Nelson de Sá

Toda Mídia

 

Sem papel (e sem Steve Jobs)

The Cutline, paidContent e outros noticiam que chegou o convite de Rupert Murdoch para o lançamento de seu jornal só para iPad, o "hypado" The Daily, na próxima quarta, no museu Guggenheim, em Nova York. Steve Jobs, da Apple, que participaria do lançamento antes previsto para o último dia 19, em San Francisco, tirou licença médica e não vai mais.

 

A coluna e o blog voltam segunda-feira.

Escrito por Nelson de Sá às 12h38

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"NYT" vs. Al Jazeera

Depois do WikiLeaks, o "New York Times" parte hoje para cima do canal de notícias do Qatar, na submanchete "Aproveitando a chance, Al Jazeera galvaniza frustração árabe". Diz que os protestos que "balançam o mundo árabe têm um fio que os une, o canal cuja cobertura agressiva impulsionou sentimentos insurgentes de capital para capital".

Acusa a Al Jazeera de "motivações opacas" ligadas ao governo do Qatar _que, na verdade, se equilibra entre Arábia Saudita e Irã.

Questiona que seu "repórter na Tunísia virou líder militante". Insinua que o canal não fez o mesmo no Egito, de início. Diz que a Al Jazeera "toma partido na disputa palestina, mostrando o Hamas de modo mais favorável" do que o "alinhado ao Ocidente" Abbas, e também no Líbano, "simpatizando com xiitas" contra os sunitas "alinhados ao Ocidente".

Escrito por Nelson de Sá às 11h58

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Lula virou história

Sob o título acima, o "Valor" destaca que "o ex-presidente da República será o protagonista de livros escritos por Kennedy Alencar, André Singer, Francisco de Oliveira e Denise Paraná, e está na mira de Fernando Morais". Abrindo o texto, "o governo mal acabou, mas uma consulta a livrarias virtuais indica 50 livros com 'Lula' no título". E agora:

O jornalista Kennedy Alencar prepara um dos livros mais aguardados sobre os oito anos do governo, a ser lançado pela Publifolha, no qual vai contar sobre os bastidores da vida palaciana. A pesquisadora Denise Paraná, de "Lula, o Filho do Brasil" (editora Fundação Perseu Abramo), base do filme homônimo, também reuniu material para novo livro, desta vez sobre a simbologia em torno do líder político.  

Acrescenta Fernando Morais, autor de "Chatô" e "Olga":

Pedi, por meio de amigos comuns, para gravar com Lula uma meia dúzia de depoimentos longos, sobre passagens importantes do governo, mas ele disse para desistir, porque ou sairia abobrinha ou perderia amigos. A poeira na alma dele ainda não baixou. Um dia, se topar, torço para que chute a bola para o meu lado... É uma figura que merece algo mais exaustivo, acho que alguém vai fazer. Lula é adorado pela população, mas tem uma oposição dura. O Lula demonizado dá um sabor especial ao livro. Além disso, ele não é casmurro, o que ajuda o biógrafo. Este é um trabalho no qual eu tenho muito interesse... Lulinha dá um livraço.

Escrito por Nelson de Sá às 11h04

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Paulo Bernardo, a Globo e as teles

De Samuel Possebon, no site Teletime, sob o título "Licença única está em estudo pela Anatel e não envolve radiodifusão, diz Paulo Bernardo":

O ministro das Comunicações declarou em coletiva que a discussão sobre a licença única de telecomunicações não tem relação com o novo marco legal das comunicações e que é um assunto em estudo na Anatel. O ministro se referia a reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo", segundo a qual o governo teria recuado na proposta de restringir a propriedade cruzada e estaria, agora, trabalhando na ideia de uma única outorga para todos os serviços. Paulo Bernardo disse que deve ter sido mal interpretado ao dar a entrevista ao jornal. "Há um estudo na Anatel para licença única de telecomunicações, que nesse processo de convergência poderia atuar em outras mídias, como TV a cabo e internet."

