Nelson de Sá

Toda Mídia

 

"Os 30 anos da TV mais feliz do Brasil"

Escalada do "Jornal Nacional":

O "JN no Ar" registra um aniversário triste em Alagoas: um ano depois das enchentes, milhares de pessoas esperam as casas prometidas pelas autoridades. A polícia descobre que a jovem libertada em Minas é parente da mulher que a teria mantido presa por 20 anos. A sexta-feira no mundo: jovens recebem o perdão da igreja na viagem do papa a Madri. Rebeldes da Líbia se aproximam da capital. Israel bombardeia a Faixa de Gaza pelo segundo dia seguido. Libertado o ativista indiano que lidera movimento contra a corrupção. A presidente Dilma Rousseff nega problemas no Congresso e diz que aliados também não concordam com malfeitos. A sétima vitória brasileira no Grand Prix de Vôlei. O projeto do parque olímpico nos Jogos de 2016, no Rio.  

Do "Jornal da Record":

O novo negócio da milícia: criminosos são presos por extração de areia sem licença ambiental. A prova do crime: imagens mostram ataque a moradores de rua e o assassinato de um bombeiro. Indústria do estelionato: quadrilha usava nomes de aprovados em vestibular para falsificar documentos. Ex-ídolo do Corinthians deixa a prisão. Os homens e as mulheres da Força Nacional: a tropa que reúne os melhores policiais do país.  

E do "SBT Brasil":

Show marca os 30 anos da TV mais feliz do Brasil. Você vai conhecer os brasileiros que fazem aniversário junto com nossa emissora. Trinta dias na prisão: ex-jogador Zé Elias sai da cadeia. Ele não é exceção: três mil homens são presos por mês por não pagar pensão aos filhos. Tragédia com família brasileira nos Estados Unidos: casal e neta são mortos a facadas. Teste do pezinho: você já reparou se o sapato das meninas está com número maior? 

O blog volta a ser atualizado na segunda.

Escrito por Nelson de Sá às 22h20

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Um caso à parte

A circulação da britânica "Economist" cresceu 3% em todo o mundo, no primeiro semestre, para 1.486 mil exemplares, informa o site The Drum. No Reino Unido, 7,7%, para 210 mil. Na Índia, 21%, para 31 mil.

Nos EUA, 2,64%, para 844 mil, "sua maior circulação americana na história", segundo o site Info.

Segundo a publisher Yvonne Ossman, "nestes tempos difíceis, mais e mais pessoas estão vendo o valor do conteúdo editorial perspicaz e convincente da 'Economist', que oferece uma perspectiva muito necessária dos eventos mundiais". Segundo Guha Thakurta, diretor executivo na Índia, "tínhamos convicção de que, com a ascensão da Índia na ordem mundial, mais e mais indianos iriam querem saber dos acontecimentos mundiais e seu impacto" no país.

Escrito por Nelson de Sá às 12h35

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

O passado e o futuro da internet

A "Foreign Policy" perguntou a "alguns dos maiores especialistas do mundo para onde vai a internet". Se até aqui o mais "revolucionário" foi a mídia social, que "dissolve o controle da opinião", no horizonte o que "muda o jogo" são as "tecnologias móveis, inclusive vídeo":

Escrito por Nelson de Sá às 09h44

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Economia dos EUA afunda mercados globais

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Com ilustração de uma arca sendo erguida pelos Brics, o "CD" destaca o artigo "É hora de uma nova tábua de salvação para a classificação de crédito", de um estrategista de mercado financeiro de Londres. Ele escreve que as agências S&P, Moody's e Fitch "têm papel importante, mas também podem ser destrutivas", como na crise de 2008 e nos critérios diversos para classificar desenvolvidos e emergentes. Avisa que, agora sob mais pressão do governo americano, "é provável que aumente a distância na informação de crédito transmitida entre economias avançadas e Brics". Sublinha que os "credores emergentes", os Brics, "precisam de análises de crédito confiáveis, transparentes e independentes". E defende que criem agência própria, "independente e autônoma".

O "FT" destaca artigo de um executivo de mercado financeiro da Thomson Reuters, dizendo que o "Brasil pode ser um modelo para a reforma dos derivativos" na Europa. Cita a centralização do registro das operações na Cetip e na BM&FBovespa, que permite "transparência, acesso dos reguladores às informações e supervisão", com "melhor administração de risco sistêmico".

