Nelson de Sá

Toda Mídia

 

"Dia da Partida"

Ao vivo, Al Jazeera e Al Jazeera English.

A coluna e o blog voltam na segunda.

Escrito por Nelson de Sá às 11h52

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A ministra e a Microsoft

Do sociólogo Sergio Amadeu, ativista de software livre e inclusão digital, na semana passada, em entrevista postada por Luiz Carlos Azenha sob o título "Amadeu: Os nacionalistas que a Microsof ama":

O Ecad tem uma campanha contra o Creative Commons. E faz parte dessa campanha dizer que o Creative Commons é uma famigerada organização norte-americana, que visa destruir a cultura nacional. E é exatamente o oposto... Vem uma ministra e, sem consultar a presidenta da República, achou que estava fazendo um atinho, para uma comunidade pequena. Não, a consequência política dela é nefasta... O que ela quer, o que o Ecad quer é que a indústria da intermediação _aliás, boa parte dela dominada pelas majors norte-americanas_ continue a ditar as regras da cultura.

E da entrevista do músico Gilberto Gil, ex-ministro, a Jotabê Medeiros, hoje sob o título "Gil critica ação açodada do Ministério da Cultura":

Você tem acompanhado a polêmica da retirada das licenças Creative Commons do site do MinC?

Tenho acompanhado, é claro, com interesse. São consequências naturais de mudanças de grupos, de conceitos. Espero que essa polêmica seja pautada pelo diálogo. Agora mesmo eu estava lendo o artigo do Hermano Vianna em "O Globo", ele fala do açodamento, da pressa em se retirar esse logo do site do MinC.

O ato foi logo nos primeiros dias, o que parece uma ação simbólica.

Se é isso, que fique nisso e se esgote nisso. Se é para marcar uma mudança de guarda, que não fique só nisso. Porque essas iniciativas, como o Creative Commons, não continham essa ideia do particularismo. É algo que deveria se propagar por aí. Você veja que os conteúdos do governo inglês estão sob uma licença que foi criada para isso. O governo da Austrália usa as licenças Creative Commons. O que o Hermano fala é para que o Estado abra os olhos para a necessidade de se compreender. Não precisa usá-la, mas fazer dela um marco para a criação de outras. É preciso levar em conta o caráter institucional, formalizador, a dimensão jurídica para a autonomia do autor, para dimensionar essa licença, entender seus limites. Não pode examinar com uma visão apressada, que talvez seja o que esteja na base dessa iniciativa, de que essa licença e todas essas licenças similares enfraquecem o direito autoral.

A primeira vez que você falou em Creative Commons foi em 2003.

E as pessoas não estão ainda devidamente informadas. O lado que defende tem sido mais cuidadoso em esclarecer a licença, a variedade dessas licenças, do que o lado que ataca, que recusa. Esse lado não tem vindo para uma dimensão esclarecedora. Ouço vários deles dizendo que o CC é um instrumento das multinacionais americanas, coisas absurdas desse tipo. A surpresa que você teve em 2003 deveria hoje se converter em um instrumento para a compreensão ampla dessa possibilidade.

O debate parece conter uma ideia conspiracionista, de que, por ser americana, a licença é nociva.

Porque a ideia veio de um acadêmico ativista americano? Não tem sentido. O lado contrário às licenças livres, nos Estados Unidos, os interesses ligados à questão coletiva de direitos autorais se opõem ao Creative Commons da mesma forma que os daqui.

Mais nos perfis de Sergio Amadeu, Marcelo Branco e Renato Rovai.

Escrito por Nelson de Sá às 10h36

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Aumenta a repressão no Egito

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 09h24

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EUA negociam para saída de Mubarak

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h04

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EUA e seus generais

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A10 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 08h28

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Jornalistas da EBC são vítimas de violência no Egito

Escalada do "Jornal Nacional":

Protestos no Egito completam dez dias. Oposicionistas e partidários do governo voltam a se enfrentar nas ruas. Profissionais da imprensa são vítimas de violência policial. O Itamaraty reage contra a detenção de dois jornalistas brasileiros.
Na onda que varre países árabes, manifestos por reformas também tomam conta das ruas da capital de Iêmen.
Depois de 19 anos, o governo da Argélia promete liberar manifestações.
Brasil. Descoberta em São Paulo uma rede de exploração de travestis para prostituição.
Pesquisadores criam um curativo à base de sangue humano.
Remédios contra hipertensão e diabetes que serão distribuídos de graça.
O Grêmio consegue a classificação na Libertadores, mesmo depois de perder um gol de forma incrível.
Como foi a noite de estreia do Ronaldinho no Flamengo. 

