Nelson de Sá

Toda Mídia

 

Dilma adianta aumento no mínimo e no Bolsa Família

Escalada do "Jornal Nacional":

A presidente eleita anuncia planos de governo. Dilma prevê salário mínimo acima de R$ 600 em 2012 e não descarta volta da CPMF.
Presidente Lula critica a oposição e acusa China e Estados Unidos de promoverem uma guerra cambial.
Depois de dar detalhes sobre o assassinato de Elisa Samúdio, o primo do goleiro Bruno diz que fez isso porque foi torturado.
O presidente americano Barack Obama sofre uma derrota na eleição de deputados.
Pilotos da Fórmula 1 examinam a pista de Interlagos.
Seleção feminina de vôlei passa fácil pelas italianas. 

Do "Jornal da Record":

Imprudência e fatalidade. Caminhão com caçamba levantada derruba passarela de pedestre e duas pessoas morrem.
A prova do crime. O flagrante do momento em que o assassino joga no lixo corpo de menina de nove anos.
O caso Bruno. Agora a polícia procura vestígios de Elisa Samúdio em lagoa de Minas Gerais. A caminho do fórum, filha do goleiro fura o bloqueio para beijar a mãe.
Ele não pode tudo. Obama perde maioria na Câmara.
Mas ela pode. Lula diz que novo governo vai ter a cara de Dilma.
Presidente eleita fala do salário mínimo.
Na série sobre a mulher no comando, a policial militar que expulsou traficantes de morro. 

E do "SBT Brasil":

Na primeira entrevista depois da eleição, o presidente Lula diz que não tomará medidas impopulares e que o novo governo deve ter a cara de Dilma.
Antes de viajar para descansar quatro dias, a presidente eleita falou sobre o que deve acontecer. Salário mínimo de R$ 600 em 2012 e reajuste no Bolsa Família.
Caçamba de caminhão derruba uma passarela e duas pessoas morrem no interior de São Paulo.
A polícia de Minas volta a procurar o corpo de Elisa Samúdio.
Diante do fracasso das eleições legislativas, Barack Obama admite que precisa fazer um trabalho melhor. 

A coluna e o blog voltam na segunda-feira.

Escrito por Nelson de Sá às 22h10

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Dilma e a concorrência desproporcional

De Dilma Rousseff ao "Jornal da Band", via "Estado" e BBC Brasil:

Temos de distinguir duas coisas: marco regulatório e controle do conteúdo da mídia. O controle social da mídia, se for de conteúdo, é um absurdo. É um acinte à liberdade de imprensa. Não compactuo com isso. Se chegar à minha mesa qualquer tentativa de coibir a imprensa no que se refere à divulgação de ideias, opiniões, tudo o que for conteúdo, é o que eu falei: o barulho da imprensa é infinitas vezes melhor do que o silêncio das ditaduras.

Outra coisa é o marco regulatório. Todo país regulamenta a participação do capital estrangeiro, por exemplo. Teremos de regular de alguma forma também a interação entre as mídias. O problema do cabo, do sinal aberto, como junta isso com internet. Mas temos de ter muito cuidado. Temos de fazer um marco regulatório que permita adaptações ao longo do tempo. Você não pode ter um marco que desconheça a banda larga. Se você vai poder ou não fazer televisão e em que condições. Isso o Brasil vai ter de regular minimamente. Até porque tem casos em que, se não se faz isso, deixa que haja uma concorrência desproporcional entre diferentes organismos.

Escrito por Nelson de Sá às 11h22

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Tele-ônibus

Da reportagem de Leonardo Souza, "Portugueses vão ficar com 12% do controle da Oi", na capa da Folha:

O BNDES fechou a modelagem do ingresso da Portugal Telecom no bloco de controle da Oi. O banco e os fundos de pensão ligados a estatais vendem aos portugueses, por R$ 1,1 bilhão, 12% do conjunto de ações. Ao todo, a PT vai desembolsar na operação R$ 8,4 bilhões, o que inclui 35% do capital das empresas Andrade Gutierrez Participações e LF Tel (grupo Jereissati), que têm a gestão da Oi. Esse desenho não será alterado, ou seja, os dois sócios privados continuam a mandar na administração -ao lado do fundo de pensão Atlântico, dos funcionários da Oi, detêm 50,1% das ações do bloco de controle. Os portugueses serão minoritários. Somadas as participações, a PT terá peso de 22,4% na Oi. Terá direito a um assento no Conselho de Administração e deve indicar o diretor de tecnologia. Apesar de a participação do BNDES e de Previ (dos funcionários do BB), Petros (Petrobras) e Funcef (Caixa) ter diminuído, o banco e os fundos não perderão poder político. No novo desenho, manterão assentos no Conselho.

Escrito por Nelson de Sá às 10h52

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Dilma quer antecipar reajuste do mínimo

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, ESP e BE. Para os sites, FSP, VE, ESP e BE.