O "CD" alerta que as reservas estratégicas de açúcar da China "não devem cobrir" a demanda, levando o país a importar mais. O preço mundial já subiu 45%, desde maio, devido ao anúncio de produção menor do Brasil, "que representa metade das exportações globais".

Ao fundo, informa o "FT", a americana Bunge planeja investir US$ 2,5 bilhões no Brasil para aumentar seus negócios em açúcar e etanol. Ela "batalha para controlar um dos mercados mais quentes de energia alternativa do mundo", em concorrência com "grandes do petróleo" como Shell e BP, que "têm corrido em bando para os campos de cana do Brasil". Os planos da Bunge "vêm um dia após o anúncio pela gigante estatal do Brasil, Petrobras, de um investimento de US$ 328 milhões para criar a maior fábrica de etanol do mundo".

De Frankfurt, o "WSJ" informa que a Volkswagen "não vê redução na demanda". A empresa "se beneficia de sua grande presença em mercados emergentes como China, Brasil e Rússia, mas também registrou ganhos sólidos nos EUA e no anêmico mercado europeu".

"NYT", "WSJ" e "FT" noticiam a saída do quarto ministro de Dilma Rousseff. Ela "derruba ministros como bananas", destaca o "FT", ecoando imagem de Cristiana Lôbo, "em meio a uma cascata de escândalos", no dizer do "WSJ".

Também a nova "Economist", sob o título "Dilma tenta drenar o pântano". A revista alerta que "o preço de tentar limpar a política envolve renunciar a reformas de que o Brasil precisa".

Escrito por Nelson de Sá às 06h30

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

PUC-SP vence licitação fraudada na Agricultura

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 05h41

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Arrecadação tem novo recorde em julho

Escalada do "Jornal Nacional":

O Palácio do Planalto escolhe o novo ministro da Agricultura, o deputado Mendes Ribeiro, do PMDB gaúcho. A arrecadação de impostos tem novo recorde em julho. As bolsas de valores voltam a despencar no mundo todo. Bento 16 defende que o homem seja o centro da economia. Israel responde a atentado com bombardeios na Faixa de Gaza. Estados Unidos e Europa pedem a renúncia do ditador Bashar al-Assad, da Síria. Ronaldinho Gaúcho é convocado para o amistoso contra Gana. O Brasil bate o México e vai à final do Mundial Sub-20. 

Do "Jornal da Record":

Marcados para morrer: bicheiro tinha plano para assassinar outro juiz e um delegado. Máfia das vans pode ter ligação com a morte da juíza Patricia Acioli. Ataque covarde: casal é sequestrado e torturado por ex-namorado da adolescente. Fogo cruzado: Israel sofre atentados em série e bombardeia Gaza. Faxina contra a miséria: presidente Dilma anuncia ataque para acabar com a pobreza extrema. Tropa de elite: a polícia mineira que nunca erra o alvo. Especializada em negociação, resolve tudo na conversa. 

E do "SBT Brasil":

A estrela sobe: Ronaldinho Gaúcho volta para a seleção. A bola da vez: Copa do Mundo estimula donos de pequenas empresas. Dois brasileiros estão entre os presos pelos saques na Inglaterra. O vandalismo que arrasou Londres chega à moderna Berlim. O entra e sai de ministros no governo Dilma. As novas regras para propagandas de médicos e clínicas de estética.

Escrito por Nelson de Sá às 21h18

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A mídia se move, na China

O "Financial Times", que acompanha a "fascinante relação volátil" entre o PC e a mídia chinesa, destaca hoje o ataque da CCTV ao Baidu, maior site de buscas do país. A rede de TV, que está lançando seu próprio site de buscas, transmitiu e postou reportagens e comentários criticando o Baidu como "monopolista" e apontando manuseio irresponsável de conteúdo.

De William Long, comentarista de internet da rede social Weibo:

Certamente há problemas com o desenvolvimento da internet na China e o Baidu cometeu alguns erros. Mas deixar uma instituição que não entende a internet e tem até uma atitude hostil a ela cuidar da questão é, definitivamente, o caminho errado. Não vai tornar a internet melhor. 

Mais sobre a mídia chinesa em ebulição, aqui e aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 11h43

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Globo também faz faxina?

A Record segue no ataque, agora destacando que sua série de denúncias sobre futebol ecoa na CNN e até fazendo piada com a Globo.

Antes, em entrevista a Daniela Pinheiro, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, havia declarado não se incomodar:

Não ligo. Aliás, caguei. Caguei montão... Quanto mais tomo pau da Record, fico com mais crédito na Globo... Só vou ficar preocupado, meu amor, quando sair no "Jornal Nacional". 

