro Sinomar Godois Tavares se divorciou, se aposentou, encontrou uma namorada com a metade de sua idade e resolveu viajar de moto desde a Terra do Fogo, na Argentina, até o Alasca, nos EUA. O jornal encontrou o "Velho Doido Motociclista" ("Crazy Oldman Rider"), como diz seu cartão de visitas, no centro de Manhattan, de verde-e-amarelo, com a moto e a namorada.

Escrito por Nelson de Sá às 09h02

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BCs dos países ricos se unem para salvar bancos

 

 

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Escrito por Nelson de Sá às 08h28

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Dilma taxa carro que não for 65% nacional

 

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Escrito por Nelson de Sá às 08h12

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Engavetamento gigante fecha rodovia em SP

Escalada do "Jornal Nacional":

O governo aumenta impostos de veículos com menos de 65% de componentes nacionais. Bancos centrais anunciam ajuda a países europeus endividados. Escolhido o substituto do ex-ministro do Turismo Pedro Novais, do PMDB do Maranhão. É Gastão Vieira, também do PMDB do Maranhão. A Anvisa decide proibir a venda de um tipo de mamadeira plástica. Dívidas de condomínios não reclamadas na Justiça vão prescrever em cinco anos. Palestinos querem ter representação plena na Organização das Nações Unidas. Nasa descobre um planeta que gira em torno de dois sóis. Divulgada uma foto do responsável pelo massacre na Noruega minutos antes da explosão. Um funcionário causa prejuízo bilionário ao maior banco da Suíça. Especialistas contam como se faz o drible que Leandro Damião aplicou ontem em um argentino. 

Do "Jornal da Record":

Engavetamento gigantesco fecha uma das principais rodovias do país. Você vai ver o socorro às vítimas e o congestionamento que isolou a Baixada Santista. O mistério de Bianca: polícia investiga assassinato de jovem encontrada morta em casa. Economia solidária: moradores da Cidade de Deus ganham moeda exclusiva. Amigos de verdade: reportagem mostra o dia em que solitários da internet tiveram um encontro cara a cara. 

E do "SBT Brasil":

Caso encerrado: Edmundo se livra de processo por morte de três pessoas em acidente de trânsito. 70 veículos se envolvem em engavetamento gigante em rodovia de São Paulo. Clássico Brasil e Argentina ficou no zero a zero. Recuperado, técnico Ricardo Gomes melhora e vai receber alta. Fanfarrona: prefeita afastada por corrupção volta ao cargo e chama banda para comemorar. 11 milhões de habitantes e São Paulo não tem nenhum banheiro público nas ruas. Notícia boa: Brasil reduz diferença entre ricos e pobres. Nova moeda começa a circular em favela do Rio.

Escrito por Nelson de Sá às 21h36

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A verdadeira Sarah Palin?

Garry Trudeau, da tira Doonesbury, que sai por "Washington Post" e outros, vem publicando nesta semana uma sequência baseada num novo livro sobre Sarah Palin, ex-governadora do Alasca e ex-candidata a vice pelo Partido Republicano. Na série, o personagem Roland Hedley, repórter da Fox News, instruído pelo editor a distorcer o conteúdo em favor de Palin, lê trechos do original e reedita para que soem bem para ela.

Na segunda, o "Chicago Tribune" já não publicou e anunciou a suspensão da tira esta semana por "não manter nossos padrões de equidade".

Acima, na edição de hoje, Hedley diz que, segundo o livro, ela teve um "encontro romântico" com Glen Rice, estrela do basquete americano.

No "New York Times" de hoje, Janet Maslin resenha "The Rogue - Searching for the Real Sarah Palin". Descreve a maior parte das informações do livro como "datadas, triviais e facilmente acessíveis pela internet" ou então "fofoca cáustica e sem confirmação". Mas republica os relatos sobre Glen Rice, "que é negro", e sobre consumo de cocaína e maconha.