E do "Jornal da Record":

Dez dias de guerra nas ruas do Egito. Manifestantes trocam tiros e colocam fogo em entulho no Cairo. Pelo menos três pessoas morreram nos conflitos entre opositores e defensores do ditador Mubarak.
Caminhão desgovernado provoca grave acidente e para rodovia na Grande São Paulo.
Corintianos revoltados hostilizam o time eliminado da Libertadores.
Quadrilha que explorava travestis é presa em São Paulo.
Hipertensos e diabéticos vão receber remédios de graça.
Nova York proíbe fumo em praia e parques.
O touro do rei. Até Roberto Carlos virou criador de gado.

Escrito por Nelson de Sá às 21h34

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O talento

De Janio de Freitas, sob o título acima:

O Reynaldo Jardim morto ontem foi um dos jornalistas mais injustiçados do Brasil. Sua criatividade sem limite e incessante deixou legados que não lhe foram reconhecidos na medida própria, quando o foram em alguma medida. Caso do Suplemento Dominical do "Jornal do Brasil", o célebre e celebrado SDJB, vanguarda em todos os sentidos, criado e sempre editado por Reynaldo (em associação com Ferreira Gullar), mas só nos últimos tempos retirado, por uma ou outra pesquisa, de falsos criadores. Muitas das criações de Reynaldo Jardim nem são citadas, como a revolução que fez no rádio de estúdio, quando dirigiu a Rádio JB, e hoje tem traços marcantes em toda a radiofonia brasileira. Poeta original, Reynaldo Jardim fez há pouco, como se pressentindo a urgência, uma espécie de vasta antologia de sua obra poética, sob o título característico de "Sangradas Escrituras". Escultor, cronista, gráfico, Reynaldo Jardim foi amigo generoso e afetuoso. Talento mais do que iluminado.

Escrito por Nelson de Sá às 10h36

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"Brasil dissecado"

Já está na capa de papel do "Financial Times" o anúncio da estreia hoje do "Brazil Confidential", newsletter que o jornal britânico passa a publicar a cada duas semanas _e abrange ainda um site de acesso pago, ainda fora do ar_ sobre "um dos mercados emergentes mais excitantes".

Editada por Richard Lapper, que antes foi editor de América Latina do "FT", promete "análise e insight" sobre "as complexidades da política brasileira" e suas "intrincadas administrações federal, estaduais e locais". Em suma, apresenta-se como um "guia para os leitores no labirinto".

 

 

 

 

Escrito por Nelson de Sá às 09h58

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Apoiadores de Mubarak atacam manifestantes

 

 

Para as edições, NYT, WSJ, WP e FT. Para os sites, NYT, WSJ, WP e FT.

Não foi possível reproduzir hoje o "China Daily".

Escrito por Nelson de Sá às 09h02

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Ditador egípcio põe adeptos para atacar nas ruas

 

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Escrito por Nelson de Sá às 08h38

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Mubarak ataca

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A10 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 07h50

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Mubarak ataca

Escalada do "Jornal Nacional":

Três mortes, centenas de feridos. O nono dia de protestos no Egito registra confronto entre oposicionistas e simpatizantes do presidente Mubarak.
Na onda que varre o mundo árabe, também o presidente do Iêmen desiste de concorrer à reeleição.
Brasília. Na abertura dos trabalhos no Congresso, a presidente Dilma Rousseff propõe uma política de longo prazo para o salário mínimo e um pacto contra a miséria.
Morador de rua é humilhado no interior de São Paulo.
O IBGE anuncia o maior crescimento dos últimos 24 anos na produção industrial.
A agência espacial americana descobre o maior conjunto de planetas fora do sistema solar. 

E do "Jornal da Record":

Sorte à prova de bala. Mochila e celular salvam vida de vítimas de assalto.
Tempestades e alagamentos em São Paulo. Nevasca e prejuízo nos Estados Unidos. Ventos de 300 quilômetros por hora na Austrália.
Vítimas do preconceito. Por excesso de peso, professoras são reprovadas em concurso. Por ser brasileira, mulher é deportada da Espanha.
Mais um dia de violência no Egito. Protestos de hoje deixaram mais de 500 feridos e um morto.
Medo, angústia e separação. A difícil adaptação nos primeiros dias da escola.
Na série especial, uma profissão desconhecida e super valorizada. O pedicure de boi.

Escrito por Nelson de Sá às 21h18

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"Tech war"

Enquanto avança a propaganda das ilhas privadas de internet Facebook, Twitter e Google, o "Wall Street Journal" destaca hoje que "Empresas dos EUA e da China estão em guerra tecnológica":

O confronto titânico se refletiu no discurso sobre o "estado da união" de Barak Obama, na semana passada, e vai dominar as relações entre os dois países por anos. 