Mas aí o "JN" deu no sábado que a "polícia investiga fraude na contratação de amistoso da seleção", destacando imagem de Teixeira:

E Ricardo Feltrin informa hoje que Teixeira "tem gravações que comprometeriam Marcelo Campos Pinto, da Globo Esportes", e "ameaça divulgar".

Escrito por Nelson de Sá às 10h24

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Depois de dez anos, a Globo cede

Publico hoje a análise "Após dez anos, acordo vai da Globo a José Dirceu", sobre a aprovação do projeto que abre a TV paga para as teles.

Elvira Lobato ouviu Jorge Nóbrega, diretor de Gestão Corporativa das Organizações Globo, para quem "houve um ganho com a divisão da cadeia de valor da TV paga, que separou as áreas das teles e a dos radiodifusores", impedindo a entrada das primeiras em produção, domínio da Globosat.

Mas as Organizações Globo veem como "ponto negativo" as cotas para conteúdo nacional. Por outro lado, falando ao site Teletime, Manoel Rangel, presidente da Ancine, que deve fiscalizar o respeito às cotas, "descarta a possibilidade de movimentações" para neutralizá-las:

Tenho convicção de que todos os envolvidos na construção do projeto, e que abriram mão de alguns pontos e preceitos, agiram de boa fé.

Escrito por Nelson de Sá às 09h43

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Cresce preocupação com os bancos europeus

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Depois dos planos para transferir suas reservas dos bancos europeus para instituições de China, Rússia e Brasil, também revelados pelo "WSJ", a Venezuela vai nacionalizar o ouro, "indústria pouca desenvolvido" no país, informa o mesmo jornal. O "FT" ecoa, especulando que as decisões visam responder às dívidas crescentes do país com os três Brics.

"No momento em que bancos centrais ao redor do mundo iniciam intervenção", o "WSJ" explica os tipos de intervenção mais comuns, como "compra e venda direta" e "elevação dramática dos juros". Anota que "um imposto para enfraquecer a própria moeda, caminho adotado no Brasil", funcionou "relativamente bem, contendo a apreciação do real".

Sob o título "Para a Europa, lições nas Américas", artigo no jornal relata como os EUA de Alexander Hamilton e o Brasil de FHC assumiram as dívidas estaduais e, assim, fortaleceram a economia e o governo central. Sugere à Alemanha algo semelhante com Grécia, Portugal etc.

No "CD", a  gigante farmacêutica Merck "reduziu sua força de vendas nos países desenvolvidos em 32% em 2010, enquanto contratava trabalhadores na China, no Brasil e na Rússia". E agora "busca parceiros chineses".

Também no jornal chinês, "operários que remodelam o gigante Maracanã, que vai abrir a Copa de 2014, entraram em greve depois que um colega foi queimado em explosão, informou o sindicato dos trabalhadores".

Em blog no "FT", a correspondente Samantha Pearson critica o "clichê 'ascensão da classe média'", dizendo que no Brasil ela é, "pelos padrões dos brits [britânicos], pobre".

O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, em entrevista ao "WSJ", destaca que a importação de produtos refinados de petróleo eleva os custos da empresa, não a política de preços, que mais favorece do que atrapalha a estatal.

O jornal noticia que a produção "recorde" de açúcar pela Rússia cria problemas para os produtores, mas deve "cortar a dependência das importações do Brasil pela metade".

O "WSJ" dá longa reportagem sobre a "obscura competição" de Pentatlo Aeronáutico, parte dos Jogos Militares no Rio, vencida pela equipe brasileira, comandada pelo capitão Eduardo Utzig.

Escrito por Nelson de Sá às 08h34

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Denúncias derrubam quarto ministro de Dilma

 

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h09

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ministro pede demissão depois de denúncias

Escalada do "Jornal Nacional":

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, pede demissão um dia depois de admitir que viajou em jatinho de uma empresa de agronegócio. A sonegação de R$ 1 bilhão leva mais de 20 suspeitos para a cadeia. Trabalhadoras rurais fazem manifestação em Brasília. Veja também: a primeira queda na economia em 30 meses. A libertação de uma mulher sequestrada há 20 anos em Minas. A polêmica sobre a suspensão da escolta policial para a juíza assassinada no Rio. A expectativa para a vinda do papa ao Brasil. O carro elétrico brasileiro conclui viagem por 15 países. 

