Nelson de Sá

Toda Mídia

 

T4F vs. Geo vs. XYZ

O grupo ABC de Nizan Guanaes "quer competir com empresas como a T4F" de Armínio Fraga, do JP Morgan Chase, informa o caderno Dinheiro.

Juntou três de suas empresas atuais de entretenimento e esporte (Mondo, Maior e ReUnion) na XYZ, a ser dirigida por André Mantovani, ex-MTV. Diz Guanaes que "a XYZ quer ser a segunda ou terceira maior e planeja investir R$ 110 milhões em aquisições até a Copa".

A líder T4F faturou R$ 569 milhões em 2010 e estreia na Bovespa na semana que vem, esperando levantar até R$ 623 milhões com seu IPO.

Por outro lado, segundo o site Propmark, T4F e grupo Abril não deverão renovar o "naming right" do teatro Abril, antigo Paramount, que vence amanhã. Dona do espaço voltado a musicais, a T4F está no mercado com um projeto de venda do "naming right" por R$ 5 milhões ao ano.

E a Geo, dos grupos Globo e RBS, comprou o teatro do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, informa Mônica Bergamo. Já prepara "agenda e comercialização da casa, cujo nome ainda não foi definido".

A coluna e o blog voltam na segunda-feira.

Escrito por Nelson de Sá às 11h24

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O Cade se move

Do presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, Fernando Fulan, segundo o Painel FC, sobre os contratos que a Globo já assinou com Corinthians, Flamengo e outros dez clubes:

A negociação tem que ser feita como o Termo de Compromisso de Cessação pediu. Se for comprovado que não houve leilão para todas as mídias, isso terá de ser revisto. 

Ameaça agir, "se for comprovado" que a Globo rasgou o acordo entre Cade, Globo e Clube dos 13, do ano passado. Pelo TCC, "a Globo abriu mão do direito de preferência para renovação com o C13" e, "assim, "paralisou processo de 13 anos por prática anticompetitiva".

Escrito por Nelson de Sá às 10h49

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Dez meninas e dois meninos executados

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 10h08

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Europa eleva juros. Fim da era do dinheiro barato

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h56

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Em meio à tragédia

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 04h37

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Uma tragédia brutal. O Brasil chocado

Escalada do "Jornal Nacional":

Uma tragédia brutal no Rio de Janeiro. No bairro do Realengo, no Oeste da cidade, um ex-aluno entra numa escola e abre fogo contra estudantes em sala de aula. Crianças e adolescentes fogem em pânico, enquanto pais desesperados chegam em busca de informações. Entre mortos e feridos, mais de 20 adolescentes foram atingidos. Nossos repórteres mostram o movimento nos hospitais. A repercusão da tragédia no Brasil e no mundo. O relato do policial que enfrentou o assassino e de quem testemunhou tudo, dentro da escola: "Aí ele chegou falando assim, 'Vou matar vocês'. Eu escutava muitos tiros, muitos tiros, e um monte de crianças gritando".
Veja também:
O protesto nacional de médicos contra planos de saúde.
E o terremoto que voltou a assustar o Japão. 

E do "Jornal da Record":

O Brasil chocado diante de um massacre de inocentes. Onze adolescentes executados dentro de uma escola no subúrbio do Rio de Janeiro. Imagens exclusivas mostram o cenário do atentado. As primeiras cenas de uma chacina sem explicação. O "Jornal da Record" encontra alunos baleados e pais desesperados em busca de notícias. Na escada do colégio, o corpo do atirador. A carta do assassino: pensamentos confusos e até inscrições sobre o próprio enterro. A emoção do herói que parou o matador, a dor de uma mãe e o choro da presidente. O testemunho de quem escapou por pouco.

Escrito por Nelson de Sá às 22h23

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A conta da guerra

De Ricardo Feltrin, na coluna Ooops:

A caríssima guerra pela exclusividade da transmissão do futebol vai deixar marcas na contabilidade da Globo. Dirigentes da emissora estimam que, para ter valido a pena, o departamento comercial terá de faturar no próximo ano R$ 840 milhões com o produto, mais que o dobro do faturamento previsto para este ano, R$ 350 milhões.