Escrito por Nelson de Sá às 10h32

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

PMDB apresenta a conta

Para as edições, OG e OD. Para os sites, OG e OD.

Escrito por Nelson de Sá às 10h18

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Republicanos tomam a Câmara nos EUA

 

Para as edições, NYT, WSJ, CD e FT. Para os sites, NYT, WSJ, CD e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h58

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A inundação

Leia a coluna "Toda Mídia" com links. Na Folha digital, à pág. Especial 10.

Escrito por Nelson de Sá às 09h44

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Quadrilhas voltam a assustar no Rio

Escalada do "Jornal Nacional":

A presidente eleita Dilma Rousseff anuncia o grupo que vai cuidar da transição de governo e inclui o vice Michel Temer.
Americanos vão às urnas e ameaçam tornar mais difícil o governo de Barack Obama nos próximos dois anos.
Ressurgem protestos internacionais contra execução de iraniana condenada por adultério.
Três milhões de pesquisadores começam a recensear o país mais populoso do planeta.
Brasileiros conquistam novas medalhas na copa do mundo de datação.
A seleção feminina de vôlei vence a quarta partida seguida no Mundial.
O ex-piloto Emerson Fittipaldi acelera nas ruas de São Paulo.
Você vai saber por que um aposentado pernambucano virou notícia. 

Do "Jornal da Record":

Intenso tiroteio entre quadrilhas no Rio impede moradores de voltar para casa.
A reportagem exclusiva com o homem que vende e aluga barracas na feira do crime em São Paulo.
Homem acusado de matar menina de nove anos é preso em flagrante.
Irresponsabilidade na estrada. Carro anda mais de um quilômetro na contramão.
A repercussão da primeira entrevista de Dilma Rousseff. Eleitores e estudiosos da política comentam as respostas da nova presidente.
Dilma se reúne com a equipe de transição. PT e PMDB começam a discutir o espaço de cada um dentro do governo.
Mulheres no comando. Nos rios da Amazônia, elas estão no leme e dão as cartas. 

E do "SBT Brasil":

Entrevista ao vivo, diretamente de Brasília, com a presidente eleita Dilma Rousseff.
A presidente escolhe o vice Michel Temer, do PSDB, e mais três coordenadores da equipe de transição.
O PMDB começa a discutir com o PT a participação do partido no novo governo.
Guerra do tráfico volta a assustar os moradores na zona norte do Rio.
Os americanos vão às urnas. E o presidente Barack Obama pode perder a maioria no Congresso.
Nas ruas de São Paulo, Emerson Fittipaldi acelera o carro da vitória de 72.

Escrito por Nelson de Sá às 21h32

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Mais Record

Segundo o blog de Daniel Castro no R7, da Record, com a redução do horário eleitoral em outubro "as cinco maiores redes voltaram a apresentar alta no Ibope na Grande SP, depois de dois meses de queda":

Impulsionada pelo reality show "A Fazenda", a Record foi a que mais cresceu em outubro. Sua média diária (das 7h à 0h) foi de 7,0 pontos em setembro para 7,8, alta de 11,4%. À noite (das 18h à 0h), cresceu 17,2%: de 9,3 para 10,9 pontos.

A Globo oscilou de 15,9 para 16,0 (0,6%) na média dia, e de 26,2 para 26,4 (0,8%) no horário nobre. O SBT foi de 5,0 para 5,4 (8%) das 7h à 0h e de 4,9 para 5,2 (6,1%) das 18h à 0h. A Band cresceu de 2,3 para 2,4 (4,3%) na média dia, e de 3,4 para 3,6 (5,9%) no horário nobre. A Rede TV! subiu de 1,5 para 1,6 (6,7%) durante o dia e de 2,8 para 2,9 (3,6%) à noite.

No comparativo com outubro do ano passado, a Record foi a única que cresceu. Na média diária, tinha 6,9 e agora tem 7,8, 14% a mais.

Escrito por Nelson de Sá às 11h54

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

FHC e o marketing, as empresas, a imprensa

De FHC, em entrevista a Maria Cristina Frias e Vinicius Mota:

Serra foi fiel ao estilo dele. Tomou as decisões na campanha, com o [marqueterio Luiz] Gonzalez... Nós entramos num marquetismo perigoso, que despolitiza. Hoje a campanha faz pesquisas e vê o que a população quer naquele momento. Sem perceber que a verdadeira questão é como você transforma em problema algo que a população não percebeu ainda como problema. Liderar é isso.

Não acho que o Brasil vá no sentido da Venezuela. Aqui há empresas, imprensa, universidades, igrejas, uma sociedade civil mais forte. Isso leva o governo a ter cautela. Veja o discurso da Dilma de ontem [domingo]. Ela beijou a cruz. Ela tem que dizer isso, que vai respeitar a democracia, porque senão não governa.