De fato, a discussão sobre licença única é antiga na Anatel, foi levantada no processo de revisão do Plano Geral de Outorgas, em 2008, mas acabou sendo deixada como uma das questões de longo prazo do Plano de Atualização da Regulamentação. Trata-se de ideia inspirada no modelo inglês em que as empresas poderão prestar serviços de internet, TV a cabo, telefonia ou celular com uma mesma licença, mas não se cogita incluir a radiodifusão nesse grupo, até porque radiodifusão e telecomunicações têm tratamentos constitucionais diferentes. Segundo o ministro, no momento em que esses estudos para uma licença única forem concluídos pela Anatel eles serão discutidos com o ministério, que provavelmente terá que encaminhar mudanças na Lei Geral de Telecomunicações para viabilizar a ideia. Segundo Bernardo, isso não tem relação com a discussão sobre o novo marco legal das comunicações.

Paulo Bernardo reiterou todas as suas declarações dadas até aqui sobre a condução dos debates do marco legal das comunicações. Primeiro, lembrou que o projeto deixado pelo ex-ministro Franklin Martins é um texto "bastante adiantado", mas que ainda precisa ser analisado pelo Ministério das Comunicações e que ainda precisa se tornar um projeto do governo. Depois disso, disse, o texto irá à consulta pública. Finalizada a fase de contribuições, serão feitas eventuais mudanças no projeto, que vai ao Congresso. A novidade é que o ministério não pretende fazer audiências públicas. "Achamos que essas audiências deverão ser feitas pelo Congresso. Cabe a eles decidir a forma de conduzir esse debate."

Escrito por Nelson de Sá às 10h00

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Fraude no banco de SS cresce RS 1,5 bilhão

 

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 09h38

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Cresce pressão no Egito. Ondas chegam ao Iêmen

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h18

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Abaixo da dinastia

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 08h34

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Sobram vagas de trabalho

Escalada do "Jornal Nacional":

Falta transporte. Toneladas de donativos para as vítimas das enchentes no Rio de Janeiro se acumulam em outros Estados.
Surpresa para os motoristas. Preço do seguro obrigatório subiu, mas o valor da indenização, não.
Vulcão obriga milhares de japoneses a sair de casa.
O governo egípcio reprime protestos violentos pelo terceiro dia.
Sobram vagas de trabalho. Quem são os brasileiros a procura de emprego.
Os investimentos das construtoras para enfrentar a falta de mão de obra.
Ministro da Fazenda nega estudo para corrigir a tabela do Imposto de Renda.
Um ex-chefe dos bombeiros é suspeito de assassinatos em série no Paraná.  

E do "Jornal da Record":

Professora é acusada de abusar de aluno de 13 anos.
Sítio de um dos maiores traficantes do mundo vira centro de recuperação de drogados.
Crimes em família. Coronel é suspeito de matar nove pessoas para vingar a morte do filho.
Filha de ex-ministro é presa acusada de envolvimento na morte do pai.
IML novo e caro não atende a população e vira depósito.
Taxa de desemprego é a menor em oito anos.
Transporte em baixa. A longa viagem de quem mora em bairros onde nem os ônibus chegam.
Montanha de fogo no Japão. E a paisagem branca e gelada nos Estados Unidos.

Escrito por Nelson de Sá às 21h02

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Paulo Bernardo & Globo

Da manchete do "Estado", por Cida Damasco, João Bosco Rabello e Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado:

O governo vai abandonar o debate sobre a proibição da propriedade cruzada nos meios de comunicação. A convergência das mídias pôs na mesa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, um projeto de concessão única. Propriedade cruzada é o domínio, pelo mesmo grupo, de diferentes plataformas (TV, rádio, jornal e portais).  

Por exemplo, a Globo. Prossegue o "Estado":

O Ministério das Comunicações ainda defende a extensão aos meios de comunicação digital (portais) do limite de 30% de capital estrangeiro que hoje vigora para jornal, rádio e TV.

Por exemplo, o Terra, da espanhola Telefónica.

Escrito por Nelson de Sá às 10h02

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Dilma aceita propriedade cruzada na mídia

 

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Escrito por Nelson de Sá às 09h44

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Dos EUA à China, os protestos no Egito

 

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Escrito por Nelson de Sá às 09h38

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Ao Pacífico

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 08h48

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Mais protestos contra o ditador no Egito

Escalada do "Jornal Nacional":

O Egito em convulsão. Governo bloqueia redes sociais na internet, mas não evita novos protestos.
O JN no ar em Rio Branco. É a capital brasileira mais ameaçada pelo mosquito da dengue.
Crianças que desafiam a Justiça. Em São Paulo, um ladrão de carros flagrado 16 vezes. Nos Estados Unidos, o assassinato de uma mulher grávida.
Governo abre negociação com sindicalistas sobre salário mínimo e Imposto de Renda.
Morre o ator John Herbert, um dos primeiros astros da televisão brasileira.
Rock in Rio anuncia as atrações do primeiro dia. 