E o Daily Beast já traz "os seis vazamentos mais saborosos" do livro, que será lançado formalmente no dia 20, Kindle inclusive.

Escrito por Nelson de Sá às 12h22

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Brics ao resgate? Talvez

O "Financial Times" noticia que "Dilma diz que Brasil apoia um resgate da zona do euro", destacando a declaração de que "o Brasil sempre estará disposto a participar de qualquer esforço internacional".

O mesmo "FT" levanta dúvidas sobre a ideia de resgate europeu pelos Brics, no editorial "Sem almoço grátis da China para a Europa". Diz que o "quarteto Bric" tem trilhões em reservas, mas a "visão sedutora" de que possam encerrar rapidamente "a crise de dívida soberana e bancária da zona do euro é miragem". Avalia que "os quatro não falam com uma só voz no mundo nem coordenam suas ações", e a China "não entrega almoço grátis, nem a Europa tem direito de esperar isso", devendo antes aceitar a mensagem chinesa de fazer a lição de casa. De todo modo:

Os benefícios políticos potenciais da iniciativa são óbvios. É lembrança pertinente de que os Brics estão conscientes não só da importância da estabilidade do mercado financeiro, mas da redistribuição do poder econômico global do Ocidente para o Oriente e o Sul.  

O "China Daily" já traduziu o editorial do "FT".

Em blogs e colunas, o "FT" é ainda mais resistente. Para Alan Beattie, editor de economia, "Brics ao resgate da zona do euro? Não". Argumenta que o Brasil, por exemplo, jamais socorreria seu "ex-mestre colonial".

Jerome Booth, do fundo londrino Ashmore, voltado para emergentes, também não recomenda, dizendo que os títulos europeus são "investimento muito ruim". Diz que a melhor ajuda que os Brics podem dar à Europa é aumentar a demanda global agregada com "grandes projetos de infraestrutura, de muitos trilhões, nos mercados emergentes".

Ao fundo, o "Wall Street Journal" ouve duas autoridades indianas anônimas, do ministério das finanças e do banco central, contrárias ao resgate, argumentando não ter reservas para arriscar.

O "CD" informa que o Fórum Econômico Mundial soltou relatório apontando 16 empresas de países em desenvolvimento como "Novas Campeãs de Sustentabilidade", inclusive chinesas e as brasileiras Balbo e Natura.

O jornal também noticia, com Xinhua, que o "Brasil reporta que todas as obras para a Copa do Mundo estão nos trilhos".

Já o "WSJ" noticia que "Rousseff, do Brasil, perde quinto ministro".

Escrito por Nelson de Sá às 09h30

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Na Líbia pós-Gaddafi, cresce influência islâmica

 

  

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Escrito por Nelson de Sá às 08h37

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Deputado ligado a Sarney assume Turismo

 

 

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Escrito por Nelson de Sá às 08h10

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Mais um ministro sai do governo Dilma

Escalada do "Jornal Nacional":

O ministro do Turismo, Pedro Novais, pede demissão. É o quarto a deixar o governo Dilma por envolvimento em suspeita de irregularidades. O ritmo na criação de empregos com carteira diminui em agosto. A China aceita ajudar Europa endividada, mas faz exigências. JN no Ar: na segunda reportagem sobre a reserva Raposa Serra do Sol, como vivem os não índios que tiveram que deixar suas propriedades. O governo dilata prazos para obras de mobilidade da Copa do Mundo. Em supermercado de São Paulo, trabalhadores do setor experimentam as dificuldades de uma pessoa idosa.  

Do "Jornal da Record":

De novo a polícia fora da lei: em São Paulo, PM que denunciou colegas de quartel foi executado na porta de casa. No Rio, inquérito aponta quatro policiais como assassinos de um menino de onze anos. Mais um ministro sai do governo Dilma. Os detalhes exclusivos do depoimento secreto de Durval Barbosa no inquérito sobre pedofilia. Casa da solidão: na série especial, solitários que dividem o mesmo teto. 