Escrito por Nelson de Sá às 11h32

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

TV e o Senado

Antes das entrevistas de Dilma no "Jornal da Record" e depois no "Jornal Nacional", Paulo Henrique Amorim, da Record, postou que "a Globo deixou de controlar o Senado", que "sempre foi a última linha de resistência".

Escrito por Nelson de Sá às 10h46

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Palocci assume?

Para as edições, FSP/índice e ESP. Para sites, FSP e ESP. VE e BE não saem hoje.

Escrito por Nelson de Sá às 10h16

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Palocci na Saúde?

Para as edições, OG e OD. Para os sites, OG e OD.

Escrito por Nelson de Sá às 10h10

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

China cobra redução de barreiras dos EUA

Para as edições, NYT, WSJ, CD e FT. Para os sites, NYT, WSJ, CD e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 09h52

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Globo vai a Dilma

Leia a coluna "Toda Mídia" com links. Na Folha digital, à pág. Especial 13.

Escrito por Nelson de Sá às 09h24

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A 1ª entrevista da 1ª presidente. Na Record

Escalada do "Jornal Nacional":

1º de novembro de 2010. Ao vivo, de Brasília, vamos trazer tudo sobre a eleição da primeira mulher presidente do Brasil. O primeiro dia depois da vitória histórica de Dilma Rousseff nas urnas, uma edição especial do "Jornal Nacional". Do momento do voto ao discurso da presidente já eleita. Como foi o domingo que terminou com festa petista. Dilma estende a mão à oposição e promete erradicar a miséria e defender a liberdade de imprensa.
Veja também. A repercussão do resultado eleitoral no exterior. Como fica a relação do governo com a oposição. Nos Estados, a distribuição dos governos entre os partidos a partir de 1º de janeiro. Ao vivo, no estúdio, entrevista com a presidente eleita, Dilma Rousseff. 

Do "Jornal da Record":

Exclusivo. A primeira entrevista da presidente Dilma Rousseff depois da vitória. A festa nas ruas e o encontro emocionado com outro vencedor. Como a atuação de Lula foi importante para decidir a eleição. Horas depois, Dilma já define nomes para a transição. Desafios e promessas da nova presidente. O dilema da oposição: Serra ou Aécio, quem vai dar as cartas no PSDB? Nossos repórteres perguntam aos eleitores como será o Brasil nas mãos de uma mulher.   

E do "SBT Brasil":

Ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci deve comandar a transição para o governo Dilma Rousseff. O que esperar da nova administração e os nomes cotados para as pastas dos ministérios. A reação dos brasileiros na eleição da primeira mulher para a Presidência. Jornais do mundo inteiro dão a notícia e os presidentes Barack Obama e Nicolas Sarkozy telefonam para Dilma. Os tucanos apontam erros na campanha de José Serra. E agora, como fica a oposição?
E ainda: ataque a uma igreja católica deixa 58 mortos no Iraque. 

Escrito por Nelson de Sá às 22h34

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Números e o preconceito militante

Do "Valor", na reportagem "Mesmo sem Nordeste, Dilma venceria Serra":

A diferença da petista para o tucano foi de pouco mais de 12 milhões de votos. Essa vantagem ocorreu graças à enorme votação de Dilma no Nordeste, onde ganhou 10.717.434 de votos a mais. Logo, mesmo se o Nordeste fosse excluído dos cálculos, a candidata venceria a eleição por um saldo de 1,3 milhão de votos.  

E do Blue Bus, na nota "Dilma venceria mesmo sem o Nordeste":

Apesar do barulho que militantes fazem no Twitter, advogando até a exclusão dos votos nordestinos, dados como "analfabetos" ou "votos de pobre", os números finais dariam a vitória à petista mesmo com essa exclusão. Votos de Dilma excluindo o Nordeste: 37.371.157. Votos de Serra excluindo o Nordeste: 36.036.646.

Exemplos aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 11h10

Comentários () | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A primeira mulher

 

Para as edições, FSP/índice, VE/índice, ESP e BE. Para os sites, FSP, VE, ESP e BE.

Escrito por Nelson de Sá às 10h44

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A cidadã mais poderosa do país

Para as edições, OG e OD. Para os sites, OG e OD.

Escrito por Nelson de Sá às 10h34

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A nova presidente do Brasil

 

Para as edições, NYT, WSJ, CD e FT. Para os sites, NYT, WSJ, CD e FT.

Escrito por Nelson de Sá às 10h20

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Pela primeira vez na nossa história

 

  

Para edições, Veja Extra, Veja, Carta, Época e IstoÉ.

Para os sites, Veja, Carta, Época e IstoÉ.

Escrito por Nelson de Sá às 10h06

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Mulher

Leia a coluna "Toda Mídia" com links. Na Folha digital, à pág. Especial 15.

Escrito por Nelson de Sá às 09h48

Comente | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

Nelson de Sá Nelson de Sá é articulista da Folha de S.Paulo.
RSS

BUSCA NO BLOG


ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.