A política chinesa busca "tornar seu país uma potência tecnológica mundial até 2020". Segundo um "alto executivo de empresa americana" anônimo, "é uma grande questão estratégica de longo prazo":

Não é só a crise do dia para as empresas dos EUA. É a crise.

Escrito por Nelson de Sá às 11h56

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O fim do blog?

TV e imprensa não acabaram, como anunciado, e o Observer proclama agora, em reportagem sobre o novo formato dos sites Gawker, que estreia ainda hoje, que os blogs é que vão acabar, uma década depois.

Escrito por Nelson de Sá às 10h54

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De novela em novela

O blog Outro Canal informou que, "apesar dos bons índices na primeira quinzena, impulsionados pela reta final de 'Passione', 'Insensato Coração' e 'BBB 11' acabaram derrubando a audiência da Globo no mês". A média, de 18,9 até o dia 15, caiu para 15,7 pontos entre 16 a 31 de janeiro:

A média de janeiro ficou em 17,3 pontos, número ainda melhor que o de janeiro de 2010, quando a rede registrou 16,5 pontos, mas abaixo das animadas expectativas da emissora no início do ano. 

Já o blog Radar postou apenas a média para todo o mês e destacou que foi "um bom janeiro para a Globo".

Segundo Outro Canal, a novela das 21h "anda testando o coração de muita gente". No último sábado, ficou um ponto atrás da novela das 19h e dois pontos atrás do "Jornal Nacional".

Escrito por Nelson de Sá às 10h14

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Estatal paulista tem buraco de R$ 7 bilhões

 

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Escrito por Nelson de Sá às 09h24

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Ditador anuncia que vai sair, "mas fica"

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h10

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EUA, Al Arabiya e o ditador

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A14 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 08h52

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No Egito, "centenas de milhares". Ou "um milhão"

Escalada do "Jornal Nacional":

Oitavo dia de protestos no Egito. Centenas de milhares de manifestantes se reúnem pacificamente. Depois de três décadas no poder, o presidente Hosni Mubarak anuncia que não vai concorrer à reeleição em setembro.
Na Jordânia, o rei tenta diminuir a pressão popular por reformas e nomeia novo primeiro-ministro.
Brasília. O Congresso reabre trabalhos, e José Sarney é reeleito presidente do Senado. Na Câmara, a eleição deve ser definida ainda esta noite.
No Maranhão, a cidade onde a Justiça manda tirar assassinos e traficantes da cadeia.
O que acontece em uma cidade em que quase todas as autoridades foram presas. 

E do "Jornal da Record":

Jogo sujo. Donos de bingo tentam subornar policiais e são presos.
Nossos repórteres investigam o transporte clandestino nas estradas brasileiras.
Hosni Mubarak. Um milhão de pessoas pede a saída do presidente do Egito. O depoimento de brasileiros que conseguiram deixar o país.
Novo Congresso, velhos conhecidos. Sarney será presidente pela quarta vez.
Os perigos para quem abusa do cheque especial.
Remédio bom e barato. Hospitais públicos criam academia de ginástica e melhoram a saúde dos pacientes.
A nova parceira da Rede Record no interior paulista: a TVB de Campinas.

Escrito por Nelson de Sá às 21h30

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Uma agência para rádio e TV

Após manchete em que o "Estado" o aproximou da Globo, o ministro das Comunicações convocou coletiva para desmentir que tivesse aceito a propriedade cruzada. E agora anuncia, no destaque do site Tele.Síntese:

A Anatel receberá de volta, depois da decisão do ministro Paulo Bernardo de resgatar o papel fiscalizador e sancionatório da agência, mais de 10 mil processos de sanção contra emissoras de rádio e TV que estavam parados no Ministério das Comunicações desde 2006. Segundo o superintendente de fiscalização, entre os anos de 1997 a 2006 a Anatel tinha o papel de fiscalizar tecnicamente as emissoras e aplicar penas caso encontrasse irregularidades técnicas, iniciativa que foi questionada pelo ex-ministro Hélio Costa. 

E tem mais, no site Teletime:

A decisão de devolver à Anatel a competência para fiscalizar tem implicações jurídicas importantes, num momento em que começam a ser discutidas as futuras competências de uma agência reguladora sobre o setor de rádio e TV. Na semana passada o ministro homologou parecer de sua consultoria jurídica, que tem o intuito de reconhecer as competências da Anatel para: fiscalizar a radiodifusão em aspectos técnicos (uso do espectro); outorgar autorização de uso de radiofrequência e homologar equipamentos; e, por convênio, fiscalizar questões não-técnicas (por exemplo, conteúdos). Mas o parecer traz uma interpretação nova sobre a questão constitucional de quem tem o poder de regular radiodifusão. 