E do "Jornal da Record":

Revelação estarrecedora. A maior tragédia natural da história do país poderia ter sido bem menor. Para o conselho de engenharia, bastaria cumprir a lei e 80% das mortes teria sido evitada.
Na estrada, violência. Em São Paulo e em Belo Horizonte, acidentes matam e fecham rodovias.
Nos trilhos, humilhação. "Jornal da Record" mostra que os trens metropolitanos tornaram o transporte público desumano.
Número de brasileiros endividados é o menor em nove anos.
Duas décadas depois, poupadores ainda não receberam as perdas do Plano Collor.
Boas e más notícias. Falta de pedreiros atrasa e encarece reforma. Cientistas revelam não existir relação entre a cerveja e o tamanho da barriga. A história da corredora cega que já ganhou três medalhas de ouro pelo Brasil.

Escrito por Nelson de Sá às 21h20

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A nação do Google e do Facebook

No discurso sobre "o estado da união", Obama ressaltou que "o mundo mudou" e a China tem hoje "o computador mais rápido do mundo". Portanto, "este é o momento Sputnik da nossa geração", referência ao satélite lançado pelos russos em 1957, para assombro dos EUA, que responderam enviando o homem à Lua. E agora:

O primeiro passo para vencer o futuro é encorajar a inovação americana. Nenhum de nós pode prever com certeza o que será a próxima grande indústria. Trinta anos atrás, não poderíamos saber que algo chamado internet levaria a uma revolução econômica. O que podemos fazer _o que a América faz melhor do que ninguém_ é estimular a criatividade e a imaginação de nosso povo. Nós somos a nação que pôs carros nas ruas e computadores nos escritórios; a nação de Edison e dos irmãos Wright; do Google e do Facebook. 

Ponto por ponto, David Rothkopf derruba "o mito da nação inovadora". Mas o "momento Sputnik" pegou, segundo o Mashable, via Blue Bus.

Não é de hoje que as redes sociais privadas entraram para o discurso do governo Obama. A capa da nova "Foreign Affairs", porta-voz do establishment diplomático, proclama "O poder político da mídia social".

Alec Cross, do Departamento de Estado dos EUA, vai pela mesma linha, em entrevista a Gabriela Manzini, na Folha:

As mídias sociais, sim, tiveram um papel [na Tunísia]. Vimos os tunisianos dizerem claramente que a liberdade na internet é direito. Houve forte reação quando o governo bloqueou acesso a sites e promoveu ataques contra o Facebook. Em seu último discurso, Ben Ali disse que "escutara" a população e acabou com os bloqueios.

Há conflito em pôr firmas como Google, Facebook e Twitter na sua linha de frente [no Departamento de Estado]?

Acho ingênuo acreditarem que posso, de alguma maneira, controlar essas empresas. Elas têm orgulho de ser independentes. Eu jamais tentaria controlá-las e, se o fizesse, sei que fracassaria.

Houve polêmica quando um dos seus colegas, Jared Cohen, interferiu para adiar a manutenção do Twitter no Irã. Como lidar com isso?

Em primeiro lugar, discordo completamente de que isso seja interferência. Cohen contatou o Twitter e destacou que a manutenção ocorreria durante os protestos. Não há razão para sentir qualquer coisa senão orgulho do papel que nossos diplomatas tiveram em facilitar o fluxo de informações.

Em setembro, Jared Cohen se tornou um executivo do Google. Isso o complica de alguma forma?

De jeito algum. O que é o Google? É uma ferramenta de busca. Não é uma firma extrativista, petroleira, mineradora. É uma empresa de tecnologia que dá às pessoas acesso à informação.