E do "SBT Brasil":

Um dos maiores lutadores da história do país: Popó larga o terno de deputado e volta a treinar para luta final. Luta diária: o dia de um professor que trabalha três turnos para ganhar R$ 3 mil no fim do mês. Memórias de um atentado que chocou o mundo há 50 anos. Os fãs de Amy Winehouse ganham presente no dia em que a cantora completaria 28 anos.

Escrito por Nelson de Sá às 22h10

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Facebook pisa no freio

Na manchete do "Financial Times", fim do dia, "Facebook adia IPO até o final de 2012". O lançamento de ações "era esperado para abril de 2012" e "poderia virar até este ano". Mas agora Mark Zuckerberg "quer esperar até setembro ou depois".

Groupon e Zynga também estão postergando seus IPOs devido à "recente turbulência do mercado, mas os planos do Facebook foram estabelecidos segundo interesses internos, dizem pessoas próximas à empresa". O argumento dado é que Zuckerberg "quer manter os funcionários focados no desenvolvimento de produtos em vez de num pagamento".

Também na manchete on-line, o "Wall Street Journal" destaca que "mais da metade dos IPOs nos EUA este ano, inclusive Pandora Media e Renren, estão sendo negociados abaixo do preço da oferta, um pano de fundo agourento para quaisquer empresas com esperança de abrir capital".

Escrito por Nelson de Sá às 18h46

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E o escândalo continua

A comissão parlamentar que investiga no Reino Unido o escândalo dos grampos da News Corp, de Rupert Murdoch, afirmou que vai reconvocar seu filho James para novo depoimento, informa o "New York Times".

Um grupo de acionistas da News Corp. abriu uma ação nos EUA contra Rupert, seus filhos James e Lachlan e o número 2 da corporação, Chase Carey, por má conduta não apenas no Reino Unido, mas também em duas subsidiárias americanas, informam "Guardian" e o Yahoo News.

E a Austrália vai abrir um inquérito independente sobre a mídia no país em resposta às críticas aos jornais da News Limited, subsidiária da News Corp., informa o "Telegraph".

Por fim, Rupert Murdoch "há muito diz que deseja ser sucedido por um de seus filhos", mas "o escândalo na News Corp. ameaça essa perspectiva", informa o "Wall Street Journal", que é do próprio Murdoch.

Escrito por Nelson de Sá às 11h04

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Brics ao resgate?

"Wall Street Journal" e "Financial Times" destacam que os "Gigantes emergentes estudam ajuda à Europa" ou "Brics vão debater possível ajuda à Europa", em encontro na semana que vem, em Washington. Foi o que informou o ministro Guido Mantega, citado por ambos. O "FT" anotou que a notícia havia saído no "Valor" e verte a reportagem para o inglês.

O "WSJ" ouve Eswar Prasad, da Universidade Cornell, que não espera "US$ 100 milhões de ajuda", mas diz que, se os emergentes comprarem títulos europeus, "pode ter um leve impacto sobre a confiança". O "FT" ouve Tony Volpon, do banco Nomura, para quem uma resposta coordenada dos Brics "pode dar ao mercado esperança de que a coordenação de política está de volta", como aconteceu com o G20, em 2008.

Em vídeo, o site do "WSJ" já debate "Brics aos resgate?", noticiando ainda que o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao declarou apoio à Europa, "mas nada específico". E que o secretário de assuntos econômicos da Índia confirmou o tema para o encontro de ministro de finanças dos Brics, em Washington, mas "a ideia foi jogada sobre nós pelo Brasil.

Ao fundo, em análise sobre o setor bancário chinês e brasileiro, o "FT" cobra reformas nas instituições financeiras da China e volta a ecoar um artigo que publicou há três meses, de dois gerentes de um "hedge fund" londrino, apostando em uma crise de crédito no Brasil. 