Em suma, "admite um órgão regulador para radiodifusão". Do parecer:

Se é clara a determinação constitucional (...) para a criação de um órgão regulador para os serviços de telecomunicações, não há (...) em qualquer outra parte da Constituição vedação para a criação de uma entidade reguladora para serviços de radiodifusão.

Escrito por Nelson de Sá às 10h52

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Silvio Santos vende banco e sai sem dívida

 

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Escrito por Nelson de Sá às 09h38

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Antes de protesto, Mubarak tenta negociar

 

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h14

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Obama vê Al Jazeera

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 08h08

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Para amanhã, a marcha dos milhões no Egito

Escalada do "Jornal Nacional":

O Egito no centro do mundo. Manifestantes convocam para terça-feira o protesto de milhões. Cidadãos tentam acalmar a multidão, mas parte do acervo do museu do Cairo é atacada por vândalos. Líderes ocidentais começam a defender a transição para a democracia no país.
A primeira viagem depois de empossada. Presidente Dilma encontra a colega argentina Cristina Kirchner.
No Pará, promotores começam a investigar o desabamento do prédio de mais de 30 andares.
Uma dúvida para os mais preocupados com o meio ambiente. O que fazer com remédios que perderam a validade?
Pelo segundo ano seguido, o setor público não atinge a meta de economia para pagar a dívida.
Estados de São Paulo e Rio de Janeiro anunciam dados positivos na área de segurança pública.
Esporte. Três equipes da Fórmula 1 apresentam os carros da temporada 2011. 

E do "Jornal da Record":

Um país em alerta contra a dengue. Dezesseis Estados brasileiros têm risco de epidemia.
Um país acuado pela crise política. Multidões tentam fugir do Egito e enfrentam caos no aeroporto. Quem fica no país faz barricadas para se proteger e corre para estocar comida.
No Brasil, a saúde pública sob suspeita. Enfermeira decepa parte do dedo de um bebê em hospital.
Na Argentina, Dilma Rousseff se encontra com Cristina Kirchner e com mães da praça de Maio.
Na nossa nova série especial, um dos bifes mais caros do mundo. E o boi que trocou o pasto pela sala de casa.

Escrito por Nelson de Sá às 21h13

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Tropicália, o bispo e o cardeal

Da reportagem "Tudo a declarar", de Morris Kachani e Artur Voltolini:

Caetano Veloso tem três filhos religiosos. Sobre Moreno, que tende ao catolicismo, diz: "Se o papa João 23 fosse santo, ele seria devoto". Seus dois filhos mais novos, Tom e Zeca, são evangélicos e frequentam a Igreja Universal do Reino de Deus. Sobre um tropicalista gerar filhos evangélicos, diz: "Minha geração teve que romper com a religiosidade imposta, a deles teve que recuperar a religiosidade perdida". Caetano diz ser muito bem recebido quando vai assistir a seus filhos tocando nos cultos e afirma enxergar o bem que a religião fez aos dois. Paula Lavigne comenta: "Zeca encontrou um conforto na religião. Qualquer coisa que faça bem aos meus filhos faz bem para mim". E sobre o crescente poder dos evangélicos, no Congresso e na mídia, relativiza: "A Record não tem mais rabo preso com o bispo do que a Globo tem com o cardeal".

Escrito por Nelson de Sá às 10h10

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Censura corporativa

Nos EUA, começou com Jeff Jarvis, do BuzzMachine:

Notícias vitais, que mudam o mundo, estão ocorrendo no Oriente Médio e ninguém _não a mídia americana xenofóbica e obcecada por celebridades_ consegue dar a perspectiva, o insight e o retrato local que a Al Jazeera dá. Mas nos EUA quase ninguém pode assistir. Operadoras de cabo: acrescentam a Al Jazeera em inglês JÁ! 

Pouco depois, no alto da home do Huffington Post, Ryan Grim escreveu sobre o "blecaute da Al Jazeera nos EUA":

Fora alguns bolsões nos EUA _Ohio, Vermont, Washington D.C._ as operadoras de cabo não permitem aos espectadores a escolha de assistir à Al Jazeera. Essa censura corporativa acontece ao mesmo tempo em que o Egito tenta bloquer as transmissões da Al Jazeera. 

Ecoou a ativista Naomi Klein:

Quando o Egito corta a Al Jazeera, é censura. Quando as operadoras de cabo se recusam a transmitir, é "just business", só negócio. 

E chegou por fim ao "NYT", "Al Jazeera fora do ar egípcio e americano".

Vale para o Brasil. Em especial, para a Net de Carlos Slim e Globo.

Escrito por Nelson de Sá às 09h28

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BC exige saída de SS do PanAmericano

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 08h18

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No Egito, oposição se une em torno de ElBaradei

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 08h06

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Al Jazeera e a revolução

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A16 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 07h02

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Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
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