Escrito por Nelson de Sá às 12h00

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Cortes, cortes

O caderno Dinheiro informa que o grupo espanhol Prisa, dono do "El País" e das editoras brasileiras Moderna e Objetiva, vai demitir 2.500 funcionários, 18% do total, sendo 2.000 na Espanha e 500 no exterior:

Em novembro, a família Polanco vendeu parte do Prisa para os investidores dos EUA Martin Franklin e Nicolas Berggruen, da Liberty Acquisitions, o que permitiu renegociação da dívida de € 5 bilhões. Por conta da entrada dos investidores a imprensa espanhola já havia adiantado a possibilidade de cortes. 

O caderno acrescenta que "O Estado do Paraná", do ex-governador Paulo Pimentel, "deixará de ser impresso", mantendo apenas a versão on-line.

Escrito por Nelson de Sá às 11h18

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Oi luso-brasileira

O Valor Online dá manchete para o acordo que "formaliza a entrada da Portugal Telecom no bloco de controle da Oi", destacando que o investimento da tele portuguesa na tele brasileira será de R$ 8,3 bilhões.

O site Teletime detalha o acordo e destaca como "aspecto fundamental" que a Portugal Telecom "terá poder de veto sobre controladores da Oi", os grupos brasileiros Andrade Gutierrez, de Sérgio Andrade, e La Fonte, de Carlos Jereissati, "em matérias importantes".

Escrito por Nelson de Sá às 11h00

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Para governo de esquerda, jornal de centro-direita

O blog de Natalia Viana já postou a entrevista do fundador e publisher do WikiLeaks, Julian Assange, "aos internautas brasileiros". Selecionou 12 de 350 perguntas enviadas. A primeira, de "vários internautas":

O WikiLeaks tem trabalhado com veículos da grande mídia –aqui no Brasil, Folha e Globo, vistos por muita gente como tendo uma linha política de direita. Mas, além da concentração da comunicação, muitas vezes a grande mídia tem interesses próprios. Não é um contra-senso trabalhar com eles se o objetivo é democratizar a informação? Por que não trabalhar com blogs e mídias alternativas?

Por conta de restrições de recursos ainda não temos condições de avaliar o trabalho de milhares de indivíduos de uma vez. Em vez disso, trabalhamos com grupos de jornalistas ou de pesquisadores de direitos humanos que têm uma audiência significativa. Muitas vezes isso inclui veículos de mídia estabelecidos; mas também trabalhamos com alguns jornalistas individuais, veículos alternativos e organizações de ativistas, conforme a situação demanda e os recursos permitem.

Uma das funções primordiais da imprensa é obrigar os governos a prestar contas sobre o que fazem. No caso do Brasil, que tem um governo de esquerda, nós sentimos que era preciso um jornal de centro-direita para um melhor escrutínio dos governantes. Em outros países, usamos a equação inversa. O ideal seria podermos trabalhar com um veículo governista e um de oposição.

Escrito por Nelson de Sá às 10h24

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China salva contas externas do Brasil

 

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Escrito por Nelson de Sá às 09h44

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Obama e os EUA contra "o resto do mundo"

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h32

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Autocratas na mira

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A10 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 08h48

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Protestos contra o ditador no Egito

Escalada do "Jornal Nacional":

Uma terça-feira de manifestações violentas no Oriente Médio. Protestos no Egito fazem o mundo lembrar a queda recente do ditador da Tunísia. No Líbano, a nomeação de um primeiro-ministro deixa o país em pé de guerra.
A Ordem dos Advogados do Brasil prepara ofensiva contra pensões vitalícias para ex-governadores.
O ex-vice-presidente José Alencar deixa o hospital para receber homenagem em São Paulo.
A flor e os espinhos. As dificuldades dos moradores do paraíso de Fernando de Noronha.
Anunciados os finalistas do Oscar 2011, entre eles um documentário rodado no Brasil com o artista plástico Vik Muniz.
A seleção brasileira é convocada para enfrentar a França em amistoso.
E o Flamengo revela um goleiro talentoso na conquista da Copa São Paulo. 

E do "Jornal da Record":

A fúria das tempestades. Janeiro nem terminou, mas já bate recorde de chuva.
Cidade da tempestade. São Paulo comemora aniversário com chuva e festa. A vida de quem mora na avenida símbolo da cidade.
A homenagem a um cidadão de coragem. Ex-vice presidente José Alencar deixa o hospital para receber título.
Atentado em Moscou.
O caos no transporte. Passageiros viajam de madrugada para escapar do sufoco.
Melhor amigo. Cão leva dois tiros ao salvar vida do dono em assalto.
Não chega de saudade. Na data de aniversário de Tom Jobim é celebrado o dia nacional da Bossa Nova.