Escrito por Nelson de Sá às 12h03

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Recepção crítica

De Vera Magalhães, hoje na Folha, sob o título "Com fala superficial, mineiro alcança seu objetivo político":

A despeito do conteúdo algo superficial, Aécio Neves teve êxito naquilo que pretendia: se lançar como "líder da oposição", expressão repetida à exaustão na sessão. Contou, para isso, com a ajuda de adversários em seu partido e na base do governo. José Serra se abalou a Brasília para assistir. Acusou o golpe. Os senadores governistas se apressaram em apartear para contrapor pontos e repisar críticas à "herança maldita" tucana. Aécio, no princípio visivelmente nervoso, com fala rápida e por vezes inaudível, percebeu no desenrolar dos debates que conseguiu o efeito desejado e administrou o tempo em pé por cinco horas. No conteúdo, a fala foi esquemática e apenas pincelou quais seriam as tais críticas ao governo de "nove anos" do PT -aparelhamento, intervenção do Estado em empresas. E não se ouviu a palavra corrupção. O tal "modo tucano" de se opor foi apenas esboçado nas palavras de ordem genéricas "ética, responsabilidade e coragem". 

Dora Kramer, no "Estado de S. Paulo", com a chamada "Aécio demonstra não ter os atributos do bom orador" e o título "Punhos de renda":

O senador mostrou prestígio ao levar políticos em profusão para ouvi-lo, mas não conseguiu produzir o impacto nem o despertar da oposição que a tropa governista parecia esperar, muito menos deu razões ao governo para perder um segundo de seu sereno sono. Tépido na forma e repetitivo no conteúdo, passando ao largo de questões essenciais para o exercício da oposição como a independência do Legislativo, acabou proporcionando aos senadores aliados ao Planalto uma oportunidade excelente de mostrar vigor e afinação. Não por defeito, mas por ausência de um atributo pessoal que poderia ser chamado de borogodó de tribuna. Aécio não tem. Mário Covas tinha. As saudações superlativas soaram artificiais, traduziram a avidez por um porto seguro onde os oposicionistas possam se agarrar, além de revelarem a amplitude amazônica do deserto de homens e ideias na política nacional. 

E Ilimar Franco, do "Globo", do Rio:

Aécio fez um engenhoso discurso. Falou como quem tem consciência da fragilidade orgânica da oposição e da dificuldade de fortalecer PSDB, DEM e PPS sem a máquina federal. Falou com profundo conhecimento da realidade política e como quem sabe que tem sido muito difícil atrair parcelas dos partidos que estão no governo Dilma. Sem condições de capturar as estruturas partidárias, a opção foi falar direto para as bases desses partidos, os caciques locais, ao adotar como principal bandeira a parcela dos municípios no bolo tributário. Está na busca de criar um movimento em apoio à sua candidatura, que rompa a dicotomia de amor e ódio entre petistas e tucanos, a explicação para o discurso moderado de oposição, no qual abriu espaço para que sejam reconhecidos méritos em todos os governos desde a redemocratização. Os mais raivosos devem ter espumado ao ouvir o tom monocórdico das críticas do mineiro. É cedo ainda para saber se a estratégia vai colar, mas ele está dando demonstração de que há inteligência política e emocional na oposição. 

PS 13h - Para Reinaldo Azevedo, "Situação já escolheu o seu candidato de oposição". Para Luis Nassif, "Nova era na política".

Escrito por Nelson de Sá às 11h46

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Em choque

O massacre de crianças em uma escola do Rio é manchete on-line de "Guardian", "Telegraph", "Le Figaro" e "La Nación".

Também ocupa o alto nas páginas iniciais de Al Jazeera, BBC, Fox News, CNN,  "El País", "La Reppublica" e "Wall Street Journal", que escreve:

A tragédia choca a sociedade brasileira, de orientação familiar e onde a violência contra crianças é rara. A escola é localizada no Realengo, no Oeste de uma cidade conhecida por suas praias e beleza natural.

PS 13h - O "New York Times" postou despacho da AP e foto da Reuters:

Escrito por Nelson de Sá às 10h35

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A conta-gotas, governo tenta conter o dólar

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 09h47

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Radiação do Japão chega aos legumes na China

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h28

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"Currency warriors"

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 09h10

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Governo tenta conter inundação de dólares

Escalada do "Jornal Nacional":

Presidente da Petrobras diz que a gasolina pode ficar mais cara se o preço internacional do petróleo continuar no nível em que está, mas é desautorizado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.
O governo tenta conter a inundação de dólares e altera a cobrança de imposto nos empréstimos contraídos no exterior.
Estudos mostram como a falta de trabalhadores qualificados atrapalha o desenvolvimento do país.
Portugal pede ajuda financeira da União Europeia para fugir da crise.
Na usina nuclear de Fukushima, técnicos usam nitrogênio para evitar uma nova explosão.
Outono faz as temperaturas caírem nos Estados do Sul.
Um craque dos anos 80 grava os pés na calçada da fama do Maracanã. 