Do "Jornal da Record":

Mapa do tesouro: operação contra sonegadores confisca casas, avião e até uma ilha de R$ 15 milhões. Vida de policial: sargento é executado porque foi reconhecido como PM. As tropas de elite que intimidam os criminosos no Paraná e na Bahia. Escândalos na CBF viram manchete na imprensa internacional. Rede de TV CNN repercute as denúncias feitas pelo "Jornal da Record" sobre Ricardo Teixeira. Após série de denúncias, ministro da Agricultura pede demissão. Último pedido: documento confirma que juíza assassinada queria proteção. Mulheres no crime: esposas assumem o tráfico no lugar de maridos presos. Mulheres do campo: quase 50 mil trabalhadoras rurais marcham em Brasília. A doce vida de Margarida: o primeiro pedaço de bolo depois da vitória sobre o diabetes. 

E do "SBT Brasil":

Ilha da fantasia: Receita confisca paraíso natural na Bahia, carros de luxo e lanchas. Fraude pode ter chegado a R$ 1 bilhão. Diversão perigosa: mais da metade dos parques do Brasil estão irregulares. O céu é o limite: recomeça a temporada de caça aos ETs nos Estados Unidos. Neymar sob pressão: o craque do Santos tenta fazer as pazes com a bola. Marcha das Margaridas leva 70 mil mulheres a Brasília. A exposição em Nova York que você pode conhecer pela internet.

Escrito por Nelson de Sá às 22h15

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A lei, segundo a Globo

 Lido por Fátima Bernardes, ontem no "Jornal Nacional":

O Senado aprovou hoje lei que define novas regras para o mercado de TV por assinatura. Entre elas, as atividades que podem ser exercidas pelas empresas que produzem e as que distribuem a programação. Para produzir programas, a empresa terá que ter capital nacional mínimo de 70%. Essas empresas não poderão estar no ramo da distribuição. Já as empresas distribuidoras, como as telefônicas, poderão ter controle nacional ou estrangeiro -e serão totalmente livres para distribuir os programas. Mas não poderão produzi-los. Elas também terão que respeitar uma cota mínima e crescente de produtos nacionais. Parte deles, realizados por produtores independentes. 

Lido também na Globo News.

Quanto a Álvaro Dias, Aloysio Nunes Ferreira e José Agripino Maia, só no G1.

Escrito por Nelson de Sá às 10h14

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Oi vs. Net

De Julio Wiziack, em análise da aprovação das teles no cabo:

A nova lei tornará possível a oferta do serviço por mais de uma empresa em uma mesma localidade (hoje existem restrições), principalmente nas cidades de maior poder aquisitivo. Nesses locais, a Net mantém a liderança e agora terá a Oi como concorrente imediata. Afinal, a operadora brasileira -antes impedida de operar com cabo por sua própria conta- já tem sua rede de cabos instalada em quase todo o país. Cabos por onde ela vende telefonia e internet. 

E do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo:

Nós temos de fato duas grandes empresas que atuam nesse setor, 90% é Net [cabo] e Sky [satélite]. Tem duas só. O PL 116 vai abrir para mais quatro, que são as empresas de telecomunicação. Portanto, você vai ter seis grandes empresas de cara já atuando no setor. Mas não é só isso: o regulamento da TV a cabo vai baratear a licença. Vai custar R$ 9 mil para ter uma licença. Você vai ter, além das duas gigantes, as grandes empresas de telefonia e algumas centenas de pequenas empresas que vão entrar onde as grandes não demonstram interesse.

Escrito por Nelson de Sá às 09h07

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Alemanha e França prometem união pelo euro

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

O "WSJ" destaca que a Venezuela "planeja transferir US$ 6,3 bilhões em reservas" depositadas em bancos europeus, como o inglês Barclays, "para bancos na Rússia, na China e no Brasil". E também "211 toneladas de ouro de bancos europeus para os cofres de seu Banco Central". O inglês "FT" já ironiza, em blog, que Hugo Chávez é contra os "cofres imperialistas".

No texto da manchete sobre o novo plano para a dívida europeia, o "WSJ" ressalta que a questão para a Alemanha "não é uma história de dívida, mas uma história de China e emergentes". As empresas alemãs "dependem dos emergentes, inclusive Brasil, Rússia, Índia e China, para a demanda de seus carros e maquinário". E, mais do que a crise da dívida no Sul da Europa, o país teria como como "questão maior" o esforço dos Brics para alcançar "soft landing", desaquecimento controlado de suas economias.