Escrito por Nelson de Sá às 21h08

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"Não competição" lá

Do "Financial Times", traduzido no "Valor":

As agências antitruste europeias deverão investigar acordos de "não competição" entre Telefónica e Portugal Telecom devido a suspeitas de que podem ter desrespeitado regras da União Europeia. Um acordo foi firmado entre os dois grupos, no ano passado, quando a empresa espanhola adquiriu o controle da Vivo, operadora brasileira.

Também por Reuters, Bloomberg, Dow Jones.

Escrito por Nelson de Sá às 12h38

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Ladeira abaixo

Do blog Outro Canal, de Keila Jimenez:

A audiência do "BBB 11" segue ladeira abaixo. O segundo domingo registrou uma das piores médias da história do reality: 16,7 pontos. No anterior, dia 16, havia registrado 22.

E não está sozinho, acrescenta a Folha.com:

O "Domingão do Faustão" marcou o pior índice da história. Dividido em duas partes, alcançou apenas 10 pontos de 15h30 a 16h45. Juntando as duas, ficou em 12,2, a pior média. 

PS 13h - Do blog Radar, de Lauro Jardim:

"Insensato Coração", que apelou para a pancadaria e, por isso, arrasou no Twitter ontem durante a exibição da novela, registrou 33 pontos. Ou seja, apenas manteve a média da semana passada.

Escrito por Nelson de Sá às 11h00

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Por Dilma, Obama vem ao Brasil em março

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, OG e ESP. Para os sites, FSP, VEOG e ESP.

Escrito por Nelson de Sá às 10h26

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Atentado suicida em Moscou, em escalada "étnica"

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 10h14

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Troca de guarda

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 04h48

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Na Record, o pouso de emergência do Globocop

Escalada de manchetes do "Jornal Nacional":

O ataque do terror em Moscou. Explosão no aeroporto deixa mais de 30 mortos.
Tiros no Rio de Janeiro. A polícia deflagra operações em favelas dominadas por traficantes.
Em São Paulo, moradores enfrentam uma nova tempestade na noite de domingo.
O "JN no Ar" denuncia o caos. E autoridades tomam providências para melhorar o atendimento na rede de saúde em Rondônia.
O "Fantástico" denuncia a fraude. E médicos abrem processo contra o colega que vendia atestados em Mato Grosso.
Em Goiás, manifestantes transformam o ato de protesto em depredação.
O governo lança regras para restringir a emissão dos passaportes diplomáticos.
O artilheiro do Brasileirão 2010 vai para a Espanha.
Na Nova Zelândia, nossos paratletas conquistam novas medalhas no mundial. 

E do "Jornal da Record":

Traficantes de morro carioca recebem policiais a bala, atingem prefeitura da cidade e tentam derrubar a tiros helicóptero de emissora de TV. Você vai ver o pouso de emergência e o testemunho de quem voava ao lado.
Fogo e correria, pancadaria e bomba. Termina em confronto protesto em Goiás.
Na Rússia, atentado em aeroporto mata dezenas de pessoas.
A triste matemática das chuvas. Mais três mortes em São Paulo. Vinte mil desabrigados em Santa Catarina.
Começa a demolição de centenas de casas na região serrana do Rio de Janeiro.
Nova série especial do "Jornal da Record". O caos no transporte público e suas vítimas.
Um sonho possível. Catadores de papel descobrem o caminho da aposentadoria.

Escrito por Nelson de Sá às 21h28

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Record e Oi contra Globo

O UOL informou que, com o fim da cláusula de preferência para a Globo, "o Clube dos 13 rachou a respeito da venda dos direitos do Campeonato Brasileiro à TV" para 2012 e 2013.

De um lado, "o grupo que defende que a venda deve ser feita à TV que fizer a maior proposta". E "nos bastidores se especula que a Record fará uma oferta insuperável" ao Clube dos 13.

De outro, "os clubes mais alinhados com a Globo", que circulam um "diagnóstico" apontando ameaça de retaliação global, com menor cobertura do torneio e o investimento em programação concorrente.