O "WSJ" noticia que o banco de exportações e importações da China negocia um financiamento de US$ 200 milhões à Amaggi, "uma das maiores empresas agrícolas do Brasil". E que a indiana Suzlon anunciou parceria com empresas chinesas de energia de vento para investimentos no Brasil, na África do Sul e em países desenvolvidos como os EUA.

Em longa reportagem, a correspondente Samantha Pearson descreve no "FT" como a "onda de compra de veículos no Brasil estimula o setor de peças", que enfrenta concorrência externa.

E o correspondente do "FT" em Washington informa que "os EUA se preparam para ampliar o abandono da exigência de visto". Já "preparou o terreno para que cidadãos de países como Brasil e Polônia viajem à América sem visto, em decisão que pode ajudar a levantar uma indústria de turismo que perdeu força depois dos ataques de 11 de setembro de 2001".

Escrito por Nelson de Sá às 09h30

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Orçamento Participativo lá

O "New York Times" destaca que quatro vereadores de Nova York, dois democratas do Brooklyn, um de Manhattan e um republicano de Queens, "intrigados pelo experimento iniciado no Brasil de deixar os cidadãos determinarem como o governo usa o dinheiro do imposto", permitirão que suas comunidades decidam como gastar US$ 4 milhões este ano:

Conhecido como Orçamento Participativo, é usado há anos em algumas cidades brasileiras e está sendo agora usado em partes da África, Ásia e Europa, mas o único paralelo nos EUA é em Chicago. 

Lá, foi introduzido há dois anos pelo vereador Joe Moore, da região norte de Chicago, que comenta:

É de longe a iniciativa mais popular que eu já adotei.

Escrito por Nelson de Sá às 08h54

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Renda nos EUA cai aos níveis de 15 anos atrás

 

 

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Escrito por Nelson de Sá às 08h23

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Haddad quer mais dias letivos ou horas por dia

 

 

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Escrito por Nelson de Sá às 08h08

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EUA tem 46 milhões abaixo da linha da pobreza

Escalada do "Jornal da Record":

Tiroteio acorda bairro paulistano: bandidos armados com fuzil enfrentam a polícia; na perseguição, viatura capota no meio da rua. Do cruzeiro ao real: quadrilha falsificava dinheiro há mais de 20 anos. Miséria dos ricos: EUA tem 46 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza. Imagens desta terça-feira: mutirão para salvar um motociclista; perseguição acaba em acidente; choque entre ônibus e trem mata 11 pessoas. Papa pode ser julgado por acobertar padres pedófilos. A voz amiga: na série especial de Carlos Dorneles, solitários que tem um rádio como companhia. 

Mais "Jornal Nacional" e "SBT Brasil".

Escrito por Nelson de Sá às 22h24

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Mais sobre a invasão estrangeira na publicidade

O publicitário Agnelo Pacheco envia algumas observações sobre a reportagem "Múltis já controlam publicidade no país", que publiquei no final da semana, inclusive entrevistas com Martin Sorrell, do britânico WPP, e Maurice Lévy, do francês Publicis, também aqui:

Antes de tudo quero cumprimentá-lo pela excelente matéria "Multis já controlam publicidade no país".
Nela, você aborda o que ninguém poderia imaginar no início dos anos 90: o domínio do mercado por parte das agências multinacionais.
A minha agência, a Agnelo Pacheco, com escritórios completos em São Paulo, Rio e Brasília, emprega 140 profissionais e nos últimos 15 anos recebeu 11 propostas de compra de multinacionais. Só nos últimos cinco anos, fomos procurados por seis agências multinacionais interessadas em se associar à nossa agência ou na compra de uma parte inicialmente e da totalidade três anos depois. Estudamos cada uma das propostas e recusamo-nas, pois preferimos continuar apostando no mercado brasileiro.
E quem vive o dia a dia da propaganda sabe que, hoje, uma grande parcela dos comerciais que passam na televisão são peças criadas e produzidas fora do Brasil. Isto gera menos empregos e menores oportunidades e faz com que a criatividade e o talento brasileiros em propaganda, que já esteve entre as três melhores do mundo, perca o seu espaço. É só comparar o número de Leões de Ouro que o Brasil tem hoje no Festival Internacional de Publicidade de Cannes na categoria de filmes publicitários com os Leões que conquistávamos há 12 anos.
Quanto aos clientes multinacionais, a imensa maioria vem alinhada internacionalmente, ou seja, escolhem aqui as filiais das agências que os atendem lá fora. Até concordo com o que afirma o profissional, que respeito, Orlando Marques sobre o "duro que dá para manter as contas aqui". Tudo bem, isso é verdade. Mas, se ele não trabalhar bem, o seu cliente multinacional vai procurar outra agência internacional, de preferência do seu próprio grupo.
Outro ponto que merece uma matéria especial é a presença das agências multinacionais nas contas públicas de publicidade, principalmente no governo federal, algo que só ocorre no Brasil e em alguns países da África. Imagina se uma agência brasileira tenta ganhar uma conta publicitária do governo dos Estados Unidos, da França, da Itália, da Espanha ou da Inglaterra, por exemplo. Não vai passar nem pela recepção dos órgãos governamentais destes países.
O Banco do Brasil acaba de assinar contrato com três agências, das quais apenas a Giacometti é totalmente brasileira. As outras duas, Master e Lew/Lara, são associadas a grupos multinacionais de agências. Isso quer dizer que uma boa parte do resultado financeiro obtido pela operação da conta publicitária do Banco do Brasil será, certamente, depositada e operada com bancos fora do Brasil. O banco é do Brasil, mas dois terços das agências que passam a atendê-lo são multinacionais.
Outra situação estranha: o Banco Central do Brasil é atendido por uma multinacional chamada Giovanni/DraftFCB. É o mesmo que o governo Obama entregar a uma agência brasileira a conta do Tesouro americano.
O interesse dos grupos multinacionais pelo mercado brasileiro se dá, principalmente, pela facilidade de acesso que têm às contas publicitárias no governo federal, algo que não acontece nos governos estaduais. O governo do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Minas Gerais, da Bahia e de todos os outros Estados trabalham só com agências brasileiras, como era até o governo FHC.
Além do Banco Central e do Banco do Brasil, veja onde estão as agências multinacionais: Caixa Econômica Federal – BorghiErh Lowe; Ministério da Cultura – DM9DDB; Ministério da Justiça – DM9DDB; Ministério da Saúde – BorghiErh Lowe; Ministério do Turismo – 141 Soho Square; Petrobras Distribuidora – Master; Petrobras – Petróleo Brasileiro S/A – F/Nasca, Saatchi & Saatchi; Presidência da República – Secom – 141 Soho Square.
Somando-se o alinhamento internacional das contas de multinacionais (grandes anunciantes) a uma boa parcela das contas governamentais, é natural o crescimento das agências multinacionais no Brasil. E, se voltarmos aos tempos em que o Brasil era considerado um dos três melhores países do mundo em criatividade na propaganda, vemos que todo este brilho vinha de publicitários brasileiros trabalhando para agências brasileiras.
Se há anos o governo brasileiro, com justa razão, vem exigindo que os grupos de comunicação, como jornais, revistas, emissoras de televisão e rádio, tenham participação majoritária de brasileiros, por que permitir esta abertura para agências multinacionais nas contas governamentais, algo observado só no Brasil e em poucos países da África?
Ficou longo, Nelson, mas eu precisava esclarecer pontos importantes para o mercado das agências brasileiras neste encolhimento que a sua matéria destaca.