E do "Jornal da Record":

À espera de um coração. O drama de um menino de dez anos que depende de um transplante para sobreviver.
As armas do tráfico. Num morro, tiroteio. Em outra comunidade, jacarés eram usados para amedrontar bandidos rivais.
Quadrilha da fumaça. Oficinas encontram mais um jeito de fraudar a inspeção veicular em São Paulo.
A oposição na tribuna. Senador Aécio Neves estreia no plenário com críticas ao PT.
Invasão americana. Jovens cruzam a fronteira para se embebedar e promover festival de violência no lado mexicano.
Música clássica na favela. O maestro Isaac Karabtchevsky assume a direção artística da Orquestra de Heliópolis.

Escrito por Nelson de Sá às 21h54

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Refundação

Sob o título acima, o Panorama Político do "Globo" publica que o marqueteiro Antonio Lavareda "traçou os eixos necessários à reestruturação do PSDB para os governadores", em Minas. O partido precisa de "democracia interna" e "comunicação integrada".

Na tribuna, hoje, Aécio Neves vai abordar "inflação e desindustrialização". E na TV os comerciais tucanos "vão focar inflação e infraestrutura", ficando "de fora o mínimo, que os serristas queriam".

Diz a coluna que foi "contra intriga dos aliados de Serra, que disseminam não ter posições firmes na oposição", que Aécio decidiu subir ao palco.

Para Fernando de Barros e Silva, Aécio "sabe que está diante de cilada" e "oposição frontal nunca foi a dele, ainda mais fora de hora":

Serra está aí para prová-lo. Há meses, no Twitter, jornais, onde for, não faz outra coisa a não ser atacar Dilma. Ninguém o leva a sério. Parece aqueles profetas pregando o fim dos tempos na praça da Sé.

Escrito por Nelson de Sá às 10h17

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Globo despenca, mas vence

No Radar, "a Globo despencou em março na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo números do Ibope em todo o país":

Globo - caiu de 19,6 para 17,6

Record - subiu de 7,2 para 7,5

SBT - oscilou de 5,4 para 5,5 

E a Globo, que usa na negociação o argumento de alta audiência, conseguiu os direitos de transmissão do Flamengo, "o 12º a acertar".

Escrito por Nelson de Sá às 09h01

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STJ desqualifica provas contra Camargo Corrêa

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h39

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Preocupada com inflação, China eleva juros

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h25

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Capital sob controle

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A10 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 07h57

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STJ invalida provas contra empreiteira

Escalada do "Jornal Nacional":

Ministros do Superior Tribunal de Justiça invalidam grampos telefônicos da operação Castelo de Areia.
Piloto acidentado em Interlagos é enterrado em São Paulo e tem os órgãos retirados para doação.
Aparelhos que alertam motoristas sobre a presença de radares provocam polêmica.
Em Brasília, a polícia identifica e multa os irresponsáveis mostrados no "Jornal Nacional".
Um impasse político ameaça paralisar o governo americano.
Vídeo comprova chantagem contra um jornal argentino.
No Japão, uma determinada espécie de peixe é contaminada pela radiação de Fukushima.
Uma série de medidas tira Cidade do México do topo da lista das mais poluídas do mundo.
Cientistas brasileiros desenvolvem nervos artificiais para pacientes que perderam movimento das mãos. 

E do "Jornal da Record":

Papéis trocados. PMs prendem investigadora e deixam traficante solta.
Escândalo da quadrilha da fumaça. Depois da denúncia do "Jornal da Record", Prefeitura abre inquérito para apurar corrupção na inspeção veicular em São Paulo.
Nossos repórteres mostram os riscos de andar pelas calçadas do Brasil.
Tensão na Costa do Marfim. Presidente derrotado pede proteção à ONU para deixar o cargo.
Medo na Califórnia. Imigrantes ilegais morrem de frio e sede na travessia da fronteira do México com os Estados Unidos.
A chegada de Muricy Ramalho ao Santos.

Escrito por Nelson de Sá às 21h13

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iPad paulista?