Sob o título "Investidores estão esvanecendo", o "CD" noticia que o investimento direto dos EUA caiu 19,2% na China, nos primeiros sete meses, mas os investimentos diretos estrangeiros no país, de maneira geral, "mantiveram crescimento em dois dígitos". O porta-voz do Ministério do Comércio, Yao Jian, "apontou que a desaceleração do investimento americano atinge mercados emergentes como Brasil e Índia".

O serviço premium do "FT" relata o "Grande investimento nas cidades pequenas do Brasil". Toma o caso de Jundiaí para descrever como "cidades menores perto de grandes capitais estaduais são cada vez mais o destino de milhões de dólares em investimento direto estrangeiro, graças a impostos mais amigos e melhor qualidade de vida".

Professor de uma escola de negócios na Espanha, Javier Santiso escreve em blog no "FT" que "Aí vêm as multilatinas". E divulga uma lista de multinacionais supostamente da região, mas priorizando empresas de Miami, elaborada pela revista "América Economía", também de Miami. O ranking destaca empresas que se abrem mais ao capital externo.

O "FT" sumariza as "demissões e investigações" no governo brasileiro, comentando que, "enquanto o foco tem sido nas crises políticas e econômicas que balançam a Europa e os EUA, Dilma Rousseff, presidente do Brasil, tem enfrentado sua cota de intriga em casa".

O "CD" informa que a agência de planejamento da China vendeu 450 mil toneladas de suas reservas de açúcar "num esforço para conter a alta de preços" causada pela redução na produção interna e "também dos maiores exportadores, como o Brasil", segundo analista da Huatai.

Escrito por Nelson de Sá às 06h17

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Congresso libera Slim e Telefónica no cabo

 

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 05h50

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Brasil põe pé no freio e cria menos empregos

Escalada do "Jornal Nacional":

A criação de empregos com carteira assinada recua em julho. Imigrantes ilegais e refugiados políticos formam a nova leva de estrangeiros que buscam trabalho no Brasil. Quatro aeroportos brasileiros têm mais de 18 mil reclamações de passageiros em apenas um ano. Morre a segunda vítima do acidente em parque de diversões no Rio. Ex-técnico Zagallo é assaltado. Partido da República anuncia independência em relação ao governo Dilma e diz que irá devolver cargos. O ministro da Agricultura admite ter viajado de carona em jatinho de empresa de agronegócio. Umidade baixa do ar provoca incêndios no interior do Brasil. Carta de 2007 traz novos ingredientes ao escândalo dos grampos na Inglaterra.

Do "Jornal da Record":

Trânsito feroz: acidente banal termina com briga e morte. Trânsito civilizado: fiscalização diminui atropelamentos em São Paulo. Polícia de elite: os homens que não conhecem o medo. Últimos momentos: imagens exclusivas da juíza chegando de carro pouco antes de assassinato. Menos aliados, mais aprovações: PR retira apoio ao governo, mas popularidade da presidente Dilma continua alta. Diabetes, dor nas costas, problemas de sono: como a obesidade prejudica a saúde do brasileiro.  

E do "SBT Brasil":

Tiroteio em uma escola em Maceió deixa aluno e porteiro feridos. Minas Gerais pede o fim das mortes na BR-381. Brasil põe pé no freio e contratações formais caem. Empresa russa quer construir o primeiro hotel no espaço. Fábrica de avião instala simulador de voo no Congresso. Um desafio aos gulosos: passar um dia longe dos doces. SBT 30 anos: o que mudou no comportamento dos homens nessas últimas três décadas?

Escrito por Nelson de Sá às 23h13

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Dez anos depois, as teles no cabo

Na Folha.com, "Senado aprova participação de teles na TV a cabo". No Valor Online, "Senado abre TV por assinatura para operadoras de telefonia".

Ao fundo, o senador Aloysio Nunes (PSDB) criticou o projeto por tratar o consumidor como "imbecil" ao impor cotas de produção nacional, "uma intrusão inadmissível". Mas "até o destaque do senador Álvaro Dias (PSDB), que pedia a supressão do artigo que estabelece novas atribuições para a Ancine, foi rejeitado, 33 votos a 24". A agência passa a verificar o cumprimento das cotas _das 18h às 22h, três horas e meia por semana de conteúdo produzido no Brasil. E metade delas deve ser "produzida por empresas não vinculadas a grupos de radiodifusão".

Escrito por Nelson de Sá às 20h00

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

"Bored"

A empresa de pesquisas Gartner levantou, com 6.295 entrevistas entre dezembro e janeiro em 11 países ricos ou emergentes, Brasil inclusive, que 24% dizem recorrer a sites de mídia social com menos frequência do que quando assinaram, destaca o ZDNet.