Escrito por Nelson de Sá às 18h28

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No cabo, às claras, o controle estrangeiro

Dilma Rousseff sancionou, afinal, a lei que abre o cabo para as teles e define cotas de programação nacional na TV paga. De Valdo Cruz e Sofia Fernandes:

O governo estima que o número de assinantes [cabo e satélite] vai dobrar, passando para 22 milhões, pelo aumento da concorrência

A regulamentação sai em 180 dias, mas, informa Samuel Possebon:

Algumas mudanças devem acontecer imediatamente no mercado. A primeira será a solicitação, pela Net, da mudança do controle societário, que será assumido pela [mexicana] Embratel. É provável que a [espanhola] Telefônica faça o mesmo em relação à TVA.  

E a francesa GVT já lançou ontem sua TV por assinatura.

Escrito por Nelson de Sá às 12h52

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China & Brasil

O estatal "China Daily" publica na edição de hoje um caderno especial de 12 páginas sobre o Brasil, abrindo com a foto dos presidentes Dilma Rousseff e Hu Jintao na cúpula Brics, em abril, e o enunciado "China e Brasil forjam um futuro comum". Diz que, embora tenham relação que remonta a 200 anos, houve uma lacuna no fim do século 20, o que mudou a partir de 2004 com a visita de Hu ao país.

O jornal destaca, do chanceler Antonio Patriota, que "há uma relação muito visível e mutuamente benéfica entre Brasil e China, mas nós gostaríamos de torná-la mais sofisticada para que ambos nos beneficiássemos ainda mais".

Ressalta ainda a relação em mineração e energia, com o ministro Edison Lobão, entrevista Jose Carlos Martins, executivo da Vale, e Carlos Wizard Martins, da escola de línguas Wizard, entre outros.

Escrito por Nelson de Sá às 09h35

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O lado escuro da ascensão do Brasil

Na capa do "Wall Street Journal", o correspondente John Lyons escreve sobre "o lado escuro da ascensão do Brasil". A moeda do país "é agora a mais sobrevalorizada do mundo, e muitas fábricas não são competitivas nos mercados globais". Foi o que levou o Banco Central a cortar os juros, o que "arrisca induzir inflação". Porém, "de fato, há alguns sinais de que a economia brasileira começa a desacelerar". E o real "se enfraquece 6% em relação ao dólar desde o corte".

Em galeria de fotos na Flórida, o jornal mostra que "os brasileiros compram até cair" ou "como loucos", estimulados pela moeda forte.

No "Financial Times", o correspondente volta a ecoar vozes do mercado financeiro, como Goldman Sachs e Nomura, contra o corte de juros por Alexandre Tombini, presidente do BC. E o colunista Gideon Rachman vê ameaça de retorno do protecionismo, com as intervenções de Suíça e Brasil no câmbio.

O "China Daily" cobre o terceiro Fórum de Investimentos América Latina-China, promovido pela revista e consultoria LatinFinance, de Miami. Listando os investimentos chineses na região, inclusive petróleo, eletricidade, telecomunicações e equipamentos eletrônicos no Brasil, diz que o evento "se tonrou um lugar proeminente" para bancos e corporações chinesas entrarem em contato com os colegas letino-americanos.

Em especial sobre a indústria militar, o "FT" relata como anda o longo processo de compra de caças pelo Brasil, com a disputa entre Dassault, Boeing e Saab se voltando agora para a transferência de tecnologia, mas sem perspectiva de encerramento.

No site do "New York Times", com AP, e também no "WSJ" e no "CD",  "Leila Lopes, de Angola, é coroada Miss Universo". Em segundo lugar, Priscila Machado, do Brasil. "Angola, como o Brasil, é uma ex-colônia de Portugal."

