Ventos e tempestades provocam mortes no Sul
Escalada do "Jornal Nacional":
A imprensa italiana dá como certa a extradição do ex-terrorista Battisti.
Ventos de 130 quilômetros por hora e tempestades provocam mortes no Sul.
O assassinato de um menino por causa de uma discussão no trânsito provoca indignação.
Especialistas falam sobre a morte do bebê deixado dentro de um carro. Por que pode ocorrer um esquecimento como esse?
O governo bloqueia quase um milhão de benefícios do Bolsa Família.
A Organização Mundial do Comércio autoriza o Brasil a retaliar os Estados Unidos na guerra do algodão.
O Fluminense vai à final da Sul Americana depois de uma vitória espetacular.
O Palmeiras afasta jogadores que brigaram e foram expulsos na derrota para o Grêmio.
Os brasileiros estão mais altos e também mais sujeitos a diabetes.
Estudo polêmico defende o consumo do álcool para proteger o coração.
E do "Jornal da Record":
Ventos de mais de 100 quilômetros por hora, Vendaval provoca mortes no Sul.
Flagrante. Bando disfarçado de Polícia Federal é preso por extorsão.
Ela esqueceu a filha no carro, mas era uma "super mãe". Como explicar a tragédia?
Enfermeira troca receita e mata mulher com choque alérgico.
Ministério da Saúde informa: o brasileiro está mais gordo e mais alto.
Clarão no céu. Meteorito faz a noite virar dia nos Estados Unidos.
Polícia da África do Sul atira primeiro e pergunta depois. Três inocentes já foram mortos.
Violência na escola. Briga de estudantes vira vídeo na internet.
Policiais sequestram traficantes, trocam tiros e estudante é morto por bala perdida.
Com o calor, professor dá aula de bermudão no Rio de Janeiro.
A marca do rei. Gol mil de Pelé faz 40 anos.
A coluna e o blog voltam na segunda.
Escrito por Nelson de Sá às 23h40
O buraco fiscal do governo americano
Para as edições, "Time" e "Economist".
Escrito por Nelson de Sá às 19h38
Sarah Palin e o limite do jornalismo
Durou uma semana a controvérsia em torno da capa da "Newsweek" com Sarah Palin. E o Mediaite agora ironiza que a "Time" é "a primeira" organização de mídia a deixar para trás o hype em torno da republicana.
O Gawker, diante do perfil da estilista de Palin no "New York Times", vai além e proclama, como piada, que o jornalismo chegou ao limite:
Pico Palin é a ideia de que a humanidade um dia vai atingir um ponto em que a demanda por matérias sobre Sarah Palin será superior à nossa capacidade de produzi-las... O perfil sugere que o dia é hoje.
Mas a história continua. Depois de falar com Barbara Walters e Oprah Winfrey, a jornalista Sarah Palin finalmente respondeu como faz para se informar, em entrevista a Sean Hannity, na Fox News. É a pergunta de Katie Couric que Palin não respondeu, na campanha:
Ela perguntou sobre o que eu leio. E eu leio... eu leio Newsmax e o "Frontiersman" e o "Wall Street Journal" e tudo on-line.
E tem mais. A mesma Fox News usou um vídeo da campanha de 2008 para exaltar as "grandes aglomerações na promoção de seu livro". O "Chicago Tribune" diz que o canal promete "ação disciplinar", desta vez.
Escrito por Nelson de Sá às 12h44
O adeus a Lou Dobbs
Âncora da CNN desde a fundação do primeiro canal de notícias em 1980, quando estreou o "Moneyline", Dobbs revelou a Jon Stewart que foi demitido pelo presidente da emissora, que argumentou que seu recente "jornalismo de defesa" ou opinião contraria princípios da CNN.
O âncora adotou um discurso contra imigrantes ilegais, mexicanos em especial. Nos últimos meses, chegou a questionar se Obama nasceu nos EUA, teoria da extrema direita americana. Abaixo, é recebido por uma banda mariachi no "Daily Show":
| The Daily Show With Jon Stewart | Mon - Thurs 11p / 10c | |||
| Lou Dobbs | ||||
| www.thedailyshow.com | ||||
| ||||
Escrito por Nelson de Sá às 11h40
Aécio vs. Serra
No "Valor", os tucanos "travam duelo de biografias no rádio", com, respectivamente, "discurso agregador e autoria polêmica de benefício":
"Olá, sou Aécio Neves. Talvez muitos de vocês não me conheçam. Há sete anos governo Minas Gerais e faço isso de maneira apaixonada." É assim que o mineiro se apresenta, em uma das inserções do PSDB no rádio. São quatro, de 30 segundos, duas cada um, feitas de maneira separada por seus respectivos marqueteiros. Aécio vende a imagem de agregador, ao dizer que a política é "feita com sensibilidade, novas ideias, convocando as pessoas de bem deste país". Na outra inserção, ele nem aparece. O personagem central é seu vice e possível candidato ao governo mineiro, Antonio Anastasia.