O levantamento resultou em enunciados como "Jovens estão 'entediados' com mídia social", no "Telegraph". No "Daily Mail":

A onda está mudando para Twitter e Facebook? Um em cada quatro jovens está "entediado" com a mídia social. 

Rússia e Brasil, com 40% e 30% se dizendo menos entusiasmados com redes sociais, puxaram o índice. No lado oposto, Coreia do Sul e Itália.

Escrito por Nelson de Sá às 10h39

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

O escândalo continua

Nick Davies, do "Guardian", não deixa o escândalo morrer e noticia hoje uma carta datada de março de 2007, do ex-repórter de família real do "News of the World", Clive Goodman, que foi preso então por grampo. A carta "revela operação abafa no 'NoW'", anuncia a manchete.

Goodman diz nela que os grampos eram "discutidos amplamente" nas reuniões editoriais diárias do tabloide de Rupert Murdoch, até que o então editor, Andy Coulson, "baniu as referências explícitas a eles". Diz que Coulson, que foi assessor do primeiro-ministro David Cameron até o início deste ano, "prometeu em várias ocasiões que eu poderia voltar para o emprego se não implicasse o jornal".

PS 11h - Virou manchete no "Telegraph" e no "Financial Times" e foi parar no alto da home do "New York Times", com foto de Goodman.

Para o paidContent, a carta é "potencialmente devastadora". Para o Huffington Post, é a "smoking gun" contra Rupert Murdoch.

Escrito por Nelson de Sá às 10h07

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Google, Motorola & Brasil

O TechCrunch postou live blogging ontem da conferência de Larry Page, presidente do Google, e Sanjay Jha, presidente da Motorola. Abriu com a confirmação, por Page, de Jha no comando. E este relatou os sucessos recentes da Motorola, "Brasil, China, Japão, Coreia".

Segundo o "Valor", com a compra o Brasil passa a ter "papel importante para o Google em celular", por "duas características":

A primeira é o ritmo de crescimento acelerado do mercado brasileiro. Segundo a consultoria IDC, as vendas de smartphones passarão de 10 milhões neste ano para 47 milhões nos próximos quatro e o país passará da 11ª posição no ranking mundial para a 4ª, atrás dos EUA, China e Índia. Outro fator é o desempenho da Motorola Mobility. Ela ocupa no país a 4ª colocação, segundo a consultoria Gartner, enquanto no mundo é a 8ª. "A companhia sempre esteve muito presente no país e tem uma marca reconhecida", avalia Thiago Moreira, diretor de telecom da Nielsen. Em recente visita ao Brasil, Jha disse que América Latina, EUA e China estavam entre as prioridades de investimento.

Escrito por Nelson de Sá às 08h43

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Aposta de US$ 12,5 bi põe Google no mercado móvel

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Sob o título "Venda por estrangeiros traz preocupação sobre porto seguro", o "WSJ" relata que "investidores estrangeiros privados", como "hedge funds" e outros, venderam montante "recorde" de títulos do Tesouro dos EUA em junho, US$ 18,3 bilhões, "antes que o debate sobre o teto da dívida atingisse seu ápice". Para o Bank of America Merrill Lynch, se a compra não for retomada em agosto, será sinal de "erosão" do status dos títulos americanos. Também governos estrangeiros venderam títulos de Tesouro, inclusive Japão (US$ 1,4 bilhão), Rússia (US$ 5,4 bilhões) and Brazil (US$ 4,3 bilhões).

Ousmène Mandeng, do banco UBS, escreve no "FT" que "É hora de questionar o papel do dólar como moeda de reserva" global.

Roger Cohen, colunista de política externa no "NYT", escreveu sobre a "era do ultraje" que, na Europa e nos EUA decadentes, "deixa políticos ocidentais caçando sombras". Enquanto isso, "crescimento, empregos, expansão, excitação _e, sim, possibilidades_ estão no grande arco não ocidental que vai da China, para pela Índia, para a África do Sul e o Brasil". Diz que "o mundo virou de ponta-cabeça" e os bordões agora são: "Go South! Go East!", vá para o Sul, vá para o Oriente.

No "WSJ", "Estudantes chineses inundam faculdades americanas", com salto de 23% nas inscrições para o novo ano letivo. No geral, o aumento foi de 11% em relação a 2010. "Brasil e China têm oferecido financiamento aos estudantes, na esperança de que vão voltar com novas habilidades e ideias." O reitor da Universidade de Ohio diz que "mais estudantes têm voltado para casa nos últimos anos, com as economias quentes em seus países de origem".