Escrito por Nelson de Sá às 08h45

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Alemanha hesita em agir. Caem bancos franceses

 

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h09

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Brics estudam elevar reservas em euro

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 07h54

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Aluno de escola pública melhora, mas nota é baixa

Escalada do "Jornal Nacional":

Estudantes do ensino médio apresentam suas notas: alunos de escolas públicas melhoram, mas maioria tem notas abaixo da média. Santa Catarina: moradores de Rio do Sul enfrentam desabastecimento na enchente. Preços de alimentos em alta, preço dos aluguéis nas alturas: brasileiros mais pobres sofrem mais com a inflação. A Secretaria de Saúde da Bahia confirma surto de meningite na Costa do Sauipe. Uma adolescente e o filho recém-nascido morrem em incêndio em uma favela em São Paulo. No Quênia, a explosão de um oleoduto mata dezenas de pessoas. A Justiça manda parar as obras no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Memorial às vítimas do 11/9 foi aberto ao público em Nova York. Barack Obama propõe aumentar impostos dos americanos mais ricos. Os mercados internacionais tremem de novo com a crise na Grécia. O técnico Ricardo Gomes deixa o CTI depois de 15 dias. Dez novatos vivem a expectativa de estreia na seleção brasileira. 

E do "Jornal da Record":

Policiais militares são presos sob a suspeita de matar juíza em Niterói. Exclusivo: mulher acusa o homem que denunciou o mensalão do DEM de abusar dos próprios filhos. Reportagem mostra a solidão em uma das regiões mais movimentadas do país.

Escrito por Nelson de Sá às 21h20

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A ascensão da mídia social continua

A Nielsen soltou "O estado da mídia: O relatório da mídia social" nos EUA. Em suma, destaca o próprio instituto de pesquisas, "redes sociais e blogs continuam a dominar o tempo dos americanos on-line, respondendo agora por quase um quarto do total de tempo gasto na internet".

Os americanos "passam mais tempo no Facebook do que em qualquer outro site" e o Tumblr é "ator emergente", triplicando a audiência em um ano.

O "New York Times" escreve que as conclusões "não são surpreendentes, mas é interessante ler como é amplo o papel que a mídia social está representando nas vidas dos consumidores". E o Poynter destaca que os "americanos gastam uma fração de tempo com notícias".

Escrito por Nelson de Sá às 19h48

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Facebook, 30,9 milhões. Orkut, 29 milhões

Como havia adiantado o repórter de tecnologia Bruno Galo, duas semanas atrás, "Facebook desbancou Orkut e já é a maior rede social do país". Após uma primeira tentativa de desmentido, o Ibope acabou postando:

Em agosto, o Facebook atingiu 30,9 milhões de usuários únicos, ou 68,2% dos internautas no trabalho e em domicílios, equiparando-se ao Orkut, o maior site social no Brasil até então, que registrou alcance de 64%, ou 29 milhões de usuários.

Escrito por Nelson de Sá às 12h07

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No "NYT", agora, digital em primeiro lugar

A nova editora-chefe do "New York Times", Jill Abramson, que assumiu na semana passada, destaca em entrevista ao próprio jornal que vai dar atenção à internet, com a integração da redação e "começando mais cedo no dia". Questionada sobre o que diferenciaria a cobertura dos ataques dez anos atrás e agora, sob seu comando, respondeu:

Como é o décimo aniversário, passei bastante tempo pensando como a cobertura magnífica do "NYT" naquele dia seria diferente agora. Eu me lembro que [o então editor-chefe] Howell Raines, com razão, focou desde cedo em qual seria a foto dominante na primeira página, no dia seguinte. Certamente seria algo que eu também estaria pensando. Mas de imediato meus pensamentos se voltariam para a internet e para reunir força total no que o "NYT" pode fazer analiticamente e em reportagem no site e nos aparelhos móveis. Seriam meus primeiros pensamentos. 

Na primeira página de ontem, 11/9, seu "NYT" abriu foto do memorial com os nomes das vítimas, mas deu manchete para a indústria de videogames, a mais beneficiada por incentivo fiscal no país.

Na mesma linha, como destacou o Mashable, "NYT" e Google se uniram para "um dos dos maiores pacotes multimídia" do aniversário do 11/9. O projeto "Reflections on 9/11" reuniu vídeos do jornal, vídeos com curadoria do YouTube e vídeos submetidos por leitores da comunidade do próprio "NYT", como anotou também o blog oficial do Google.