Já Serra louva conquistas do governo FHC, citando genéricos e combate à AIDS, realizações da época em que era ministro da Saúde. Sempre antecedido por locutor, Serra arremata com frases como "seriedade e planejamento, essa é a receita do PSDB". A inserção reaviva velha celeuma: "Foi durante o governo do PSDB que se criou o seguro-desemprego". Na verdade, o seguro-desemprego foi instituído pelo então presidente José Sarney. Na campanha de 2002, ao citar sua proeminência na criação do seguro-desemprego, Serra foi contestado por Almir Pazzianotto, ex-ministro do Trabalho.
Os comerciais de TV terão "caráter menos personalista", com os dois dizendo que o PSDB tem "gestores competentes". Para o programa do dia 3, os marqueteiros Paulo Vasconcellos e Luiz González estão fechando os respectivos roteiros. É "improvável" que trabalhem juntos.

Ontem, estava pendente até o próximo passo nos ataques a Dilma Rousseff, nos comerciais. "Estão aguardando o aval do departamento jurídico", postou o Radar, para acionar um "canhão".
Escrito por Nelson de Sá às 10h42
Supremo deixa Lula decidir sobre terrorista
Para as edições, Folha em texto ou digital, Valor, Estado e Globo. Para os sites, Folha Online, Valor Online, Estadao e Globo Online. Mais PressDisplay e Newseum.
Escrito por Nelson de Sá às 10h00
De volta à batalha da reforma na saúde
Para as edições, NYT, WSJ, CD e FT. Para os sites, NYT, WSJ, CD e FT. Também no NewsStand, no PressDisplay e no Newseum.
Escrito por Nelson de Sá às 09h50
Lágrimas lá
Leia a coluna "Toda Mídia" de hoje com links. Na Folha digital, à pág. A10.
Escrito por Nelson de Sá às 09h30
Bebê morre no carro... Menino é assassinado..
Escalada do "Jornal Nacional":
O Supremo autoriza a extradição do ex-terrorista italiano Cesare Battisti, mas estuda ainda de quem será a palavra final neste caso, se do próprio Supremo ou do presidente Lula.
Menino de dois anos é assassinado por causa de uma briga de trânsito em Campo Grande.
Um bebê de seis meses morre depois de horas deixado em um carro em São Paulo.
O campeão Jenson Button muda de equipe na Fórmula 1.
Autoridades americanas de saúde avisam que vão manter em 40 anos a idade para início das mamografias.
E do "Jornal da Record":
Tragédia no calor. Mãe esquece bebê no carro e criança morre de insolação.
O crime sem limite. No Rio, guerra do tráfico vara a madrugada. Em São Paulo, sequestro relâmpago vira "sequestro tempestade". Bandidos prendem as vítimas mais tempo para tirar mais dinheiro da conta. Agora quadrilhas atacam até animais de estimação.
Álcool dispara na bomba. Gasolina já é a melhor opção para carros flex na maioria dos Estados.
Supremo decide pela extradição do ex-terrorista italiano Cesare Battisti.
A Record no coração do Brasil. Emissora inaugura redação com alta tecnologia em Goiás. Na estreia, duas reportagens especiais: a fila dos transplantes e a série "Destino Brasil".
Na reportagem especial, você já ouviu falar em anorexia, mas sabe o que é vigorexia?
Escrito por Nelson de Sá às 22h06
Murdoch dá o primeiro passo
Sob o título "The Times marca a data para cobrança on-line", hoje no concorrente "Financial Times":
O jornal "The Times" vai começar a cobrar os consumidores por seu conteúdo on-line no princípio do ano que vem, seis meses após Rupert Murdoch anunciar que os leitores pagariam pelo que hoje tem grátis. James Harding, editor do "Times", disse à conferência da Sociedade de Editores em Londres que o jornal prepara a introdução de um serviço de assinatura para acesso on-line e também a cobrança de leitores menos frequentes pelo acesso de 24 horas.
Escrito por Nelson de Sá às 11h52
Não somos racistas, porém
De Flávio Ricco no UOL, sob o título "O que é aquilo?":
A cena de Taís Araújo, ajoelhada, pedindo perdão à personagem de Lilia Cabral em "Viver a Vida", no capítulo de segunda-feira, foi uma das coisas mais deploráveis da televisão nesses últimos tempos. Algo muito além do necessário. Se o objetivo era chocar ou chamar a atenção, conseguiram. Triste, sob todos os aspectos.