Na seção Opinionator do "NYT", Alexandre Edmonds, professor da Universidade de Amsterdam e autor de "Pretty Modern: Beauty, Sex, and Plastic Surgery in Brazil", postou ensaio sobre a "filosofia" da cirurgia plástica no Brasil, "uma vaidade necessária", a partir de uma declaração de Ivo Pitanguy, "pobre tem direito de ser bonito também".

Escrito por Nelson de Sá às 05h58

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Agricultura teve licitações corrompidas, diz servidor

 

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 05h37

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Economia atrai mais trabalhadores estrangeiros

Escalada do "Jornal Nacional":

Procura-se mão de obra qualificada: o crescimento da economia atrai um número maior de trabalhadores estrangeiros. Vetado o dispositivo que prevê aumento real para aposentados que ganham mais de um salário mínimo no ano que vem. Brasil ultrapassa o Japão no número de computadores vendidos. Um negócio agita o mercado mundial de celulares. Rio de Janeiro: manifestantes pedem rigor nas investigações do assassinato de uma juíza criminal. A polícia vai indiciar a dona do parque onde morreu uma adolescente. Senadores lançam frente de apoio à presidente Dilma no combate à corrupção. Atentados deixam mais de 60 mortos no Iraque. Com popularidade em baixa, o presidente americano Barack Obama faz caravana em busca de apoio. 

Do "Jornal da Record":

Corrupção no poder: a entrevista exclusiva e chocante de um empresário acusado de desviar dinheiro público. Corrupção no futebol: Justiça quer saber por que amigos de Ricardo Teixeira receberam R$ 8,5 milhões para promover jogo da seleção. Uma reportagem revela como juíza assassinada enfrentava os maus policiais. Grupos de elite: na série especial, os PMs respeitados pelos cidadãos e temidos pelo crime. Justiça social: patrimônio de bandidos se transforma em instrumentos para orquestras jovens. 

E do "SBT Brasil":

Dois arrastões na mesma semana: é a violência colocando em risco o programa do paulistano. Inverno em Brasília: a população pede água no dia mais seco dos últimos sete anos. Dona de parque de diversões no Rio vai responder por homicídio doloso: a morte da jovem de 17 anos não foi a primeira no local. Dia sangrento no Iraque: ataques suicidas deixam 70 mortos. Governo lança plano para reduzir doenças como diabetes. Cefaleia, dispepsia: você entende a bula dos remédios?

Escrito por Nelson de Sá às 21h12

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Repressão e resistência

Ainda ecoa a ameaça do governo britânico de cortar as mídias sociais, "Reprimindo a internet, estilo ocidental", escreve Evgeny Morozov, autor de "The Net Delusion". Mas já começou a resistência, de modo inusitado.

Segundo a AP, o metrô da baía de San Francisco, BART, que serve o Vale do Silício, bloqueou o serviço de celular em algumas estações _e o grupo de hackers Anonymous reagiu ontem com a #OpBART, divulgando dados de usuários e tomando o site com máscaras de Guy Fawkes.

Escrito por Nelson de Sá às 12h18

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

O futuro da tecnologia, da energia e da guerra

A "Foreign Policy" anuncia que "O futuro é agora", especulando sobre o mundo em 2025. Escrevem Robert Kaplan, conselheiro do Departamento de Defesa, prevendo que o palco das guerras será o Mar do Sul da China. E Amy Jaffe, da Universidade Rice, que prevê que "as Américas, não o Oriente Médio, serão a capital da energia do mundo", sobre o petróleo de EUA, Canadá e Brasil. No subtítulo, "Adios, Opep".

Abrindo a revista, o ensaio "A tecnologia vai ganhar vida própria", escrito a partir das previsões de Alvin e Heidi Toffler, três, quatro décadas atrás.

Por outro lado, Bob Woodward, do caso Watergate, questiona o jornalismo on-line, em entrevista na edição:

Agora é "põe na internet, põe no site até o meio-dia", o que dilui a intensidade e a extensão da reportagem de uma maneira que pode ser deformadora. E eu acho que dá vantagem para as pessoas, em instituições como a Casa Branca, que querem controlar a mensagem. Ontem eu fiz uma entrevista de sete horas. Quando foi a última vez que alguém se deu o luxo de fazer uma entrevista de sete horas?