Escrito por Nelson de Sá às 11h30

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Dez anos depois, sem espetáculo

Na edição de hoje, publico análise sobre a cobertura do aniversário do 11/9, nos EUA e pelo mundo, em que a mídia "relembrou as vítimas com sobriedade", inclusive Fox News. Para o "New York Times", "Em aniversário lento e triste, mídia noticiosa procura se manter fora do foco".

Seleções de capas dos jornais de ontem nos EUA, aqui e aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 10h56

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Para "FT", capital global "perdeu a fé" nos ricos

No editorial "Consertando as moedas", o "Financial Times" diz que "guerra cambial é uma expressão emocional", apontando risco de volta ao protecionismo dos anos 30. Diferencia os casos de Brasil e outros emergentes daqueles do Japão e da Suíça, onde a intervenção "pode ser justificável". Pede "cooperação internacional", mas não vê "vontade política". E fecha dizendo que "é profundamente perturbador que o capital global tenha perdido tanto a fé na administração de moedas e economias", levando à "busca precipitada de segurança", um "veredicto sombrio" para suas políticas econômicas.

O mesmo "FT" reporta que a "mudança do Reino Unido para os emergentes dá retorno", apesar da volatilidade. Cita análise do fundo Baillie Gifford, que acaba de ampliar sua "exposição ao Brasil", em energia.

O "WSJ" reporta, de Nova Delhi, que o banco central se reúne esta semana para decidir sobre os juros na Índia, "que está pagando o preço por deixar a inflação infectar sua economia" e serviria de "alerta para muitas nações emergentes". Diz que seus BCs vivem dilema, entre o risco de inflação e a desaceleração da economia, ressaltando que o Brasil já "indicou maior preocupação" com a segunda.

As exportações chinesas "mergulharam" e as importações "cresceram para nível recorde" em agosto, informa o "China Daily". Especialistas creditam à críse da dívida na União Europeia e nos EUA. Mas as exportações a "alguns países em desenvolvimento" cresceram em ritmo maior, sobretudo Brasil e Rússia. "Mercados emergentes se tornam mais e mais significativos para a China", diz Liang Ming, da Academia de Cooperação Econômica, ligada ao Ministério do Comércio. Também no "FT", com Reuters.

O "FT" reporta que os "novos afluentes" de China, Rússia, Brasil e outros "mantêm as vendas brilhando" para produtos de luxo de indústrias como Bulgari e Moët et Chandon. O jornal também relata "aumento espetacular na demanda de uísque escocês pela Ásia e pela América Latina" no primeiro semestre. Ressalta que as "vendas ao Brasil cresceram 56%".

A francesa Total e as britânicas Shell e Tullow anunciaram uma "grande descoberta de petróleo na costa da Guiana Francesa, abrindo uma fronteira potencialmente imensa na América do Sul". Foi a primeira prospecção na área, que fica "imediatamente ao norte do Brasil", informa o "WSJ".

O "FT" reporta a compra de 5,9% da escola on-line de línguas Livemocha, dos EUA, pela Abril Educação, que "vende apostilas". O objetivo é ampliar sua presença no país, com a expectativa de maior demanda pelo ensino de inglês devido à Copa de 2014 e aos Jogos de 2016.

No "NYT", com AP, "89 rainhas da beleza vestirão biquínis e vestidos de noite e testarão suas habilidades em entrevistas, na esperança de vencer o concurso de Miss Universo", que acontece hoje pela primeira vez no Brasil. Paula Shugart, a organizadora, prevê um bilhão de telespectadores, chamando o evento de "Copa do Mundo da beleza", antecipando a Copa de 2014 e os Jogos de 2016. A NBC, dona do evento, transmite para os EUA.

Escrito por Nelson de Sá às 10h08

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JP Morgan ataca normas bancárias "anti-EUA"

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h14

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Enem reprova escolas públicas (e da elite paulista)

 

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h55

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Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
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