Sob o título "Tecnologia paulista", João Dória afirma na "IstoÉ Dinheiro" que a "Apple produzirá iPads no Estado de São Paulo", em local a ser divulgado este mês "numa audiência com o governador Geraldo Alckmin".

Escrito por Nelson de Sá às 12h00

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O fim do telejornal nacional

De Jack Shafer, da Slate, sobre a notícia da saída de Katie Couric, âncora do célebre "Evening News", da americana CBS:

Ondas de alívio passaram por mim. Nunca mais a imprensa vai me forçar a ler outra notícia sobre seu esforço para ter sucesso como âncora. Nunca mais vou ter de ler sobre os planos da CBS de tirá-la da cadeira. Nunca mais vou ter de aguentar outro artigo sobre como sua audiência está subindo ou como sua audiência está caindo. 

A persistente queda na audiência, também nos telejornais de NBC e ABC, "é uma razão por que os âncoras de hoje são pós-âncoras, mas a mais importante é que os programas não são de notícia" e sim "infotenimento". Cita Mark Feldstein, da Universidade George Washington:

O valor jornalístico desses programas é marginal. 

Em suma, encerra Shafer:

Nas próximas semanas, conforme o "Washington Post", o "New York Times" e o "Wall Street Journal" produzam conversa tentando descobrir quem vai para a vaga de âncora, faça um favor a si mesmo e ignore o barulho. O cargo e os programas não importam mais

Aí vem o "NYT" e noticia ter ouvido de "vários executivos" que a saída de Katie Couric não está fechada "ainda". São só "rumores".

Escrito por Nelson de Sá às 11h33

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De volta ao cartaz

Da coluna de Fernando de Barros e Silva:

A versão de que o mensalão havia sido uma "farsa", uma obra de ficção arquitetada pela "imprensa golpista" se tornou uma ladainha nas hostes petistas. Intelectuais e apaniguados se valeram do êxito popular para disseminar mentiras e reescrever a história com a tinta do cinismo. Não há, a rigor, nada que seja novo e impactante na peça da Polícia Federal divulgada pela "Época". Detalhes de varejo, personagens periféricos que se beneficiaram da roubança, coisas assim. O impacto está muito mais na confirmação, pela PF, do que já havia sido divulgado pela imprensa e consta da denúncia do ex-procurador-geral. Fiquemos no principal: o mensalão existiu e o esquema criminoso foi em grande medida abastecido com dinheiro público. É difícil avaliar, por ora, quais serão as implicações legais do relatório. Politicamente, no entanto, a PF jogou uma pá de cal nessa farsa de salão que o PT -de Delúbio a Chaui- quis impingir ao país. 

E da coluna de Janio de Freitas:

Ainda estamos fora do Brasil. Este lugar de acontecimentos políticos inofensivos, com noticiário da altura de Gilberto Kassab e de um ou outro pretendente a explorar o "segundo escalão"; onde uma presidente alcança nível extraordinário de aprovação, e há meses não estoura escândalo de corrupção governamental, este lugar em que estamos não é o Brasil que conhecemos. Mas, a continuarmos nele ou sermos forçados a deixá-lo, dependemos de entidade que até parecia inerte -a Procuradoria-Geral. E do que veremos com o reaparecimento do "mensalão" no palco. Não se pode desconsiderar a priori nenhum dos fatos publicados pela "Época". Os precedentes não autorizam as descrenças. Mas cair no aproveitamento da novidade pela oposição, desesperada para encontrar o que dizer seja lá sobre o que for, não é menos inadequado ao caso.

As conclusões da PF vão passar pela apreciação da Procuradoria-Geral. Dispõe para sua nova tarefa, caso não se alterem demais as condições, de ambiente oposto, por exemplo, ao caso Collor-PC Farias e ao próprio "mensalão". A pressão do ambiente sobrepôs-se a tudo. No "mensalão", prejudicado também pelas pretensões políticas de utilizá-lo mais para a derrubada de Lula, o mecanismo, a extensão e o que expressou (e expressa) na política não foram alcançados -comprova-o, em parte, o aparecimento de outro relatório da PF. Se vai perturbar o ambiente deste lugar especial em que estivemos nos últimos meses, conviria que a volta do "mensalão", que de mensalão nada teve, fosse além da primeira apresentação. 

Aqui, a repercussão pelo "JN", que chamou na escalada de sábado.

Escrito por Nelson de Sá às 10h36

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Novela cai, telejornal cai

A coluna Zapping informa que "Morde & Assopra" "estreou há duas semanas e derrubou o horário das sete, que dava mais de 30 pontos". Na quinta, não passou de 26 e "até a novela das seis a superou".