Escrito por Nelson de Sá às 11h00

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Igrejas, políticos e a especulação com concessões

Elvira Lobato informa que o Ministério das Comunicações vai anular 42 concessões de rádio e uma de TV, porque "não pagaram":

O motivo da inadimplência foi o preço elevado. Empresas ligadas a igrejas e políticos, além de especuladores interessados em revender, puxaram os valores para cima. A única TV foi vendida por R$ 5,27 milhões. O segundo ofereceu R$ 1,46 milhão na concorrência.

Escrito por Nelson de Sá às 09h59

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Google+Motorola

No Blue Bus, com TechCrunch, o Google acaba de anunciar a compra da Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões.

É manchete no "Wall Street Journal", neste momento, avaliando que "vai tornar o Google mais competitivo no mercado de computação móvel". Acima, em foto da Bloomberg, o tablet Motorola Xoom.

O "New  York Times" diz que "o negócio responde à grande pergunta sobre o próximo passo estratégico do Google", que agora "entra diretamente no negócio de hardware em telecomunicações". Mas seu fundador e presidente, Larry Page, garante no blog oficial:

Esta aquisição não vai mudar nosso compromisso de manter o Android como plataforma aberta. A Motorola seguirá como licenciada do Android. Vamos tocar a Motorola como um negócio separado. 

Na análise do paidContent:

É um forte movimento de defesa contra Microsoft e Apple, em duas frentes: patentes e experiência com usuários. A Apple é verticalmente integrada e a Microsoft controla a Nokia (sem ter precisado comprar). Com isso e tendo desenvolvido ou comprado muitas patentes, as duas são ameaças formidáveis ao Android. A Motorola Mobility permite ao Google enfrentar ambas as ameaças com uma só tacada.

Escrito por Nelson de Sá às 09h08

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Protestos fecham fábrica poluente na China

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

No primeiro despacho de Simon Romero, novo correspondente do "NYT" no Brasil, agora baseado no Rio, "Estrangeiros seguem o dinheiro até o boom do Brasil, a terra do martini de US$ 35". Relata como americanos e outros estão sendo empregados no país, em setores como finanças. Um deles se pergunta, "quando é que isso vai acabar?".

Por outro lado, em série sobre carreiras, o "FT" traz o depoimento do brasileiro Luis Otavio Da Fonseca, que está na Guiana, a serviço de uma das maiores mineradoras do Brasil.

No "CD", o vice-ministro chinês do Comércio alerta que "a crise da dívida nos EUA e na Europa é ameaça às exportações crescente" do país. Cita também os custos crescentes de produção e a valorização do yuan. Defende maior foco no Brasil e na Rússia, cujas importações chinesas cresceram 38% e 37%, respectivamente.

No "WSJ", "Cresce o entusiasmo com infraestrutura no Brasil", com catalizadores como a Copa de 2014 e os Jogos de 2016, abrindo caminho para aplicar em ações como as da "empresa de pedágio" CCR.

"Com o mercado local fraco, mais pequenos negócios [dos EUA] estão olhando para o exterior atrás de vendas", acrescenta o jornal o "WSJ", com o Export-Import Bank registrando neste ano seu recorde de financiamento para exportação. Entre os maiores mercados, Turquia, África do Sul, Argentina, Brasil, Taiwan e Hong Kong.

O "FT" lista "Razões convincentes para elevar o engajamento" das multinacionais nos emergentes, a começar de que "as economias Bric _Brasil, Rússia, Índia e China_ vão adicionar cerca de US$ 12 trilhões à economia mundial na próxima década". O texto inicia série sobre os desafios que as empresas americanas e europeias estão enfrentando para tanto. Abre com a Caterpillar na China.

Também no "FT", "Walmart busca pedaço maior do Brasil".

O "WSJ" alerta para as "estatísticas lamacentas" do mercado imobiliário chinesas e anota que o boom do setor "ajuda a energizar o mercado interno e mantém mineradoras da Austrália ao Brasil com dinheiro".

O "CD" relata a chegada do espanhol Jose Antonio Camacho, que vai treinar a seleção chinesa na busca da classificação para a Copa no Brasil.

O "WSJ" entrevista Astrud Gilberto, que "atualiza a receita da família", em show em Nova York, e prepara álbum com "cover" de Amy Winehouse. "Seu pai é João Gilberto, seu tio, Chico Buarque."

Escrito por Nelson de Sá às 05h57

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Crise abre chance de cortar juros

 

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 05h35

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
RSS

BUSCA NO BLOG


ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.