Ao fundo, o site Teletime informa que a Record deve "fazer uma oferta bastante agressiva pelos direitos de TV aberta" e "a disputa mais interessante deve se dar nas outras plataformas: TV por assinatura, pay-per-view, internet/celular".

A Oi "tem interesse em ajudar na viabilização de uma proposta para TV paga, especificamente para pay-per-view". E também podem entrar no leilão do Clube dos 13, a ser anunciado "nas próximas semanas", a francesa GVT, em TV paga, e a espanhola Telefónica, em internet/celular.

Escrito por Nelson de Sá às 12h34

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Novelas & telejornais

A coluna Zapping informou que o "Jornal Nacional" chegou a dar mais audiência que "Insensato Coração", na semana passada. E o blog Radar acrescentou que o desempenho da nova novela da Globo ajudou a derrubar na quinta-feira a audiência do "Big Brother Brasil", "que estreou há dez dias com 34 pontos", para apenas 23.

"Insensato Coração" fechou sua primeira semana com 32 pontos, o mesmo resultado da primeira semana da novela anterior, "Passione". Repetiu "a menor média da história da Globo" para o horário.

Como havia apontado balanço da coluna Ooops, "Passione" terminou com "o pior resultado já obtido na faixa nobre das 21h, na Globo".

Para registro, o Blue Bus informou que a rede portuguesa SIC "retirou do ar a novela da Globo 'Negócio da China', sem nenhum aviso prévio, por não ter atingido os níveis de audiência pretendidos".

E a Folha.com informou que "Sansão e Dalila", da Record, marcou 14 pontos na quinta e deixou para trás o "Jornal da Globo", com 13.

Escrito por Nelson de Sá às 11h20

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Pulverização

Segundo o Painel, "por ordem de Dilma, a pulverização das verbas de publicidade vai continuar". Nos oito anos de Lula, "subiram de 499 para 8.094 os veículos de comunicação que recebiam os recursos" federais.

Por outro lado, segundo o Radar Político, na semana passada "a Secretaria de Imprensa da Presidência divulgou nota pedindo que jornais interessados em publicar coluna da presidente façam sua inscrição".

E em São Paulo, informa o site do "Estado":

Geraldo Alckmin herdou da gestão dos também tucanos José Serra e Alberto Goldman 22 contas de publicidade que somam R$ 307 milhões. São contratos assinados desde 2008 pela extinta Secretaria de Comunicação (Secom), por oito empresas, duas fundações e uma autarquia e que foram prorrogados no fim do ano passado. A maior parte vigora ao menos até maio. Antes da posse, Alckmin já havia criticado reservadamente os gastos com propaganda da gestão anterior. Em 2009, por exemplo, foram R$ 311 milhões, valor recorde. No sábado, o tucano publicou decreto remanejando R$ 24 milhões do orçamento de comunicação para desassorear a calha do rio Tietê.

Alckmin havia anunciado ainda a revisão de todos os contratos, mas o governo informou que não há nenhuma decisão sobre redução ou cancelamento das campanhas. Só a Lua Branca, agência de Luiz Gonzalez, marqueteiro das campanhas de Alckmin ao governo e de Serra à Presidência em 2010, teve prorrogadas três contas semestrais no valor total de R$ 87 milhões. Duas delas são com a Secom, para as campanhas da Nota Fiscal Paulista, da Lei Antifumo e do mínimo paulista, e uma com a Dersa, estatal responsável pelo trecho sul do Rodoanel e pela ampliação da Marginal do Tietê.

Escrito por Nelson de Sá às 10h58

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Convidado

O "diretor executivo, diretor de redação e jornalista responsável" pelo jornal "Brasil Econômico", do grupo português Ongoing, passou a fazer parte da equipe de "articulistas e especialistas" do Instituto Millenium.

Escrito por Nelson de Sá às 10h04

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E o rio Tietê transbordou na Penha

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Escrito por Nelson de Sá às 09h54

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De China e Brasil para o mundo: inflação

 

Para as edições, NYT, CD, WSJ e FT. Para os sites, NYT, CD, WSJ e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h36

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Contra EUA (e China)

Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje, com links (assinantes Folha e UOL). Na edição digital, à pág. A8 (assinantes Folha).

Escrito por Nelson de Sá às 08h34

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Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
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