E a coluna Outro Canal informa que, "com a estreia ainda morna" da novela das sete, também o "Jornal Nacional" caiu e registrou 28,8 pontos entre 21 e 31 de março. Entre 1º e 19 de março, havia marcado 32,5.

Escrito por Nelson de Sá às 10h09

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Vice é alvo de inquérito por corrupção em porto

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 09h27

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Obama "capitula" e aceita julgamento militar

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h58

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Nota alta

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 02h46

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Em São Paulo, propina na inspeção veicular

Escalada do "Jornal Nacional":

Quase dois anos de mistério nas águas do Atlântico. Franceses encontram parte do avião que sumiu entre o Rio e Paris. Há corpos de vítimas no fundo do mar.
Um juiz embriagado atropela e mata um motociclista, mas não é autuado em flagrante no Ceará.
Registrado o primeiro caso de dengue do tipo 4 em São Paulo.
Acidente na Stock Car. Pilotos já haviam se queixado da curva em Interlagos. O colega deles, Gustavo Sondermann, teve morte cerebral.
Desaparece um dos críticos mais conhecidos do governo da China.
A imprensa volta a ser alvo de intimidação na Argentina.
A França e as Nações Unidas atacam soldados do perdedor da eleição que se recusa a deixar o poder na Costa do Marfim.
E o americano Barack Obama avisa que é candidato à reeleição. 

E do "Jornal da Record":

Reportagem exclusiva. Na cidade com a maior frota do país, carros reprovados na inspeção veicular são liberados após pagamento de propina.
Terror no parque de diversão. Polícia faz vistoria no brinquedo que apresentou falha e deixou oito feridos.
Debaixo do nariz da polícia. Traficantes montam laboratório de drogas ao lado de clube da PM.
Quase dois anos depois, equipes de buscas encontram restos mortais e destroços do Airbus que caiu no Atlântico.
Barack Obama confirma que vai tentar a reeleição.
E, na reportagem especial, a perigosa aventura dos imigrantes ilegais. Eles arriscam a vida para atravessar a fronteira do México com os Estados Unidos.

Escrito por Nelson de Sá às 21h20

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Obama 2

Foi com vídeo no YouTube, do Google, e também via e-mail e Facebook, mas nem tanto no Twitter, que Obama lançou sua campanha à reeleição. O marqueteiro é, novamente, David Axelrod.

Escrito por Nelson de Sá às 11h52

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Agnelli & PSDB

Segundo o blog Poder Online, do iG, "o publicitário Nizan Guanaes e o consultor Murilo Aragão deram a maior força para desenhar a estratégia de Roger Agnelli para continuar à frente do comando da Vale", sem sucesso. A previsão é que saia em 21 de maio.

E agora "Aécio articula para levar Agnelli à Cemig", informam Valdo Cruz e Vera Magalhães. Ele "já foi sondado e teria manifestado interesse em assumir a estatal mineira", que controla também a Light, do Rio.

Escrito por Nelson de Sá às 11h24

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Lula & Microsoft

A Microsoft, excluída do encontro de Obama com Google, Facebook, Twitter e outras há duas semanas, recebe Lula depois de amanhã para seu evento de "tecnologia da informação", o Fórum de Líderes Públicos da América Latina, em Washington.

Segundo o "Globo", o ex-presidente abriu a LILS Palestras, Eventos e Publicações Ltda. há duas semanas para "separar a atividade política das atividades remuneradas", segundo Paulo Okamotto, amigo de Lula e agora sócio na empresa.

Escrito por Nelson de Sá às 10h56

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Exportação

Cátia Seabra informa que os petistas Luis Favre e Valdemir Garreta, da FX Comunicação, assessoram desde janeiro a campanha presidencial de Ollanta Humala, no Peru. Os dois estão em Lima para o primeiro turno, liderado pelo candidato, que se afastou de Hugo Chávez.

Em fevereiro, Humala se reuniu com Lula no 31º aniversário do PT. Marqueteiro do ex-presidente, de Dilma e do presidente de El Salvador, Maurício Funes, João Santana foi convidado, mas não aceitou.

Escrito por Nelson de Sá às 10h36

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Pela primeira vez, cai a desigualdade regional

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 09h32

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China dá novo passo para vacina contra Aids

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h04

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O que quer a China

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 08h48

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Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
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