Foi repetida à exaustão, ao longo do dia, nos intervalos comerciais:
Segundo o Radar, "A Fazenda", da Record, "faz barulho, mas ainda não tem tamanho para atrapalhar o sono da Globo quando disputa contra 'Viver a Vida'. Ontem, o reality registrou 11 pontos. A novela alcançou 37".
Escrito por Nelson de Sá às 11h44
Do medo às lágrimas
Sobre a estreia de "Lula, o Filho do Brasil", Ana Paula Sousa e Simone Iglesias relatam que "atraiu muito mais gente do que o espaço comporta" e o elenco encabeçado por Glória Pires "quase ficou do lado de fora":
A exibição confirmou que o filme tem forte apelo emocional. Os cactos e a miséria em Caetés, o pau-de-arara, o pai alcoólatra e violento e o ofício de torneiro mecânico aprendido ainda na adolescência são retratados de forma a dar sentido ao líder que será moldado nas greves do ABC, durante a ditadura. Ao final, o público aplaudiu.

Por outro lado, "sete anos depois de ter ido à TV declarar voto em José Serra, afirmando ter medo do então candidato Lula", Regina Duarte deu entrevista à coluna Mônica Bergamo ao receber a Ordem do Ipiranga:
Em 2002, a senhora se engajou na campanha do Serra. Foi muito criticada. Estaria disposta a fazer isso de novo?
Esse tipo de coisa não pretendo fazer mais. Quero fazer outras atividades políticas que não sejam tão explícitas.
Serra foi derrotado em 2002. E agora, chegou o momento dele?
Bom, eu continuo achando que ele é o cara [risos].
Depois de sete anos a senhora ainda tem medo?
Eu tenho muuuuuuito medo. Eu tenho muuuuuuito medo.
Escrito por Nelson de Sá às 11h34
A seco
Do blog de Lauro Jardim, na "Veja":
José Serra detestou o encontro, as fotos do encontro, as declarações à imprensa pós-encontro. Mas nada falará. Seu objetivo número 1, 2 e 3 é ter Aécio Neves ao seu lado na campanha. Por isso, engolirá a seco o encontro no qual foi apelidado por Ciro Gomes de "o coiso".
Do blog de Reinaldo Azevedo, na "Veja":
Até agora, Aécio conhece só o lado bom do PT e daquilo que os petistas chamam "mídia". Caso venha a ser o candidato de parte do PSDB, de parte do DEM, de parte do PSB e de parte do PMDB —agregador que é, ele agrega várias parcelas de partidos—, aí ele vai conhecer o lado mau dos petistas e da tal… "mídia". E então terá a chance de ver o que é bom para tosse.
Escrito por Nelson de Sá às 11h14
Nacional vs. estrangeiro
Também na Folha de hoje, sob o título "Para ANJ e Abert, conteúdo na web deve ter controle nacional":
A Associação Nacional de Jornais e a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão divulgaram nota na qual defendem a isonomia no tratamento às empresas que produzem conteúdos jornalísticos em qualquer mídia, o que inclui a internet. As entidades entendem que sites noticiosos devem obedecer ao artigo 222 da Constituição, que estabelece que empresas de comunicação podem ter, no máximo, 30% de capital estrangeiro. Segundo a ANJ e a Abert, tal "regra foi criada para preservar nossos direitos à informação livre e soberana e à manutenção da cultura nacional. Ou seja, para que não sejamos filiais de interesses estrangeiros".
Escrito por Nelson de Sá às 10h54
Franklin Martins e a mídia
Andreza Matais informou, ontem, que "o governo compilou e encaminhou aos delegados da 1ª Conferência Nacional de Comunicação pelo menos 59 propostas de mudanças, encaminhadas por vários ministérios". E ouviu do ministro da Comunicação Social, Franklin Martins:
Faz bem discutir comunicação... O mundo mudou. Há uma convergência de mídias... O governo até agora tratou a imprensa com um grau de liberdade como nunca antes na história deste país...
Fernando Barros e Silva, hoje, sob o título "No vácuo de Lula ":
Lula ficou cheio de si e aglutina um poder quase incontrastável. Mas se mantém um democrata. Sua aclamação popular, porém, dá ensejo para flertar com tentações autoritárias bem ao gosto dos "neoestatólatras". Parece ser o caso da Confecom organizada por Franklin Martins. Segundo as propostas compiladas, fica claro que a intenção é expandir a mídia estatal, como a TV Brasil, que ninguém vê, e fortalecer a mídia regional e/ou comunitária, que já é dependente da verba e faz propaganda do governo. O que se busca é esvaziar a imprensa independente, que fiscaliza e dá azia em Lula. Seria uma iniciativa da gestão Lula ou do governo paralelo que o futuro primeiro-ministro começa a operar a serviço de Dilma Rousseff?
Escrito por Nelson de Sá às 10h30
